Se Nao for para Voar Nao Tire meus Pes do Chao
Quando tento enganar meus sentimentos ele sorri na minha cara, tira onda com os meus olhos, sacaneia meu coração...tento disfarçar, ocultar...até ponho minha melhor máscara, mas a paixão não se deixa enganar.
Uns ares de subestimações com alguns ventos de desconfiança – Assim são os meus poemas juntos com meus pensamentos eufóricos de manifesto. Por assim bem dizer eu sou, o que eu profundamente escrevo, por necessidade de curar minhas questões pessoais que, bem dizer, nem sei dizer.
eu sempre amei uma pessoa como todo mundo meu poemas meus versos sao unicos meu pensamentos sao por vc minhas verdades nao conta quando nao estou com vc eu apenas sou um umano como todos eu quero cer feliz com vc acada minuto da minha vida meu pensamentos por vc e so amor
Quando pequeno, eu gostava muito de ver o cair da noite através das janelas de casa. Meus olhos brilhavam ao contemplar as estrelas se apoderando da imensidão do céu, enquanto que as cigarras, em algum ponto da escuridão, ensaiavam seus novos cânticos.
Naquela época era comum eu associar o fim de tarde com o início de uma estranha espera. Em quase todas as noites eu fixava o olhar em boa parte daqueles tantos pontos brilhantes que formavam aquele tapete estelar, na esperança de que a qualquer momento, um daqueles pontos de luz se mostrasse diferente dos demais e então resolvesse vagar entre os demais conformados.
Eu acreditava que tendo a oportunidade de vê-lo passear pela imensidão daquele azul-escuro-quase-preto, eu poderia fazer-lhe um pedido qualquer – olha o nível da viagem –, que ele, de algum jeito, daria seus pulos e realizaria.
Desde quando eu decidi parar com este hábito (tão bobo, diga-se de passagem), se passou muito tempo. E muita coisa aconteceu neste intervalo. E foi nesse meio tempo que eu entendi a lógica tão bem descrita na frase: “De onde muito se espera é que não surge nada. O amor prefere se aproximar dos distraídos.”
Pois é. Foi justamente num desses momentos de distração entre noites que pareciam não ter fim e dias que pareciam criar asas e conquistar a liberdade das horas que corriam, que eu percebi que a saudade é também composta por um cheiro tão gostoso, que ao menor sinal da sua presença eu já sorria olhando para o nada, mesmo que de perto eu fosse observado por olhares de espanto.
Desde então, toda vez que a saudade vem me visitar no meio da noite, eu procuro dar uma chegada na janela mais próxima, só para dar uma conferida no céu, abrir um sorriso e dizer em pensamento: Eu entendi!
Hoje eu arrisco dizer que até sinto falta das cigarras. Mas já não procuro mais o ponto de luz lá no céu. Descobri que ele, a partir de uma simples distração, passou a morar aqui dentro. Junto ás doces lembranças que vivem a sorrir para todos os lados e tempos.
“Saudade é pra quem sente amor. Sentir falta é pra quem sente vazio.” (Gabito Nunes)
Amor do meu querer
Venha para meus braços
Pegue-me forte
Arraste-me com vontade
Sou tua nesta liberdade
PRAZER
Esta voz que chega devagar
Para me atentar , me enlouquecer
De mansinho chegam aos meus ouvidos
Diz coisas que me deixam em perigo
Tenho
ocupado os meus
dias escrevendo!
Misturo sonhos e realidade.
Mais sonhos.
Menos realidade.
Mais vontades.
Desejos.
Mas é preciso...
E dentro desse mundo poético,
eu viro mil.
Dez mil.
Mais de dezessete mil...
Que são os textos
que já fiz.
E neles,
vivo cada emoção.
É como viver
dezessete mil sonhos.
Dezessete mil, desejos.
Realidade?
Algumas em "entre- meios"
costurando os meus sonhos.
Mas que eu preferia
que fossem sonhos.
E que meus sonhos...
Fossem realidade.
Acordo!
Durmo.
Sonho e vivo...
Escrevo!
Permita-me
amor!
Que ao fechar
meus olhos...
Eu me aproxime de si!
Que ao buscar
seus lábios...
Eles estejam prontos
para beijar-me.
Permita-me!
Porque somente assim...
Mesmo distante,
eu me aproximarei de si!
Se hoje escrevo palavras que penetram a alma, é porque antes os meus esforços foram em vão quando expressei-as
Fechei meus olhos
Abri meu coração
Abracei-me.
As cortinas se abriam
Intimando-me a entrar
Reencontrei-me !
Amei-me intensamente
"Quando deito-me em minha cama e olho para o teto de minha casa, com os meus fones. Minha visão vai ainda mais além, eu consigo ver às estrelas mesmo estando em total repouso no colchão.
Eu paro e penso:
-O que fiz hoje?
-Bom, acho que nada, mais eu sorrir bastante.
-Por que sempre a noite, fazemos essas perguntas sem noção?
-Será uma forma de arrependimento?
-Não consigo responder, só perguntas e mais perguntas.
Bom é ser um livro, ele apenas só existe para ser lido, e não se importa em responder questões, só vira sua mente."
Boa noite."
Pelejo em apressar meus passos
Me atraso neste compasso
Cabeça gira a 360 graus
Atropelo-me sem degraus
Descontração e audácia
Se eu pedir você me dá...
Um beijinho por favor!
Acalente meus caprichos
Vem comigo meu amor
É tão pouco meu apelo!
Nem dá pra dizer não
Fica comigo esta noite
Beije-me sem segundas intenções
Viu só como é fácil!
Carinho é de graça!
Não há taxas ,não há juros
Nem cobranças em cima do muro
Sou uma flor perfumada!
Jogo limpo neste campo
Se ficar no meu abrigo
Serás meu eterno amor amigo
Se eu pedir você me dá...
Um beijinho por favor!
Revalidando meus dias
Com o pé direito subo primeiros degraus
E sem radicalizar meus passos
Abro as cortinas de minhas imaginações
Deito-me na cama das pacientes propagações
Meus dias se adicionam em mesa
Deixando para trás meras subtrações
Em comum acordo, divido as sobremesas
E revalido-as em combinações
olho para espelho e sinto a loucura dos meus sentimentos,
nunca tive tanto amor nesse coração tão perdido,
tantas loucuras por simplesmente amar um pouco.
neste coração falido tudo pode ser tão belo quanto o nada,
de tanta luzes nesta escuridão que me calou diante
o sentimento obscuro que me draga entre tuas ações
some com brilho que me seduz nas idas e voltas.
Meus advérbios são de intensidade. Nunca me contentei com pouco. Gosto de tudo em abundância. Sou escandalosamente exagerada em tudo que sinto.E gosto de receber em troca com a mesma intensidade. Quero tudo ao mesmo tempo. Quero tudo agora. O depois me desanima, cansa. Se aceitasse menos, não seria eu.
Testam-me, porque amam meus chiliques
Conto até dez antes do ultimo suspiro
Desço do salto com as flechas que inspiro
