Sapatos
#Pai_Pobre
Pai...!
Se Passam 3 meses que você prometeu-me Sapatos novos
Mas eu não Estou exigindo
Porque Mesmo Os Seus já estão descolados
Sem saber oque comer amanhã
Ao menos comemos hoje
E para amanhã só nos resta orar
Quem Sabe Deus poderá nos escutar
Pai...!
Eu estou andando Descalsço
Mas eu não exijo chinelos novos
Pós eu sei que não tens dinheiro
Ainda Sei Que o seu sonho era ser bombeiro
Mas infelizmente não tinhas condições pra tal
E por essa razão és simplesmente um jardineiro
Vejo Meus Amigos Ostentando Em Festas De Aniversário
Mas Eu não me sinto mal por isso
Pós eu não sei Oque é festa de aniversário
Porque nunca tive
Mesmo Assim Agradeço Pelo Arroz
Que pai me dá
Pós sem isso o homem não vive
#primeiromcpoeta
Baseado Em Factos Reais!
quanta expectativas:
o terno era sempre o mesmo. os sapatos, a camisa e a gravata também, mas que importância tinham estes detalhes?
era sábado e ia ter baile com orquestra. Isto sim, importava
e como importava.
//melhor esperar uma música lenta. logo a orquestra toca.
a expectativa, a espera de um olhar e o convite: -"vamos dançar?
a garota na frente, aqueles passos meio atrapalhados pela emoção ia seguindo os delas, enfim o contato. a musica quase não importava, desde que demorasse bastante . e aí, por um tempo, o mundo deixava de girar. mesclas de perfumes exalados dos corpos. palavras sem sentidos, ditas em silêncio. a pulsação dos corações que traiam as intenções.
amanhã, quando eu acordar, o perfume dela ainda vai estar comigo .
quanta saudade ./i
Dê a uma garota os sapatos certos e ela conquistará o mundo.
Quando alguém te convidar para entrar em seu coração, tire os sapatos antes e olhe por onde anda, tome cuidado onde pisa, coração é solo sagrado, seara fértil onde se cultiva amor.
Não é uma questão de perder só os sapatos e a hora.
É a vida lhe tirando tudo
Como o tempo e o caminhar
Se fosse só perder as chances e os sonhos
Mas é a vida lhe tirando tudo
E instalando nestas lacunas medo e culpa
Não é só perder o dente
Mas perder a vontade de falar
É oprimir os sentimentos antes tão manuseáveis
Não é só perder a calma
É se abater por tudo e ainda caminhar pela vida como um zumbi das séries americanas
Onde tudo dói intensamente, mas não se percebe
Onde há feridas abertas na boca, na alma e no coração, mas não lhe assusta.
Se fosse só perder a luta,
Mas tudo acaba quando a vida lhe tira a paz.
No caminho da vida, você pode mudar de sapatos,
mas os pés sempre serão os mesmos!
Então, cuidado ao caminhar...
Calcei um par de sapatos
Molhados
E o som que a chuva faz
Batendo na porta da frente
Me entristece e faz
Já tanto tempo
A roupa atrás da geladeira
E as traças do meu quarto têm
Seus objetos de desejo
Meias novas esquentam mais do que abraços
Casamento de Cláudia
A igreja estava preparada, a noiva bordada do fio de cabelo
aos sapatos pontiagudos. O noivo pronto, embrulhado para ser somente ator coadjuvante, os violinos afinados para chorar e os pais ansiosamente educados.
Convidados paramentados, outros salivando a festa, flores aprumadas à passagem de quem tinha fita no cabelo e queria se casar e já podia se casar.
Todo casamento vibra em um só acorde: o emocionante que escorre das pedrarias até as lágrimas dos mais íntimos.
Lágrimas escorridas talvez nesta única vez aos sons musicais.
Promessas sacudidas, retumbadas, vibradas e ecoadas ao pé direito do Altíssimo de todas as igrejas. Amarrando intenções de amor, de muito amor, amor que transforma, modifica a cada dia, face a face ao espelho.
O sacerdote pergunta a todos:
– Quem acha que se casou com o mesmo homem/mulher que há 30 anos?
