Rua

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MUITO PRAZER (Almany - 07/05/2012)

Quero MUITO festejar a rua do amor,
suas esquinas e seus ramalhetes,
dos encontros marcados em bilhetes.
Quero lembrar dos amigos de antes,
que nos vesperais depois das aulas,
nos juntavamos pra papear e sorrir.
Querer viver os saraus de domingo
onde curtia os bailinhos da vida,
ouvia canções dos Beatles na vitrola
e dançava de rosto bem coladinho,
conversando coisas ao pé do ouvido.

Sou do passado, vivo as recordações
e jamais esquecerei o bom que vivi,
onde fui muito feliz e por isso sou.

Muito prazer me chamo saudades,
Sou Falcão, olhar de rapina, na retina,
SOU POETA, sou vida, luz e eternas emoções!

Inserida por almanysol

É assim... Todos os dias ela caminha lentamente até a janela do seu quarto e fita a rua ainda silenciosa. Olha de um lado para o outro e nada. Nenhum rasto sequer do seu amado.
Duas quadras dali está ele, contido em seu lugar, sentado naquele sofá, assistindo um filme qualquer com os olhos fixo no celular à espera de uma ligação, de uma mensagem sequer e nada.
Uma briga simples rotineira e mais uma vez o “culpado” da separação era o ciúmes. É assim desde o término do namoro: ele a espera, ela também o ama, mas o silêncio é a única coisa que os dois trocam.
- Como ela foi me esquecer tão rápido? - Questiona ele olhando fixamente aquela foto que tiraram num fim de tarde naquela pracinha. Uma das muitas lembranças daquele amor que continua vivo no coração de ambos.
- E aquelas palavras? Aquelas juras de amor, onde estão? - Sussurra ela, deitada em sua cama com a cabeça no travesseiro que mais parece uma esponja de lavar louças de tão molhada que está com as amargas lágrimas que derrama enquanto tenta descobrir o motivo pelo qual uma história tão linda de dois anos teria acabado de uma forma tão banal.
Um quer o outro, os dois se amam, mas lhe falta uma única coisa: Coragem.
Talvez não lhes faltem coragem. Talvez não lhes faltem nada. Talvez até sobre: orgulho.
O tempo vai passando e cada dia mais os dois começam a pensar a mesma coisa: o amor do outro havia acabado.
Numa noite chuvosa, está ele mais uma vez assistindo televisão. É inútil perguntar qual programa se passa nesse momento. Ele vê as imagens, mas não consegue pensar em mais nada a não ser naquele sorriso lindo, naquele olhar meigo, naquelas palavras doces de sua amada que há tempos não vê.
Afogado em pensamentos, ele adormece ali mesmo sem perceber...

Já é tarde. Só se escuta o silêncio da noite e o cantar dos grilos lá fora. A televisão está muda. A emissora já havia saído do ar há horas. De repente ele acorda assustado com o som do celular que toca uma breve música. É uma mensagem... Ainda sonolento, ele pega o celular e qual não é a sua surpresa quando percebe que não era uma mensagem qualquer, mas sim, uma mensagem da sua amada, uma mensagem que há tempos ele esperava.
O sorriso largo é inevitável, o coração acelerado também.
“Lembrei de você. Boa noite.”
Nada de “eu ainda te amo” ou “eu preciso de você”. Não. Mas aquele sorriso não sai do seu rosto. Várias recordações se passam em sua mente nesse instante. As juras de amor, os abraços apertados, os beijos que antes de chegar à boca, se refletia nos olhos de ambos, os fins de semana naquela pracinha... Não dá pra conter. Ele passa a mão nos olhos pra enxugar as lágrimas... Lágrimas de um sentimento ainda vivo, porém silenciado pelo orgulho.

Ainda sem acreditar ele responde a mensagem: “Fiquei surpreso com sua mensagem. O amor que sinto por você ainda continua vivo aqui dentro. Eu te a...”
Apaga. – É melhor não. Talvez ela nem pense mais em mim. Talvez isso seja até uma gentileza da parte dela. Talvez eu tenha só que aceitar que tudo na vida um dia passa.

