Ruínas
Nas ruínas do amor procure sempre encontrar a saída por onde tenha menos pedras, para que não tropece nesses resíduos e não deixe mais feridas abertas em seu coração.
Coração atado..
Mãos de ruínas..
Silabas de olhares
Desertos de palavras..
Ventos de voz..
Tristeza sorrisos..
Escarpa de enxames..
Colinas nascentes..
Serras e montes..
Aldeias entristecidas
Poeira azeda....
De barro de argila..
molda a nossa alma..
tantas vezes esquecida.!!
O amor não nasce adulto, ele cresce de pequenas atitudes que podem fazer dele tanto ruínas quanto uma obra de arte!!!
"...como é difícil reconstruir tudo de novo", falou a menininha, olhando para as ruínas que restaram nos setores de sua vida... #Micro_conto
Ruínas
Vira ruína nestes olhos
Tão distantes, que se perdia...
Se curvava diante o caos
Que beirava sobre a maresia
contida em sua dócil e gentil alma
Era nítido o grito, a cada vez que via
Despercebia
Eu apenas queria
Mesmo em seu completo abismo
Que me visses, eu apenas lhe queria
Eu percebia o desespero
Sussurravas “permita-me entrar”
Quero lhe salvar
Tu sumia, o olhar permanecia
Eu apenas, morria
O vale era escuro
E tu, jamais me enxergarias.
Atemporal
no fim da linha
o que sobra é a poesia:
construção sobre ruínas
plasmada em palavras
e silêncios.
quem saberá os limites
da beleza e do desespero?
a vida em sua face oculta
sobrevive de engordar serpentes.
o amor em sua loja de ourives
(relume)
a lapidar o inatingível.
no avesso do des/haver
o que resta
é o infinito não ser
em seu azul atemporal.
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Nosso país está mudando radicalmente. Devemos construir uma nova sociedade sobre as ruínas da antiga.
“Preocupar-se com o que os outros pensam sobre você é como construir ruínas de pedra sobre a sua alma.”
Ruínas de uma cidade vazia e desolada não vislumbra suas histórias, seu passado. Há tantos porquês...
Em ruínas se caem as muralhas da farsas
Em tintas se escondem os covardes
Mas na mentira, se afogam os prisioneiros do mundo.
O ser humano obcecado em destruir o próximo finda em ruínas. A obsessão e o ódio leva qualquer um a autodestruição.
Apesar de todos meus passos,
Todas minhas Fotos e sombras
Armaduras e entregas
Sonhos e ruínas,
Ainda me sinto só.
Ainda sinto o vazio em mim.
Um transtorno de não saber quem sou.
Desconforto em não me achar.
Me busco em livros, poesias,
Ternos, gravatas, procissão.
Me busco em sarjeta, vielas,
Butecos de Vila.
Me reconheço em todos.
Me encontro em tudo.
Me arremeço em tudo.
Me torno tudo.
Porém após todos os atos;
Tiro a roupa que encontrei.
De novo estou Nu.
De novo Eu comigo mesmo.
De novo não sei quem sou.
De novo não aprendi o caminho.
Porém consegui voltar pra casa.
Para meu lar de mim mesmo.
Estou seguro aqui.
Apesar da indecisão, não feri ninguém,
Ao menos ao meu ver.
Mas se feri, que Deus e alheio me perdoe.
Mas no entanto ou tanto,
Continuo a me procurar.
A vestir e me despir do que encontro.
A me compor e me expor.
Num eterno caminhar.
Numa longa estrada de vestes.
Sóis, Ventos, Carmas, Dias
Amor, Berço, Abraço, Despedida.
Aprendendo em cada sorriso.
Em cada ranso de rancor.
Em cada tristeza de penhor.
Em cada canto de louvor.
Amanhã ao acordar, novas vestes a me esperar, a me fazer necessário respirar.
Há me fazer necessário me procurar.
Há me encontrar , e depois, a me procurar de novo.
