Seco
“FOR YOU”
Se essa canção existir
terá a alma livre,
o gosto seco das ruas
e a insensatez
do oculto coração.
Se o amor for paisagem
vou construir
minha janela
em sua direção.
Se mesmo assim,
você não acreditar,
deixo a poesia
consumir um outro amor.
Se nada disso for possível
invento o impossível
para celebrar
a nossa imaginação.
Engole a esperança e o otimismo a seco mesmo. Agora pode parecer ruim, mas já vem o efeito positivo em forma de um novo tempo feliz (Nelson Locatelli/escritor)
O amor é como um churros. No começo é bom e lotado de coisas gostosas. Mas no final é seco, duro e você já está enjoado.
ME LEMBRO DO TEMPO QUE ERA GROSSO SECO, MALDITAMENTE SARCÁSTICO, PASSEI POR CIMA DE COISAS E PESSOAS IMPORTANTES COM MINHA ARROGÂNCIA, MAS AGORA EU SEI, E RECONHEÇO A IMPORTÂNCIA DO QUE EU PERDI!
Fico triste pensando nos bons dias vividos
num passado quase distante: Engulo seco
e meus olhos fagulham
disparando olhares caçadores...
Na madrugada sinto sua falta' vago com meu coração sem rumo no faroeste seco da paixão, daqui uns dias faz um més que você saiu da minha vida, me deixou e junto com a sua despedida você levou meus sonhos minha esperança, minha alegria, ás vezes sinto como se eu estivesse trancado em um quarto escuro curtindo minha solidão lembrando de você e sentindo sua falta' o pior de tudo e que eu ainda amo a ideia de um dia ter te amado'
Como o corpo não aguenta dias sem água
A terra implora por alguma gota
O vento seco espalha o monte de terra no chão
E vira poeira...
Poeira...
Poeira seca...
Dias sem chuva...
Dias de sede...
Dias de seca...
Aquela roça antes, tão sonhada
Agora deserta e silenciosa
O gado morrendo nos fundos da fazenda, antes formosa
A grama que era verde, hoje é terra vermelha e fina
A esperança nos olhos do menino e da menina
Olhando pro céu
Esperando a chuva cair
Esperando a poeira baixar
Como se eles nunca tivessem nascido
Crianças fantasmas na seca...
Miragem no horizonte seco
O solo não fertiliza mais nada do que se planta
É como se a seca arrancasse do fundo da terra tudo o que é vivo
E como se tudo o que sobrasse fosse pó
Deixei ir. Até porque sonhos presos não te deixaram sorrir, lembranças de um passado seco não te deixaram respirar. Por isso deixe, aquilo te machuca não irá te fazer bem.
Minhas mãos tremem, meu coração palpita e o seco da garganta traz sede incontrolável
Meu estomago comprime, pede desejos, sorrisos e abraços aconchegantes
Me tira o sono, me descontrola, me domina,
Grito por dentro enquanto me calo por fora, a força já se perde no meio da multidão para mim vazia
Lembro o quanto choramos de tanto rir, em conversas descontraidas no meio da madrugada,
intercalando com calor e arrepio na pele.
Sintomas dessa saudade que virou urgência, que me entristece pela distancia, que me alegra pela presença em sonhos e lembranças
que me dá febre no meio da noite, que me faz escrever na manhã fria e chuvosa.
Que o nublado da tarde me cure dessa necessidade de você, mesmo sabendo que na proxima manhã todos sintomas voltarão.
M Goper
Não Te Faltes De Mim!
Não te faltes de mim!
Porque secarias o meu mar
E o deserto seco e amargo
Invadiria o meu rosto
Espinharia meu corpo
Como um cacto solitário.
Não te faltes de mim!
Porque teu silêncio
Perturbaria o meu sol,
Queimaria meus sonhos,
Sufocar-me-ia de realidades
Estúpidas e cruéis.
Não te faltes de mim!
