Saudade Desconhecido
Soneto do desconhecido ...
E agora o que fiz de errado novamente?
Como posso pensar de um modo e agir de forma tão diferente do que desejei?!
Amo sentir teu abraço, teu cheiro, ouvir tua voz, ficaria eu por horas na tua
Companhia, só para telo por perto.
Mas quanto te vejo meu coração bate tão forte que chega doer, contrarie-o minhas vontades meus desejos, faço o que não quero, por saber que é seu querer, será isto amor?
Queria grita, expressar com palavras, atitudes, queria que você soubesse que eu te amo, que fosse palpável, que você perceba no tom da minha voz a dizer-te
EU AMO VOCÊ.
Sempre fui saturno até o dia em que conheci você ,que me faz derreter com seu sol de verão ,seu calor degelou minhas armaduras e assim fiquei vulnerável
Mas quem nasce saturno sempre terá nove lua para esfria-lo e lembrá-lo de quem ele realmente é.
Por mais que eu ame amar você ,sempre serei saturno...
A cada passo que damos em direção ao conhecimento nós aumentamos a margem do desconhecido. É fascinante aprender e logo depois ter a impressão que não sabemos de nada.
casamento para muitas pessoas é igual fazer uma viagem para um lugar desconhecido,sabe o caminho de idade mas não tendo o GPS não consegue voltar
É destino do homem rezar, pedir o auxílio do desconhecido para o bem e para o mal, é sina deste pobre animal, mais carregado de trabalho que qualquer outro bicho da terra ou do mar, ter medo e desconfiar das próprias forças.
procuro o inevitável
anseio pelo invisível
tateio o intocável
busco o desconhecido
notar o que os olhos desviam
ler o que não está escrito
tento ludibriar meus gostos
esquecer o que não consigo
Maldita seja a terra por causa do homem que é não se submeteu ao desconhecido ao desconhecimento buscou o saber e na sua busca encontrou respostas agora o homem tolo de autora conhece a verdade oculta o bem e o mal seu castigo uma maldição expulso do Paraíso posso igualar ao Divino o homem caiu no mundo foi lançado como castigo por não obedecer a ordem de submissão ao divino agoraa desobediência o homem possui consciência e racionalidade conhece a verdade é como Divino maldito o homem por saber tanto quanto divino da terra terá sofrimento colher as abrolhos e ao pó voltará um dia novamente Tolo é o homem esse opõe ao divino em sua santidade divindade que proibiu o homem de buscar no conhecimento sua Liberdade maldito seja toda a terra pois o homem é livre e possui racionalidade
Livre-árbitrio
Talvez seja mais fácil amar alguém que não conheço, porque no desconhecido mora a liberdade de imaginar o outro sem falhas, sem cicatrizes, sem o peso do cotidiano. Mas então me pergunto: será amor ou apenas atração disfarçada de encanto? Porque o amor real exige convivência, paciência e a coragem de amar mesmo quando o espelho revela rachaduras. Já pensei que o amor só valeria se durasse para sempre, mas o “para sempre” é uma fantasia que o tempo insiste em contrariar. Existem amores que duram um instante e mesmo assim deixam marcas que resistem à eternidade. Descobri que amar não é prender, nem possuir, mas sentir... com presença, com verdade, com entrega. E mesmo que termine, se foi amor, existiu. E isso basta. Porque o amor, em sua forma mais pura, é o motivo da existência. Não precisa ser eterno no tempo; precisa apenas ser verdadeiro no momento.
Entre as sombras do desconhecido,
Onde a ausência desenha o seu traço,
Eu me perco em sonhos, tateando,
O que seria ser pai, o que seria o abraço.
Nas horas em que o silêncio é profundo,
E a dúvida murmura em seu canto sereno,
Imagino o futuro, o toque do mundo,
O calor de um vínculo, suave e pleno.
Não conheço o rosto, nem o riso,
Mas sinto a presença, um eco distante,
E em cada pensamento, um delicado aviso,
Que em algum lugar, um filho é um instante.
O que seria eu, pai, em sua história?
Um guia, um porto, um alento, um farol,
Em cada gesto, a promessa de memória,
De um amor que transcende e consola o sol.
❤Tenho medo do desconhecido pois pisaram tanto em mim que agora estou me transformado no vinho raro ❤
XIII - Emissário de um rei desconhecido
Emissário de um rei desconhecido
Eu cumpro informes instruções de além,
E as bruscas frases que aos meus lábios vêm
Soam-me a um outro e anómalo sentido...
Inconscientemente me divido
Entre mim e a missão que o meu ser tem,
E a glória do meu Rei dá-me o desdém
Por este humano povo entre quem lido...
Não sei se existe o Rei que me mandou
Minha missão será eu a esquecer,
Meu orgulho o deserto em que em mim estou...
Mas há! Eu sinto-me altas tradições
De antes de tempo e espaço e vida e ser...
Já viram Deus as minhas sensações...
"" Ah teus olhos
que não acreditam no que veem
incrédulos fitam o desconhecido
talvez esperando uma visão
que irradie luz e paz e amor...""
Me veio a recordação de uma frase de autor desconhecido, que há anos atrás repostei, sobre determinação. Frase profética: a determinação sempre me foi constante, as vezes bênção, as vezes fardo que eu levo. Mas sempre me foi a capaz de chegar longe, nessa pouca curva que estou agora
Temos que estar constantemente preparados para o inesperado, para o sabor desconhecido do fracasso, porque da vitória, todos já sabemos o gosto. Diante das crises que interromperam minha infância, entendi que o fracasso não é exceção, mas regra. Cada passo adiante vem acompanhado
de suspeita e medo, pois o peso do imprevisível me ensinou que cada “provavelmente dará certo” pode se tornar “certamente dará errado” num instante.
Luz e Escuridão
No princípio, não havia trevas.
Havia o silêncio — e o desconhecido.
A luz veio depois.
Mas quem ousa dizer que ela foi a salvação?
Talvez a escuridão não seja ausência,
mas o útero do que ainda não nasceu.
A luz revela, sim.
Mas revela o que os olhos suportam.
E o que queima demais, cega.
Há quem tema o escuro —mas nunca o questionou.
Talvez o medo venha não do que ele é,
mas do que ele impede de controlar.
Na luz, tudo se expõe.
Na escuridão, tudo se escuta.
Há sabedoria nos olhos que brilham,mas há sabedoria mais antiga nos olhos que se fecham.
Quem acende uma vela pode afastar as sombras,
mas também pode criar outras.
A pergunta não é:
“Você prefere luz ou escuridão?”
A pergunta é:
“Você sabe quem você é quando a luz se apaga?”
By. Prof. Cranon
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