Murmúrios... e continuou.
– Se acharem que são os mesmos, estão todos mentindo, não são, todos mudam. Vocês se enganaram, equivocaram e acham que permanecem felizes.
Rita assustou-se, soluçou, escorreu lágrimas e Rosa abriu a magia de toda bolsa e lhe deu maquiagem para representar e atuar.
Na festa, surpresas do talher, ao som que empurra pares a sacudir o que lhes fora ofertado: bebidas geladas em copos suados.
Madrugada, a noiva não desiste, joga o “bouquet” com golpe de astúcia para que todos alcancem e apreciem a sua vitória.
Alguém alcança, transpirada, e mostra a todos que ela também tem chance.
Na saída, o café perfumado, a montanha dos “bem casados”
empilhados à espera.
Rita apreciou, tinha que levar todos; eram bem casados, na bolsa ficariam espremidos e escolheu o decote como esconderijo.
Encheu, contornou os seios do que era mais doce, os “bemcasados”.
Na saída, a champanhe borbulhou em sua cabeça, o salto agarrou em alguma greta, caiu de ponta, espremeu “bem-casados” contra o peito.
Amarrotados, não restou nenhum para que pudesse degustar, amassaram-se e esborracharam.
E todos foram socorrer a vítima transbordando doce de leite.
Mas toda boa intenção também é doce.
Rita só queria ser bem casada.
“QUEM QUER CASAR COM D. BARATINHA? QUE TEM FITA NO CABELO E DINHEIRO NA CAIXINHA?”
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Aliviar o stress
Quero um chinelo ao invés de um par de sapatos que só me calejam os pés
E desse modo a vida se fez de louca
Desdenhou da realidade com um doce na boca
O mundo girou na solas dos meus sapatos!
O tempo rapidamente passou!
A pandemia chegou
Musculação, natação,
Não se faz mais
A marcas no rosto se acentuou!
Estou morrendo!
Sentado fico
Com o olhar fixo no horizonte, querendo gritar o seu nome.
Uma música bem baixa
Ouço a tocar
Eu levanto e vou na sua direção
E num palco, está uma banda a tocar a cantar uma linda canção
E fito em uma só direção, do lados nada a enxergo , sigo naquela direção, me aproximo a canção entra aos poucos no meu ouvido, pouco a pouco a minha respiração aumenta, os batimentos cardíacos aceleram, o sangue esquenta no meu rosto,ficam rubro, meu sorriso se abre, e uma lágrimas oculta corre, e o vulto do seu rosto dos seus lábios se aproximando se acentua na minha visão,na minha mente, você não está aqui, o garçom se aproxima me dá um drinks, e bebo e penso, eu fui o seu amor ,eu fui.
Eu fui a a luz do universo
a cor da luz do luar
as coisas da existência humana
o temor de te amar
o temor do fracasso
A inércia da imaginação
O golpe do jogador de poker
o seu arrependimento
O sangue na boca do morcego
E as pragas de maldição o lampião que acende
a negro da escuridão
a beira do penhasco
o te conhecer e o não te conhecer
O ódio e o amor
A cobertura da casa
o anzol da vara
a mão do inimigo
O mar
A praia
amizade, o amor , a paixão
o príncipe
O vilão
o dente do siso
os olhos da águia a cegueira do morcego
azedo o fel e o mel
Avô o pai o padrasto...
Dr repente vc me procura , me acha.
Me pergunta, vc sentiu alguma coisa por mim no passado, porque eu te amo!
O mundo girou, sinos tocaram, a luz da vitória e da felicidades se aproximam como um galope no meu coração, abrigado meu Deus por ouvir as minhas orações!!!
Paz e amor!!!
Desconhecido.
Não penduramos chuteiras nem sapatilhas, apenas trocamos por outros sapatos - nossos pés cresceram - foi no bazar da vida.
Tudo na vida tem solucao
Meus sapatos...
Que comprei com tanto gosto.
Meus sapatos...
Que só tem o meu rosto.
Meus sapatos...
Sempre estragados
Sem dinheiro, nem uma quinhenta recomendada...
Meus sapatos...
Que nunca tiveram medo de nada
Meus sapatos...