Porque vida sem ti não se vinga.
E quando da estrada percorrida,
Fria e abatida,
Teu vazio há de me corroer
Minha rota, minhas rosas,
Retrato de um porvir,
Numa triste desventura.
E mesmo assim,
Se assim tu me faltares,
Quando dos olhos por abrir
Não mais te encontrar,
Fecho-me para o mundo
Em cinzas gotas de dor
A me manchar as vestes da alma.
E de lá, um turvo sabor,
Em completo,
Há de me sempre tomar.
Eu Quero Um Beijo...!
Eu quero agora, pra hoje, sem demora...!
Eu quero um beijo suado, seco ou molhado...
Eu quero um beijo desnudado de juízo,
No verso do olho, reverso da alma...
Eu quero um beijo sem letras nem fonemas...
Eu quero um beijo no verbo...!
Eu quero um beijo perdido ou achado...
Sem pausas nem lacunas...
Intercalado...!
! Sem precisar nada ser dito...
Eu quero um beijo que fale a minha língua...!
Eu quero um beijo calado, no grito...!
Eu quero um beijo no ato, de fato...
Eu quero um beijo ao gosto do desejo...
Eu quero um beijo seja como for...
Sem compromisso ou com amor...!
Eu quero agora, pra hoje, sem demora...!
Eu quero um beijo...!!!
É o tempo seco, tudo seca , o frio ajuda a secar a natureza, as borboletas entram num estagio metamórfico como fazem as lagartas, ficam em cápsulas enterradas ao solo, os caçadores com as suas enxadas já não as procuram em ramos, são saborosas depois de fervidas com água e sal e temperados, o óleo é a banha de porco porque o sebo cheira a bode mesmo que seja de vaca, a carne é de vaca porque o boi é proibido, a carne é de cabrito porque a cabra é proibida, e o galo vai ditando as horas, horas não percebidas durante o dia, mas à noite sabe-se logo, 1º galo dita 22 h, 2º galo a meia noite , 3ºgalo duas da madrugada etc..., o galo é colossal depois de morto passa por galinha, só as galinhas morrem. É a natureza que o homem inventa, mas o tempo permanece igual.
O tempo seco "INVERNO", chegou e com ele o sol brilhante e a iluminar sem esquentar vai amenizando os corações como os conselhos sábios de um velho vivido, sem relâmpagos nem trovoadas apenas aquele friozinho a pedir trajes mais pesados para com delicadeza afugentar aquela gripe problemática de enfermidades do fórum respiratório. Nesta altura, teremos saudades do tempo em que o mar do céu traz as águas às nossas casas e as canoas em abraços com surfistas vão navegando pela rodovia e os sonhos de afogamento se realiza quando a meio de um profundo sono as águas passam pela janela cobrindo tudo e todos. O meu amigo administrador ficou em sopas e quando tentava calçar as potas de borracha, as águas já lhe estavam pelo pescoço...
O fruto que nasceu em um solo seco, pobre de nutrientes ou com outras limitações de suprimentos, poderá apresentar forma, tamanho e consistência alterados; contudo continua sendo um fruto apto para o consumo, as vezes até mais saboroso. Em contraposição, aquele proveniente de um solo contaminado, pode ter aparência bela, sabor agradável, mas carrega em si todo potencial de toxicidade da sua região de origem. Assim também são as pessoas, com raras exceções!
Nossa vida é como o rio. Ora ligeiro, ora lento,transbordando ou quase seco. Às vezes morno, às vezes frio. Sem poder voltar por onde passou, seu destino está traçado na terra, na rocha, entre as pedras. Rodopia, salta, pula, canta e por fim, sossega. Vence sendo vencido e se transforma no oceano. 20/09/2009. (Walter Sasso autor de "Pedras submersas" e "Soca pisada")
No canto seco e quente do asfalto vi brotar uma flor delicada e colorida, eis a força e o milagre da vida.
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