Saudade Desconhecido
(...) Perdi o medo do desconhecido,
hoje sigo meu caminho em busca
do novo, não importa por onde vou
caminhar, trago pouca bagem, deixo
apenas pagadas do amor, aroma
das flores colhidas ao longo do caminho.
O Louco nos convida a confiar no desconhecido, a dar o primeiro passo mesmo sem saber o destino. Ele carrega leveza, desapego e a coragem de ser guiado pela intuição, não pela lógica. Representa o início de uma jornada, onde tudo é possível porque nada está definido. Sua inocência não é ignorância, mas fé pura na vida. Ele nos lembra que, para evoluir, é preciso abandonar certezas e se abrir ao mistério. O Louco nos ensina que o verdadeiro risco é não viver. E que, às vezes, saltar no vazio é o único caminho para encontrar a liberdade.
Transformar a vida exige ousadia — a coragem de sair do conforto, enfrentar o desconhecido e desafiar as próprias limitações. Mas a ousadia, por si só, não basta. É a vontade firme que nos mantém no caminho, mesmo quando as tempestades parecem mais fortes que nossos passos. E é a constância que constrói a mudança, dia após dia, pequeno gesto após pequeno gesto.
Para que essa transformação seja verdadeira, o equilíbrio é essencial. É ele que nos ensina a agir sem pressa, a persistir sem desespero, a avançar sem perder a paz. Quando ousadia, vontade e constância se unem em harmonia, a vida ganha novos contornos, e o impossível se torna possível.
A luz que faz o nascer, numa voz de canto
Numa voz de espanto, ao desconhecido
Um caixão nos espera, ou uma coroa, acorda!
Meus versos estão dormindo, acorda!
(...)
Esse sono inibe a beleza que está lá fora,
Agora, a luz desta manhã é oferta de gratidão
Em vestidos novos, se despiu para o mundo
Azul-celeste, brilhaste a este céu
(...)
Caminhante! Eis o caminho e a viagem!
Abra os olhos, veja as alas dos ventos
Fujam das cobiças dos homens
Torna o teu nome, uma casa de paz
(...)
Para aonde levará esse teu caminho?
O que dirá a teu favor a sua linguagem?
A casa vernacular é uma cova fecunda
Cada homem, espalha-se em sua eira
(...)
Sozinho em lama, resta-lhe o silêncio;
Em terras profundas deságua,
Acorda! É tardia as histórias
Sobre ti, há um rio de memórias
(...)
Ei o tempo perdido, recupere-o de logo
Nutre a aurora que espalhastes
Apreende o caminho ao caminhar
Não volte! Nunca mais a está aqui
Ande! Avance! Acorde.
§
in: TORVIC, Allam. O viajante iluminado. São Paulo: 2023
Abrace o desconhecido,
Cante uma velha canção e,
Relembre uma paixão.
Nesse instante, irá sorrir
De saudades, de tudo
Aquilo que foi e que não
Voltará jamais a inocência
Vivida, então reviva.
Quem confia em Deus não teme o desconhecido, pois Ele é o guia seguro em todas as jornadas de nossa peregrinação.
“Quem se precipita em tomar uma firme posição em defesa do desconhecido, constrói um edifício sobre a falsa relva do pântano.”
É natural ter medo do desconhecido, de enfrentar as adversidades e de lidar com as incertezas que o futuro nos reserva. Mas percebi que é justamente nessas situações que tenho a oportunidade de me superar, de me reinventar e de descobrir novos caminhos.
Ao confrontar minhas inseguranças, estou me permitindo florescer. Estou deixando de lado as preocupações excessivas e abraçando a confiança em mim mesma. Afinal, não é sobre evitar as ervas daninhas, mas sim sobre aprender a conviver com elas e a transformá-las em adubo para o meu crescimento...
- Edna Andrade
A espera, por vezes, pode ser angustiante. Ela nos coloca diante da incerteza, do desconhecido, e testa nossa paciência. Mas é importante não se desesperar.
Ao enfrentarmos momentos de ausência e expectativa, aprendemos a lidar com a frustração e a desenvolver habilidades de adaptação. É uma oportunidade de crescimento pessoal.
A espera também nos lembra de que somos seres passageiros, em constante transformação. Nada é permanente, nem mesmo a espera. Tudo tem seu tempo e, eventualmente, chegaremos ao nosso destino.
Quando estiver diante da espera, respire fundo, mantenha a calma e confie no processo. Não se desespere. Aprecie a jornada e acredite que o melhor está por vir.
- Edna Andrade
Vezes sem conta na história dos negócios, um concorrente desconhecido vem do nada e, em poucos anos, ultrapassa os líderes estabelecidos sem que aparentemente se tenha esforçado muito.
Hoje em paz, sem medo do desconhecido.
Aprendi com o tempo que não somos obrigados a agradar a todos.
Aprendi que o certo e o errado têm suas consequências.
Aprendi que temos escolhas e teremos que lidar com elas.
Aprendi que só os fracos humilham , isso talvez para suprir o seu nada interior.
Não me arrependo de muitas muitas coisas, porem estás poucas utilizo como base de experiência em meu banco de dados pessoal.
Aprendi que não devemos mudar as pessoas, porque elas não cometem os mesmos pecados e erros que eu.
Aprendi que o mesmo que falava de mim, falava dos outros para mim.
Descobri que o homem não é aquele que bate, mas o que guarda e protege sua família, voltar para casa inteiro é muito bom.
As histórias que mais amo ouvir, são de sucessos pessoais e profissionais.
Aprendi que o importante não são os saltos e sim o ritmo com que tu caminha e leva a vida.
Zelo, companheirismo, cumplicidade, e amor próprio são fundamentais para o sucesso.
Perdão, difícil mas somente com ele tive paz; Perdoar não significa que tenho que conviver (na verdade o perdão foi para mim mesmo, como a indiferença faz bem ).
Aprendi a viver, redescobri meu eu, aprendi o significado do amor.
Um sábio foi procurado por um desconhecido,que lhe falou sobre a incompreensão da vida e que isso lhe gerava tristeza,frustrações e muitas doenças.Queria então saber o que lhe faltava para compreende-la melhor.
O sábio então lhe respondeu:Deus, é o que lhe falta para compreender tudo aquilo que não compreende.
