Ruínas
Agreste
Sou nordestino, cabra da peste
Sou do sol do Norte, calor do agreste.
Nasci nas ruínas,
Garimpei nas minas
Hoje vivo no sudeste.
Vivo na labuta atrás do dicumé.
Na minha terra santa
Eu tinha esperança
De puder viver.
Aqui pur estas bandas, a fome reina,
O Trabalho é raro, vivo de punhados de troco.
O sol não queima a pele, arde na alma
Sordade da minha fianga na sombra de coco.
As veiz as fome aperta, nem farinha tem que armuçar
Meus fios se deita a dormir pra fome passar,
Espero na terra o milagre divino
Triste a chorar.
Quero ir me embora pro meu roçado
Culher meus mio, meu feijão pranatar,
Na face a esperança, no peito a alegria
Pras terra da minha infancia eu pudê vortar.
Em meio as ruínas da vida,aprendi que perder não é sinônimo de derrota e que vencer não é tudo,afinal o que importa é tentar,vencedor é aquele que mesmo no abismo nunca perde a fé e a esperança em Deus
A ciencia endureceu o coracao social.
"As igrejas caem as ruinas- faltam crentes!"
Os poucos crentes que creem nao creem com fe'!
Da história se fez um passado,
Que deixou apenas ruínas,
De um olhar ingenuo,
A um olhar maduro...
Presente a cá estou,
Doce de criança; Sonhos futuros
Quero estar lá e deixar para atrás
Aquilo que um dia me corroeu,
Para não submergir a erros
E tornar-se um ciclo sem fim...
Nas ruínas do amor procure sempre encontrar a saída por onde tenha menos pedras, para que não tropece nesses resíduos e não deixe mais feridas abertas em seu coração.
Coração atado..
Mãos de ruínas..
Silabas de olhares
Desertos de palavras..
Ventos de voz..
Tristeza sorrisos..
Escarpa de enxames..
Colinas nascentes..
Serras e montes..
Aldeias entristecidas
Poeira azeda....
De barro de argila..
molda a nossa alma..
tantas vezes esquecida.!!
O amor não nasce adulto, ele cresce de pequenas atitudes que podem fazer dele tanto ruínas quanto uma obra de arte!!!
"...como é difícil reconstruir tudo de novo", falou a menininha, olhando para as ruínas que restaram nos setores de sua vida... #Micro_conto
Ruínas
Vira ruína nestes olhos
Tão distantes, que se perdia...
Se curvava diante o caos
Que beirava sobre a maresia
contida em sua dócil e gentil alma
Era nítido o grito, a cada vez que via
Despercebia
Eu apenas queria
Mesmo em seu completo abismo
Que me visses, eu apenas lhe queria
Eu percebia o desespero
Sussurravas “permita-me entrar”
Quero lhe salvar
Tu sumia, o olhar permanecia
Eu apenas, morria
O vale era escuro
E tu, jamais me enxergarias.
Atemporal
no fim da linha
o que sobra é a poesia:
construção sobre ruínas
plasmada em palavras
e silêncios.
quem saberá os limites
da beleza e do desespero?
a vida em sua face oculta
sobrevive de engordar serpentes.
o amor em sua loja de ourives
(relume)
a lapidar o inatingível.
no avesso do des/haver
o que resta
é o infinito não ser
em seu azul atemporal.
São flores aos milhões entre ruínas
Meu peito feito campo de batalha
Cada alvorada que me ensinas
Oiro em pó que o vento espalha
Nosso país está mudando radicalmente. Devemos construir uma nova sociedade sobre as ruínas da antiga.
“Preocupar-se com o que os outros pensam sobre você é como construir ruínas de pedra sobre a sua alma.”
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