Sempre velhos,
Mas que sapatos bonitos !
Meus sapatos...
Quem me dera encontrà-los!?
Uns iguais a estes.
Meus sapatos...
Que dia-a-dia fazem o pão dos sapateiros,
Por tanto serem velhos.
Meus sapatos...
Que são o pão quente dos sapateiros,...
Meus sapatos...
Que são tão diferentes
Meus sapatos...
Que dão de comer aos sapateiros
E esses são os meus sapatos.
Mulher africana
Mãe da África
Mulher tão bacana
Mulher africana
Sempre rica
Mamana wa Àfrica
Que ouve não acredita
Mas a escrita tornou o largo mais livre e cheios de tantas maravilhas.
Oh,mulher do continente
A mulher mais adimirada
Essa que é tão diferente e nunca teve medo de nada
Quem me dera fosses o custo do nosso pão
Que arriscamo-nos a procura da vida
Quem ousa te derrubar e te tirar o que por muito tempo conquistara
Lutaste muito, ninguém deve reclamar
Sopraste para o nosso continente a vara que ninguém quer pegar...
A sua coragem...
Foi magnífico ver no teu rosto
Quã, nós não pensavamos na sua primazia de seres o custo do nosso pão.
Quem me dera ser tão feliz
Quão castigo oferecido n~ao foi o que fiz
Ha tanta disputa do amor
Que no fimso nos dor
Sorri em vez de ficar na minha dor
Sai,em vez de ficar muito fechado
Aprendi a ficar e escolher a minha flor
Agora sei de que o eu queria esta organizado
Procurando você ♥
Andava eu na beira do ma r
Querendo me distrair , descalço
Querendo sentir a suavidade da areia,
Mas na verdade, querendo sentir o teu perfume no ar
Lembrar do rebolar do seu corpo nas ondas do mar
O teu sorriso no brilho das estrelas,
E o teu olhar no luzir da lua
“Estrato”
Nuvens de cabeça
Caminhos na contra mão
Pressa nos sapatos
Amigos de refrão
Flores no fogão
Calor entre a escuridão.
entao pintei de azul meus sapatos
por nao poder pintar as ruas
depois vesti meus gestos insensatos
e colori minhas mãos e as tuas
Tentei manter a casa arrumada
Não espalhar roupas e sapatos pelo chão
Fazer o jantar todos os dias
Não deixar toalha molhada no colchão;
Um dia bati na porta e ninguém abriu,
Liguei e ninguém atendeu,
Eu não estava lá, não era eu.
Cheguei em casa e já se acabou mais um dia, ao tirar os sapatos agradeço por olhar o relógio e já passarem da 00:00.
A vontade é de apagar todas as luzes, me jogar no sofá, agarrar uma almofada e chorar. E numa súbita raiva eu quero sumir. Esquecer.
Esquece que você existe. Esquecer que um dia já existiu 'nós'.
As mentiras continuam e as desculpas, mesmo verdadeiras, eu já não faço questão de aceitar.
Eu ainda não sei o que se passa dentro de mim, amor e ódio, felicidade e infelicidade, lembranças e indiferença,...
Eu conheci alguém que me fazia feliz, alguém com que eu podia confiar, alguém que me contava tudo e com quem eu podia contar. Hoje é mais provável que eu converse sozinha.
Hoje conheço alguém que não reconhece minhas mudanças, meus desapegos, meus sacrifícios, minhas dores,...
Alguém que me prova de ser eu mesma.
Eu quero acordar e ter coragem para não te ligar e se você fizer o mesmo, ter coragem para seguir minha vida. E daqui a um tempo me auto-reconhecer novamente; brincar e sorrir a toa; sair e me divertir; e no final olhar para o passado e não te enxergar lá. Não, não quero que você esteja nem no passado. Quero que você simplesmente não exista. Quero que não seja real. E finalmente conseguir sorrir, bem longe de você.!
“Em minhas turnês eu levo alguns pares de sapatos, meu laptop, meus acessórios faciais e para cabelo. Enfim tudo aquilo que uma menina precisa para uma viagem.” (Revista Elle Girl, 04/03/04)
