Salto
to atraz de um sonho to afim de voa um herdeiro do sol mais um filho do mar dei um salto do sol e cai bem no ceu viajando nais nulvens vi seus olhos de mel acordei boladao com uma lambida na cara minha cachorra disendo ta na hora da farra eu abri a janela di cara a mulherada gritando silmar coe da parada dei um salto do sol e cai bem no ceu
“O concreto muro das ilusões”
Um muro alto,
É tudo o que vejo,
Eu corro, eu grito, eu salto,
Mas só ouço um relampejo.
Que me desperta da tentativa,
Dessa minha vida relativa,
De sufocado desejo,
E sufocante partida.
Desse tempo nauseante,
Querendo resgatar o antes,
Não podendo ir adiante,
Nem vendo qualquer saída.
Muro de três tempos,
Muro de sentimentos.
O esforço que esgota,
É o mesmo que me suporta.
O silêncio gritante,
Que me abate e me motiva,
É um sábio pedante,
Um adulto infante,
E uma dor gradativa.
Para onde quer que eu ande,
O muro se expande,
Junto com essa dor tão grande,
Que não deixa alternativa.
Muro sem fim,
O vazio em mim.
Ninguém ocupa este espaço,
Tão ávido e casto.
Me vejo solitária,
Nessa desgraça tão hilária,
De sofrimento não presumido,
E de amor pressentido.
Amor forte o suficiente,
Para me afastar de muita gente,
Mas que se torna inseguro,
Quando se trata de pular esse muro.
Muro de concreto,
Onde ninguém chega perto.
É todo meu o esforço,
E para quem me despreza eu torço.
Promessas jamais feitas,
Mas tão certas e aceitas,
Deixam minha alma emudecida,
Por que foram esquecidas.
O céu não clareia,
Meus olhos estão cheios de areia.
Por eles descem as lágrimas,
Com meu rancor e minhas lástimas.
Do mais profundo martírio,
Sou despertada por um cheiro de lírio,
Que vem do outro lado,
Daquele muro amaldiçoado.
Minha mente atordoada,
Ouve uma voz entrecortada,
Chamando pelo nome,
Que parece ser de um homem,
Em uma busca emocionada.
Querendo ir ao seu encontro,
Desesperada eu respondo,
Com incessantes batidas,
Que não sei se estão sendo ouvidas.
Meu semblante denuncia o medo,
De ser mais uma vez abandonada,
Não posso desistir nem tão cedo,
De finalmente ser resgatada.
Sem futuro no presente,
Mas com uma vida pela frente,
Tento seguir o caminho,
Onde não tenha que pular sozinha.
Só me resta este corpo,
Que de vida tem um sopro,
Mas preciso derrubar o concreto,
Para que eu possa vê-lo de perto.
Um olhar que não me é estranho,
A beleza ímpar daqueles olhos castanhos.
Uma lembrança intempestiva,
Me faz reconhecer aquela mão estendida.
O impacto do passado,
Tão presente e superado,
Me trouxe o amanhã.
Ao som de “Nem um dia”,
Na voz de Djavan.
Música de infinitos acordes,
Que faz com que desse pesadelo eu acorde,
É meu único apoio,
Para que eu possa novamente olhar no teu olho.
Muro da mesma rota,
Muro que te traz de volta.
Estou caminhando em círculos,
Hora no inferno, hora no paraíso.
De uma profunda reflexão,
Sou sorrateiramente despertada,
Não vejo mais sua mão,
Nem ouço sua voz emocionada.
Muro do arrependimento,
Da incapacidade,
Do nó por dentro.
Muro do orgulho ferido,
Da necessidade,
Do puro perigo.
Não importa quem duvida,
Para pular esse muro darei minha vida.
Um impulso,
Uma sequência,
Esse muro,
A resistência.
Pés e mãos corroídos,
Pelo tempo em que foram esquecidos.
O choque entre o que eu quero,
O que pode ser e o que espero,
A consequência em nada muda,
O querer sair dessa dor profunda.
Liberdade e o teu beijo,
Tudo isso em um só desejo,
Meu coração palpitando,
Enquanto vejo o concreto desabando.
Um forte pensamento,
E um chão cheio de cimento,
Dos escombros sou salva,
E reconheço aquela pele alva.
Tamanho sorriso,
Olhos castanhos dos quais preciso,
Teu beijo sela a vitória,
Nessa felicidade tão provisória,
De caráter indeciso.
Muro destruído,
Objetivo conseguido,
Meu corpo se entrega,
Estou fraca, estou cega,
Meu tempo já foi perdido.
Sinto meus pés do chão se desprendendo,
Sinto minha alma livre, estou morrendo.
Tenho que ir embora,
E não posso ouvir quem por mim chora.
Estou morta para a vida,
E viva para a metamorfose,
Não sou mais um barco a deriva,
Cansei dessa overdose.
Dessa droga que me alucina,
Que me inocenta e que me incrimina,
Que criou aquele muro de dependência,
De desconsolo e de “sub-vivência”.
Onde fui reduzida a lixo,
Absorvida pela minha condição,
E por crer num discurso prolixo,
Assinei minha própria condenação.
Reflexo do inconsciente,
Que insufla o ego e degrada a mente,
O livre arbítrio obrigado,
O som com os ouvidos tapados.
