Ruth Rocha Amor
Rocha Eterna e Inabalável És Tu ó Deus da minha salvação e quando penso sobre as obras de Tuas mãos o meu coração arde de alegria;
Pois não há nenhum outro Deus como Tu e jamais haverá e ainda assim, vamos imaginar que houvesse na terra algum outro ser com poder que não é de homem daqui. Nem isso poderia se comparar com tudo...com tudo o que fez por nós.
Te amamos Deus e não haveria palavras ou livros o suficiente para descrever a nossa gratidão a Ti:
Pelo amor
Pala família
Pelo casamento abençoado
Pela vida do nosso filho
Pela reorganização familiar
Pela experiência que eu vivi hoje neste altar
E por tudo o que me contaste que está por vir em um espaço de tempo que não será o suficiente para executar tantas coisas sem a ajuda do meu esposo e filho e mais tarde o próximo que já está prometido daqui a poucos anos;
Existe tanta beleza no caminho que não me importo mais com a chegada...
Dayse Rocha caminhando numa manhã ensolarada de domingo
A Rocha – perfeito é tudo o que ele faz, pois todos os seus caminhos são justos. Deus de fidelidade, que nunca é injusto; justo e reto é ele.
Todas aflições que passamos não e para nos destruir, mas para nos tornarmos fortes como uma rocha.
A presença de Deus é fundamental para vencermos cada batalha!
Há milênios, trago na memória palavras que li na rocha e no papiro. São com essas palavras degustadas todo dia que me inspiro.
Forte como uma rocha, bonita feito as estrelas, doce como mel.. perfumada feito as rosas.... mas não se engane comigo.. o que eu tenho de meiga eu tenho de coragem.. eu viro fera se for preciso.. e se necessário mostro os espinhos.. receba de mim o que merece..
Existe um lugar na fenda da rocha, bem junto a Ti
Em Tua presença, em Tua presença
Existe um lugar aconchegado ao Teu coração
Em Tua presença, em Tua presença
Existe um lugar onde o orgulho não vai me seduzir
Onde o dinheiro, a fama, os aplausos
Não podem me comprar
Em Tua presença, Senhor
Em Tua presença, Senhor
Eu quero estar e mergulhar
Descansar em Teus braços de amor
A PEDRA BRUTA PARA SER PRECIOSA PRECISA SER POLIDA.
Rocha mãe, matriz milenar e inconsciente, bruta na nascente, solida e permanente, busca na escuridão das trevas, da subserviência, extirpar-se da rudeza de suas arestas, flechas incandescentes, pontiagudas e inconsequentes. Essa pedra bruta precisa, solenemente, receber de presente, o afeto, o ensinamento, o aparo, o amparo e o burilar, tornando-a pura e bela.
Desejosa em embelezar uma dama contente, na preciosidade do colar e do brinco envolvente, rola ribanceira abaixo ao encontro do seu Eu renovado.
Haverão pedras cúbicas, retangulares, angulares, quadradas, triangulares e redondas, irregulares e desniveladas, perfeitas e imperfeitas, simples ou em camadas, em pisos, muros, pontes e alicerces, que, ainda na aspereza original tem o seu jeito, a sua razão e o seu valor.
- O destino depende de sua escolha, da família rocha matriz, e do seu veio.
A aspereza pode ser a autodefesa, a insegurança e a falta de vontade em mudar-se, que, depois de burilada, perderá a sua essência e originalidade. Nada quer perder, nem que seja para encontrar o seu lugar, um novo, um belo, uma arte, um designer, um modelo, um desejo.
Perder pode ser ganhar um pouco, ou tudo.
O bruto pode ser suave, o áspero burilado pode ser uma joia rara.
Perder as asperezas tornar-se-á pequeno, mas notável.
A antes pedra bruta, através do pequeno cinzel, tornou-se polida, e, ainda mais diminuída, um diamante, uma esmeralda, ouro.
