Se ela quer Voar a porque tem Asas
ASAS DE LIBERDADE
Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Um sussurro doce, uma despedida.
Que o vento insiste em carregar.
Nos jardins onde a vida floresce.
Entre cores, perfumes e luz.
Minha alma agora repousa.
Onde o tempo não me conduz.
As asas levam sonhos antigos.
Pintados em tons de esperança,
E cada voo traduz o desejo.
De reviver a eterna dança.
Se me buscares, olhe o céu.
Ou sinta o perfume a soprar.
Pois eu danço entre as flores.
Onde a liberdade é meu lar.
ASAS DA NOITE II
Quando a noite chegar e o céu escurecer,
A lua será nosso farol para nos guiar.
No silêncio do mundo, basta somente ficar,
Você ao meu lado, firme, sem hesitar.
Se as montanhas caírem, e o chão desmoronar,
E com forte paixão o mar rugir,
Não haverá lágrima, não haverá temor,
Pois tua presença será meu cobertor.
A leveza do instante, a modernidade de um olhar,
É na simplicidade que se aprende a amar.
Fique comigo, onde quer que seja,
No compasso da vida, no alento do amor
.
E quando o vento soprar, trazendo incertezas,
Saiba que juntos somos fortaleza.
Como a melodia que o tempo não apaga,
Somos harmonia, somos alma que se abraça.
Nas Asas da Noite I
Quando a noite desponta e o céu silencia,
Há uma luz que nasce na pura harmonia.
Não temo os ventos, somente escuro chão,
Pois tua presença é meu coração.
Se as montanhas caírem e o mar se elevar,
Se a vida tremer, sem rumo ficar,
Seguiremos juntos, firmes a caminhar,
Na força do laço que nos faz voar.
A vida fica mais leve quando temos a apoio,
Quando o amor, como chama, perdura.
És o porto, a paz que não se desfaz,
Um eterno abrigo em noites vorazes.
E quando o tempo sussurrar incertezas,
Seremos faróis, vencendo fraquezas.
No infinito tempo, seguimos a sorrir,
Companheiros do agora, prontos a parti.
As asas boçais da violência
Um dia em que a boçalidade superou o estado democrático de direito. Ainda bem que o Menino do Mucuri nasceu em 1964, num estado de beligerância, acostumado com rajadas de tiros e toda sorte de arbitrariedades neste período de nuvens negras na história do Brasil.
Em plena época de crise de saúde pública em ordem planetária, agentes públicos, despreparados, autoritários e boçais ainda tentam se valer pelo poder da força, são almas e descendentes da ditadura, abutres roedores da Administração Pública, que vivem feito sanguessugas nas trincheiras e às margens da lei.
Não sabem nem por onde a sirene vem, mas ouvem o barulho da sirene e nem se comovem do sofrimento alheio. Tudo isso é festa, a banda passa, o tempo muda e a história modifica, um dia esses contumazes agressores da norma serão vítimas do próprio sistema.
Não há homens prepotentes, nem chacais sociais. Existe na verdade sociedade covarde, pusilânime, que a tudo aceita e nada acontece com a tirania de bocais que destilam suas peçonhas nos quadrantes do território e se homiziam nos umbrais da Administração Pública. A tirania é antes de tudo uma fraqueza coletiva que aceita uma falsa fortaleza individual. Pobre do cidadão que se ver sufocado pela violência estatal, institucionalizada, em nome da defesa social. E olha que há bons agentes públicos, aliás, é uma regra, mas aqueles cabotinos de plantão que acham que têm um Rei na barriga geralmente conspurcam a Instituição e coloca em risco os interesses da Sociedade.
As alvoradas da liberdade não surgem como um acontecimento natural. As manhãs da liberdade se fazem com a vigília corajosa dos homens que exorcizam com sua fé os fantasmas da tirania.
Sobre as asas do triunfo, alço meu voo,
Na senda do saber, trilho meu enlevo.
Às oportunidades, adapto-me com ardor,
Num poema atemporal, forjo meu labor.
A Vila! A Vila é dos ninja
Como o céu é do falcão; 🦅
Um antro onde a inteligência
Cria asas de gozação.
Influencers, desprezais a Vila?
Batei palmas prum gorila 🦍
Que posa que tudo soube!
Ninguém vos rouba os confetes;
Tendes tão belas tietes!
Deixai o estudo aos shinobi. 🥷
Soneto : Asas Da Morte
Sigo em ritual fúnebre queimando em brasas
No fogo ardente que me queima vivo
Meu coração sustenta seu lado abrasivo
Enquanto meu corpo mergulha em águas rasas
Afogando-me aos poucos, num rio sangrento
Um mar de ódio que dos meus olhos vaza
Neste mar talvez que minha alma jaza
E segue em seu íntimo sem sentimento
Talvez por um tempo eu mesmo me conforte
Com a dor que enfrento em minha consciência
Ou somente viva crendo na ciência
Que talvez um dia eu possa voar distante
Enquanto meu lamento segue tão constante
Voarei nas asas desta nefasta morte
Já quebrei asas de amor depois voei Já me encantei mas consegui chegar
Peguei carona no trem da saudade.
Borboletas e Casulos
Então,
a Borboleta resolveu sair do casulo.
Pintou as Asas,
vestiu se de alegrias
e foi conhecer novas Flores.
Sorriso da Flor.
Para alegrar a entristecida flor,
pintei as minhas asas,em seu
entorno voei feito beija flor.
O sorriso, da então entristecida Flor,
a todos contagiou.
É verdade, a vida é um ciclo constante e o amor permeia suas curvas nas asas da paixão ardente onde o tempo é apenas um passageiro e o desejo é uma adolescência intensa contida pela maturidade onde a idade não soma apenas experiências e viver é um impulso circulante nas voltas da vida de quem se permite ser amante, amando e vivendo para amar como se fosse infinito...
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