Muro que era de aparência,
Muro que crescia com a sua ausência,
Excesso da droga infinita,
Que rege o mundo e o limita.
Droga que criou esse muro,
Droga que o derrubou,
Só não conhece essa droga,
Quem nunca se apaixonou.
Este ano foi um salto grande para a minha sensatez humana, deixei pra trás as pessoas que não cabem na minha vida, tive vitórias jamais previstas, conquistei pessoas especiais, fiz grandes amigos e tenho certeza que serão pra sempre, porque esses aprenderam a me aceitar como eu sou realmente!
O SALTO.
No trampolim da vida, podemos dar grande salto para o sucesso ou uma queda para o fracasso.Tudo vai depender do tamanho da nossa confiança e da nossa ambição.
Crônica
A água escorre pelo cabelo e mergulha num salto finito, percorre uma extensão antes de explodir no chão sem retumbar, apenas talvez a contemplar o silêncio da espuma que desce ao sabor da gravidade dispersa por um ensaboar quase insano de alguém que busca se confundir com esse sintoma a deixar atemorizado . Algo esquisito como tentando decifrar uma metamorfose quase ambulante, uma andante a deixar sinais em cada lado de um corpo já sofrido a buscar descanso merecido, a vertigem ainda persiste, mente tenta acompanhar uma silhueta que se forma no encontro da espuma com a água que à pouco foi dosada pelo misturador, fazendo deslumbrar que tudo está relacionado a essa velha metamorfose ambulante.
Se o salto da Cinderela não cabe no seus pés, não calce-os.
O calo que ele irá lhe fazer, será mais doloroso do que andar com os pés descalços.
Menina Tristonha
Menina que chora e implora pra Deus ajudar
Retira o salto e pisa no chão tentando firmar o calcanhar
Menina cansada e tristonha prefere desacreditar
Em tudo aquilo que todos lhe dizem e lhe fazem chorar.
O mundo muda e as pessoas crescem e encolhem
As lágrimas rolam mas algumas se recolhem
O vazio preenche todo o coração
Enquanto o relógio conta o tempo que se passa em vão.
A mudança interior, para ser profunda e renovadora, deve ser da altura do salto que você quer dar na vida. O que você não pode mudar, você não pode atravessar.
O SALTO DA FÉ
A tendência natural do homem leva-o ao visível, ao que se pode pegar e reter como propriedade. Cumpre-lhe voltar-se, internamente, para ver até que ponto abre mão do que lhe é próprio, ao deixar-se arrastar assim para fora da sua gravidade natural. Deve converter-se, voltar-se para conhecer quão cego está ao confiar apenas no que os olhos enxergam. A fé é impossível sem essa conversão da existência, sem essa ruptura com a tendência natural. Sim, a fé é a conversão, na qual o homem descobre estar seguindo uma ilusão ao se comprometer apenas com o palpável e sensível. E aqui está a razão mais profunda por que a fé não é demonstrável: é uma volta, uma reviravolta do ser, e somente quem se volta, recebe-a. E, porque nossa tendência não cessa de arrastar-nos para outro rumo, a fé permanece sempre nova em seu aspecto de conversão ou volta, e somente através de uma conversão longa como a vida é que podemos ter consciência do que vem a ser “eu creio”.
(Em "Introdução ao Cristianismo")
Tenha Foco,
O foco fará você persistir no seu objetivo e transformará a barreira em salto para sua Vitória
Faço das minhas lagrimas sorriso..
piso em cima..
com meu salto 15..
porque amo as voltas que o mundo da..
ontem vc me fez de boba..
hoje vc se humilha.. me quer de volta..
e eu nao ligo a minima..
porque pra vc..
aprendi a nunca mais estar disponivel
Pantera, quando saio do palco à tanto salto alto à minha procura, eu me faço de parva, mas tu não és cega. Eu bem tento evitar mas, tudo o que Deus não quer o Diabo empurra, tudo aquilo que eu não quero o inferno sussurra e eu que não sou de ferro deixo-me levar, porque homem que é de ferro emperra com a chuva e quando vem a água vai enferrujar.
A vida que eu levo para ti não dá, hoje vivo na estrada e é lá que eu me deito. O tempo perdido já não vai voltar e hoje choras por tudo que poderia ser feito.
A vida que tu queres para mim não dá, hoje estás numa cama à espera que eu me deite. Tentei, tentaste, cansei de tentar. Hoje vê-me a sorrir por tudo o que foi feito.
Agora olha para mim... Olha para mim, a vida mudou, dizem que tudo tem um fim, será que acabou? Pensa para onde eu vou, olha para onde eu vim, hoje vejo onde eu estou, mas me vejo aqui sem ti. O brilho vira pó e foi só o que eu senti, a vida é um dominó e o jogo não é para mim...
Pandemia
E de repente nada mais fez sentido.
O brinco na orelha
O batom vermelho
O salto alto
A tinta no cabelo.
A vida ganhou um novo sentido...
O sentido do medo,
Do distanciamento,
Do isolamento...
Pra que o brinco?
Pra que o batom vermelho?
Pra que o salto alto?
Pra que a tinta no cabelo?
Não tem mais pra que... ou por quê.
Ficou a essência: o ‘ser’ e o ‘sentir’.
Cris Billis
Grandes mulheres têm excelência
em quebrar tudo:
a unha, o cabelo, o salto,
o coração, e a cara,
em nome de pequenas paixões.
