Se ela quer Voar a porque tem Asas

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Pedi ao amigo vento
Pra me fazer flutuar
Vou colorir as estrelas
E no céu vou rabiscar
Palavras de um poema
Pra tornar uma canção
Meu quadro vai ser as nuvens
O meu lápis minhas mãos
Sinto o abraço da chuva
Meus pés dançam pelo ar
Meu corpo gélido aquece
Vejo a lua despertar
Tu chamaste o meu nome?
Minha alma te escutou
Senti cantar minhas frases
O seu brilhou ressoou
Anjo me dê tuas asas
O espaço vou alcançar
Eu quero ouvir minha música
Bem de perto do luar.

Quando o seu sorriso se misturava com o meu sorriso, vendo o dia amanhecer, a sensação que me dava era de existir um paraíso aqui na terra. Tudo era tão belo que parecia que eu estava flutuando através do amor. Criei asas, alcei voo e te fiz vida em mim.

Aquele som não lhe era estranho..
trazia com ele um punhado de memórias, daquelas guardadas, em segredo, bem lá no fundo do tórax...cada pio era uma varrida naquele apreço escondido pelo tempo e distância dos rumos opostos.
A vida quis assim, mas o canto do sabiá sentenciava que memórias, mesmo trancadas, nunca serão como um objeto desvalido...mesmo distantes e escondidas, conseguem carregar cheiro, som, forma...memórias são vidas imateriais, tangíveis ao coração.
O maestro sabiá cantava-lhes os ouvidos, tocando a mente e o coração...vinha o cheiro de mato e a brisa do mar abraçado por um pão de açúcar...ah, sabiá...seu sobrenome profetizava: duvido comer uma laranja tão saborosa em sua vida, duvido!
Sabiá estava certo, nunca mais em sua vida o gosto daquela fruta foi tão saboroso...é um deleite só de lembrar...
O regente cantou por muitos anos, depois silenciou-se... agora resolveu fazer um espetáculo a um tantinho da janela daquele que sabe o quão especial foram os dias de suas sinfonias...Será um bom presságio? Será que estás a perguntar pelas asas que deixara em algum lugar?
Passarinho, minhas asas não encolheram... meu coração que anda tímido.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
apenas para reoganizarmos a bagunça
acumulada de dentro.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para entender que o caos interior não são areias que voam ao soprar do vento.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para tentarmos entrelaçar as feridas do coração com a racionalidade de seguir em frente.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para repousarmos e concentrar-nos em encontrar restos de nossos pedaços frágeis feitos vidros.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para desenvolvermos nossa potência interior, e esperar toda a tempestade interior ir e manter a esperança em mares brandos.
Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para curar nossas próprias asas e voar.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para nadar até a superfície e pegar um pouco de ar.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para sairmos do nosso próprio esconderijo ao meio do temporal.

Às vezes, só precisamos de um tempo só,
para entendermos que não somos um projeto falho e inacabado.

"Soube que era saudade
quando houve perdão sem ocorrer pecado.
Quando notei que a lua não respeitou o dia.
Quando as asas antecederam o pássaro.
Quando o beijo chegou antes dos lábios.
Quando fiz duas porções para jantar só.
Quando houve dicotomia e minha alma se apresentou sem corpo.
Quando meu corpo sentiu o que meus olhos não enxergaram.
Quando fechei os olhos para enganar o meu cérebro.
Quando vi sua foto e a memória quis encarnar."

Árvore
Fui árvore.
Suscetível aos ventos.
Sustentei-me com as próprias raízes.
Fui sombra.
Fui pouso de pássaros.

O último bando me trouxe asas.
Alcei voo.

Não conheço mais limites
Nas asas poéticas da imaginação.

Voa poesia.
Bate teus versos.
Iça o poeta
Às nuvens de inspiração.

Temos amigos que nos encheram de amor,
Carinho e com eles (mesmo que em um tempo distante),
Nos fez importantes e isso prevalecerá
Quando o véu do tempo encobrir
O que fomos e nos torne diferentes.

Os amigos que habitaram
Às nossas asas (em outros tempos),
Não sairão de onde os colocamos
E não podemos mais tirar.

Ao lado das asas se ouve
As batidas mais belas do som
Do coração.

(…) é preciso,
Com urgência
hidratar a vida!
Deixá-la leve…
Fresca.
Com perfume
de flores do campo.
É preciso que a
felicidade chegue logo.
Pois o tempo voa!!
E de asas podadas não
se sonha..
Fecha os olhos
e sonha o melhor sonho…
Traga-o para sua realidade!
Sirva-o seu melhor momento.
Brinda a vida!!

Evite julgar. Ensine (e aprenda).
Viver pode ser mais sala de aula e menos tribunal do júri.

Evite reclamar. Acolha.
Viver pode ser mais abraço e menos tapa.

Evite estagnar. Desapegue.
Viver pode ser mais asas e menos cadeados.