Quem conhece apenas o belo, não consegue imaginar quão duro e áspero foi a sua origem e a sua caminhada até o seu destino.
A PEDRA cúbica, outrora pedra bruta, enfeita e é cobiçada. Não é possível conhecê-la e entendê-la se não tiver a percepção do quanto foi maltratada, sofrendo todas as humilhações e as dores da transformação. O talentoso maestro não nasceu maestro, o grande médico não nasceu médico. Mudar para melhor é penoso, dolorido e demorado, e é preciso de uma persistência inabalável.
Elcio José Martins
Não adianta de nada construir castelos... se a base deles não é sólida!!! Que sua base seja Rocha, seja Deus!!!
"Estamos ASSENTADO na rocha ou na areia. Se for na rocha podemos enfrentar qualquer terremoto, enquanto na areia a maré e o vento podem nós carregar.. Por isso, seguir o conselho do apóstolo Paulo nos ajuda: --- Tudo eu posso, mas nem tudo me convém --- para atingir este objetivo; temos que combinar com o nosso subconsciente e nos valer: da honestidade, esforço, trabalho, reconhecer às virtudes dos outros e a nossa, respeitar o direito dos outros e o nosso, e no final da vida podemos dizer: fiz o melhor"
Respira fundo... não é um dia qualquer que vai tirar a tua paz...
Você é Rocha, fortaleza... você é força... você é guerreira..
Não deixe o caos desestabilizar quem nasceu pra ser vencedora!
Deus é fiel, misericordioso, benigno, grandioso em poder; inabalável Rocha, para todos que perseveram na fé; e que buscam abrigo em seus braços sem temer.
Um Moai não é uma rocha vulcânica ou uma estátua. Eles representam o que há de melhor na vida. As suas pessoas queridas.
TRISTEZA
Minh’alma é como o deserto
De dúbia areia coberto,
Batido pelo tufão;
É como a rocha isolada,
Pelas espumas banhada,
Dos mares na solidão.
Nem uma luz de esperança,
Nem um sopro de bonança
Na fronte sinto passar!
Os invernos me despiram
E as ilusões que fugiram
Nunca mais hão de voltar!
Roem-me atrozes idéias,
A febre me queima as veias;
A vertigem me tortura!…
Oh! por Deus! quero dormir,
Deixem-me os braços abrir
Ao sono da sepultura!
Despem-se as matas frondosas,
Caem as flores mimosas
Da morte na palidez,
Tudo, tudo vai passando…
Mas eu pergunto chorando:
Quando virá minha vez?
Vem, oh virgem descorada,
Com a fronte pálida ornada
De cipreste funerário,
Vem! oh! quero nos meus braços
Cerrar-te em meigos abraços
Sobre o leito mortuário!
Vem, oh morte! a turba imunda
Em sua miséria profunda
Te odeia, te calunia…
– Pobre noiva tão formosa
Que nos espera amorosa
No termo da romaria.
Quero morrer, que este mundo
Com seu sarcasmo profundo
Manchou-me de lodo e fel,
Porque meu seio gastou-se,
Meu talento evaporou-se
Dos martírios ao tropel!
Quero morrer: não é crime
O fardo que me comprime
Dos ombros lançar ao chão,
Do pó desprender-me rindo
E as asas brancas abrindo
Lançar-me pela amplidão!
Oh! quantas louras crianças
Coroadas de esperanças
Descem da campa à friez!…
Os vivos vão repousando;
Mas eu pergunto chorando:
– Quando virá minha vez?
Minh’alma é triste, pendida,
Como a palmeira batida
Pela fúria do tufão.
É como a praia que alveja,
Como a planta que viceja
Nos muros de uma prisão!
S. Paulo – 1861.
Uma rocha serve para mil coisas, e nasceu rocha; uma faca serve para duzentas. Uma arma de fogo só serve para matar. Já nasce da forja sob o signo da máxima maldição.
