Saudade de um Velho Amigo
Eu defendo o que a bíblia diz, que o obreiro é digno do seu salário. Quer no velho testamento, quer no novo, os servos de Deus recebiam da igreja ou do serviço do templo.
Mas há pessoas crentes que acham que não devem os pastores ter salário. Dizem estes, que o obreiro deve ter fé! Eu pergunto, que fé é essa? E os crentes porque recebem e não têm fé também? Isto é muito complicado! A falta de amor é muito grave!
Atenção a isto! Há pessoas más mesmo. O que diz o Apóstolo Tiago sobre isto? A fé sem as obras é morta? Se eu não tivesse pago a segurança social, pela igreja que pagou, como pagaria eu a instituição ondo estou? Pois eu tenho fé! Mas a falta de amor é pecado! E digo isto, não por mim, mas pelos que estão no ministério! Amem os vossos pastores! Principalmente os verdadeiros e vossos amigos. Dêem os vossos dízimos.
A igreja não é fonte de lucro. Mas também não é fonte de miséria e falta de amor. Sinceramente eu acredito que há servos do Senhor a passar necessidades, principalmente em África, principalmente em Moçambique. E talvez em Portugal também. Que Deus abençoe.
Do céu
Se a igreja pensa que os Profetas e todos o velho testamento, não são para igreja, para os aplicar a si própria, está enganada! A igreja deve receber a palavra dos profetas de Israel, como se fosse para a igreja.
Para todos os efeitos Israel é apenas um exemplo de espiritualidade. Assim como Israel foi advertido, a mesma advertência é dada à igreja, para deixar o pecado! Mais uma vez digo, "Deus não tolera o pecado". Isto tanto no velho testamento como no novo testamento.
No velho testamento, Deus matou alguns que não participaram por incredulidade, naquilo que eram imagens e símbolos das coisas celestiais. Mas no novo testamento, Deus nos fala, não por símbolos, mas nos fala por aquele que é do céu (Jesus Cristo)! Por isso no Novo Testamento ele é ainda mais rigoroso que no velho testamento.
Deus não nos fala por simbologia, mas é ele que nos fala diretamente lá do céu. Portanto muito cuidado quanto ao pecado! Moisés nos falou da terra, por meio de símbolos do céu. Moisés era da terra. Mas Jesus Cristo é do céu e nos fala lá do céu!
Mais valor tem Jesus Cristo do que Moisés!
Marinheiro do Farol
Um velho marinheiro
em sua última viagem,
Sem nenhum dinheiro,
rico em camaradagem,
Juntou as suas tralhas
pra desembarcar,
No convés a residência
que devia abandonar.
O mercado a direita
e a taberna à esquerda,
Foram sua família
na época das cheias,
E encostada num barril
estava á jóia mais cara,
A conquista de um pirata,
a mulher que ele amara.
Saindo da labuta,
No abrigo marítimo,
Ele ditaria
serenamente seu ritmo.
O amor é tão lindo,
Que fez aquele velho,
Se sentir um menino.
O amor no farol,
Fez aquele marinheiro
se orientar melhor.
O amor no farol,
Fez daquele marinheiro
um homem melhor.
E o velho retirante se coloca a caminhar,
Na busca por um fio do passado a restaurar,
Passado em que sentiu orgulho de viver,
Viveu e assumiu paixões no entardecer,
Sem medo do escuro dominar sua clareza,
Usou toda a artimanha era o rei da esperteza,
Não detinha um centavo, mas foi o mestre da nobreza.
Aquele bairro tinha se tornado uma grande privada satélite, anexada ao centro velho e abandonado da cidade, um território esquecido por seres civilizados, antro supremo das mais relevantes categorias do tráfico, drogas, armas, contrabandos e piratarias de todos os gêneros imagináveis, prostituição. O lar do crime rigorosamente organizado, refúgio de marginais, imigrantes, putas, travecos, ligeiras, minorias, desempregados, miseráveis e mais miseráreis, mas nenhum culpado.
Enquanto os organismos se transformavam, Edegar permanecia sentado nas ruínas do velho clube abandonado e elas não o abandonavam.
Edegar despreocupado, permanecia sentado nas ruínas do velho clube abandonado. A maioria pensava que Edegar fosse apenas mais um inativo. Não, ele era notável.
No entanto num dia desses, passei como de costume na frente do velho clube, e o ilustre guardião das ruínas não se encontrava mais em sua ocupação. O notório Edegar que por tantos anos aquele local ocupou, não ocupava mais seu lugar.
Quando minha alma, este fulgor tépido;
de meu velho corpo irá se separar;
meu caixão, morada do cadáver fétido;
será o casulo que irei abandonar;
e estarei livre, me sentirei lépido;
borboleta pronta para voar.
O passado é como um velho quadro pendurado na parede, passamos por ele sem nos darmos conta, e só conseguimos restaurá-lo agindo com benevolência daqui pra frente
O Tecelão de Fios Invisíveis
"Um velho chamado Telmar, o Tecelão,
vivia no alto da torre da mão.
Tinha um tear de fios tão sutis
que ninguém via, mas todos sentiam.
Ele tecia o destino dos homens,
criava vitórias, moldava os nomes.
Com um puxar, fazia um nascer,
com um laço, fazia esquecer.
O povo dizia: “Telmar é poder”,
e o temiam, sem nunca o ver.
Mas um dia, um menino subiu
até a torre onde o medo fluiu.
— Senhor dos fios, por que nos prende?
— Porque vocês me pedem, e nunca compreendem.
Vocês temem a vida que escapa das mãos,
e preferem viver em minhas ilusões.
O menino então cortou um fio,
e o mundo parou, caiu o frio.
Pois todos estavam atados demais
às tramas que Telmar fazia por trás.
Aprenderam, então, que o poder que domina
é aquele que nasce do medo que mina.
E que o controle é a mais doce prisão
para os que recusam ouvir o coração."
Não importa a tua idade, o que importa é a tua qualidade, porque, novo ou velho sem qualidade é descartável.
Durante almoço em uma embaixada sueca, conversas amenas rolando, a anfitriã pergunta a um velho engenheiro:
O senhor sabe a diferença entre a dama, o diplomata e o engenheiro?
O velho homem, calmamente disse que sim e explicou:
A dama, quando diz NÃO, significa TALVEZ; quando diz TALVEZ, significa SIM; e quando diz SIM não é uma dama.
O diplomata, quando diz SIM, quer dizer TALVEZ; quando diz TALVEZ, significa NÃO; quando diz NÃO, não é diplomata.
O engenheiro quando diz SIM, significa SIM; quando diz NÃO, significa NÃO; e quando diz TALVEZ...não é engenheiro.
A gente envelhece quando para de cantar.
Se você nunca cantou...
Então, você já nasceu velho.
☆Haredita Angel
Ah, o meu amor do passado...Coitado!
Tá velho, feio, barrigudo
e ainda pinta
o cabelo de preto graúna...
☆Haredita Angel- 10.02.21
Era dezembro, lá vinha ele, mas uma vez sua data preferida, velho, com barbas brancas como a neve, sobre os ombros um saco, era sim um bom velhinho, mas devido ao frio o velho Xico morreu em uma calçada de uma rua qualquer, era apenas um velho em situação de rua.
Te amo,
Como um velho vagabundo ama sua bengala,
Relembrando suas noites na Sanzala.
Te amo,
Mesmo quando te trato mal,
Quando tudo parece anormal.
É meu jeito de ser,
Como diziam antes de crescer:
"Parecer nao é ser".
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