NO #ENTARDECER #DAS #HORAS

Ainda que não haja brisa nenhuma...
E os nossos sentidos criarem uma ilusão...
Bastaria sentir com clareza a vida...
Para já hoje não querer partir...
Tamanha emoção...

Quando chega o entardecer...
Há um silêncio profundo a orar...
No céu voam em bando as andorinhas a bailar...

Uma estrela vai nascer...
Nunca lhe esqueço...
Vou lhe dizer...
Sempre estou a lembrar...
Sempre irei amar você...

Quem determina o belo e o feio?
Quem determina o que há de ser?
Quero me enfeitar de miríades...
Quero dançar sob a lua...
E assim, minha alma, também será sua...

Tudo isso deixa meu coração feliz...
E da magia...
Já não sou só um aprendiz...

Uma coisa te peço; de mim nunca se esqueças...
Diga que guardará em segredos meus sussurros...
E que eles lhe deram doces sentido...
Junto aos seus ouvidos...

Se minha alma criar asas e se arrebatar...
Para bem longe, minha jornada...
Que um dia se fará...
Levarei também comigo...
Lembranças de seus sorrisos...

De minha parte, hoje o que mais quero...
Ao dormir, lhe ter junto aos meus sonhos...
Nem me dar conta das horas de carinhos...
Desse amor por ti...
Tão puro...
Contigo.

Eclipse

Olho no espelho
E não me vejo
Não sou eu
Quem lá está

Senhores
Onde estão os meus tambores
Onde estão meus orixás
Onde Olorum
Onde o meu modo de viver
Onde as minhas asas negras e belas
Com que costumava voar

Olho no espelho
E não me vejo
Não sou eu
Quem lá está

Senhores
Quero de volta
Os meus tambores
Quero de volta

Os meus orixás
Quero de volta
Meu Pai Olorum
Em seu esplendor sem par
Quero de volta
O meu modo de viver
Quero de volta
As minhas asas negras e belas
Com que costumava voar

Olho no espelho
E não me vejo
Não sou eu
Quem lá está

Séculos de destruição
Sobre os ombros cansados
Estou eu a carregar
Confuso sem norte sem rumo
Perdido de mim mesmo
Aqui neste lado do mar
Um dia no entanto senhores
Eu hei de me reencontrar.

Eu sou malévola e vou te fazer pirar
Eu sou malévola e posso te enfeitiçar
Eu sou malévola, minhas asas vem cortar
Eu sou malévola, malévola

Costumava-se pensar que os eventos que mudavam o mundo eram coisas como grandes bombas, políticos maníacos, enormes terremotos ou vastas movimentações populacionais, mas hoje em dia se sabe que esta é uma visão muito antiquada sustentada por pessoas inteiramente fora de contato com o pensamento moderno. As coisas que realmente mudam o mundo, segundo a teoria do Caos, são as coisas pequenas. Uma borboleta bate as asas na selva amazônica e subsequentemente uma tormenta ataca metade da Europa.

⁠"Não serei mais que lembranças em vossas mentes, e simples recordação no vosso coração ".

⁠Algumas pessoas irão entrar na sua vida e irão te dar um puleiro para você descansar, já outra pessoa vai entrar na sua vida e vai te ensinar a bater asas e voar...
a escolha de ficar no puleiro e de voar será sempre sua, por isso escolha bem suas companhias.

Nos encanta com suas cores
e sua bela simetria
Parece tão delicada
mas é capaz de alterar o clima
com o simples bater de suas asas
Da lagarta que rasteja
que se mantém enclausurada,
até romper o casulo transformada
é um capricho da natureza
uma verdadeira flor que voa
um grande mistério, a borboleta!

Deus te criou com Sonhos e Propósitos.
Não tenha medo de ir atrás dos sonhos que Ele colocou em seu coração.
⁠Abra suas asas e voe.

Meu coração eternizou seu olhar
meu beijo ficou preso no seu ...
Naquela noite em que o desejo
foi se moldando no dia
E a noite se fez em nós.
Aprisionados pela paixão
que nós levou ao ato de amar
Virei refém voluntária
Deste amor que me deu asas
Mais me tirou o céu...
Você aquela febre queainda
seca na boca e arde na pele.
Te vejo .Te sinto.Desenhado
estranhamente laçando...
A minha alma na tua ...

Conto estrelas, como conto contos
Sorrio, sou rio, água corrente que lava
Como lava, derreto tudo com umas palavras
Sempre quentes como brasas, eu só queria asas.

Inserida por Jonas_Vieira_

As vezes é preciso
Fechar as portas
Rever caminhos
Se abrigar em outros ninhos
Fazer morada
Em outras ruas
Respirar outros ares
Se amar de verdade
Abrir as asas
Superar tempestades
E se abrigar em um fim de tarde
Que te revela em poucas horas
Uma nova manhã

Joyce Amanajás

Inserida por Joyceamanajas