Ah, os talvez da vida... Se soubéssemos o quanto esses “talvez” nos têm feito perder chances de sermos felizes....

Com o texto apagado, ele começa a reescrever sua mensagem: “Boa noite.”
Embora a vontade de mandar um “eu te amo” fosse grande, a resposta que ele dá é um simples boa noite.
O celular toca. Ela ansiosa para ler a mensagem, pega o celular e...
- Ah, ele não me ama mais...
O coração acelerado pela ansiedade de ler um “eu te amo” se transforma em um coração sangrando, em pedaços. O choro é inevitável e mais uma vez ela recorre a um amigo muito conhecido dela: o travesseiro.
O tempo vai passando. E na verdade, ele não resolve nada. O tempo é apenas uma fração de momentos que temos para tomar certas decisões que por muitas vezes não tomamos.
O tempo é apenas uma palavra esperando sua atitude.
Cada dia que passa o sofrimento dos dois é inevitável. Nenhum quer dar a “cara pra bater”.
Mais uma vez o tempo passa e nenhuma atitude é tomada...
E mais uma vez o orgulho separa dois corações que se amam.
O final desta estória é triste, mas ele não precisa se repetir com você. A sua vida é apenas consequência de suas escolhas.

Inserida por jeozadaquemartins

"A internet é bom até que ponto? Cadê as cartas, as brincadeiras de rua, as crianças de 12 anos saindo atoa..." - L.R.

Inserida por luan1987

Perto

A cada passo que dou
E a cada tropeço tido,
Enfim, a cada rua que viro
Estou mais perto da Morte!

A cada degrau que subo
E a cada um que desço,
Enfim, a cada escada que venço
Estou mais perto da Morte!

A cada palavra que teço
E a cada frase que apago,
Enfim, a cada texto que escrevo
Estou mais perto da Morte!

A cada linha que traço
E a cada papel que amasso,
Enfim, a cada desenho que faço
Estou mais perto da Morte!

A cada sorriso que dou
E a cada lágrima que foge,
Enfim, a cada amor que vivo
Estou mais perto da Morte.

Inserida por vanartcollection

Onde clica pra voce vir morar na minha rua?

Inserida por lucasiori

Eu queria ser um desses cachorros vagabundos soltos pela rua,sujos e felizes até a morte.

Inserida por adrianosoares

O vazio total e a urgência de recomeçar
Em que casa, em que rua, em que mundo eu vou morar?
Onde eu vou entre o fim do trabalho e o começo do sono?
Prá te esquecer me entrego pra qualquer bobagem na TV

Inserida por ramoneton

Passeando pela rua da minha paixão...
Vi tudo colorir...
Vi tudo reluzir...
Essa rua, de importante que é, faz morada em mim.
Ela me faz ver chuva no verão.
Sol no inverno.
Aflora em mim, o que há de mais excelso.
O coração arde...
As pernas não obedecem.
A reação do meu corpo, querendo aquele bendito corpo...
É explosão de tanta emoção...
É Libertação de tanta entrega...
É paixão de tanto amor e saudade.

Inserida por camilasenna

O jovem estava andando pela rua, de roupas um pouco surradas e desbotadas, mas não ao ponto de serem velhas, ele andava por um bairro residencial, neste momento ele está atravessando a rua, para onde vai? ele está indo para aonde a gravidade o leva, ele gostaria de ter um destino, mas não tem a mínima noção para onde ir, ele apenas sabe que quer ir à algum lugar. gostaria de ter a bela sensação de um ponto fixo a seguir, um destino que lhe desce o entusiasmo de chegar a algum lugar. mas o que fazer nessas horas, ele não pode parar, por isso continua andando e atravessa a rua até chegar ao outro lado, e agora descer ou subir a rua? bom, ele vai para onde sua intuição mandar, ele desce a rua, mas até aonde. acho que o certo mesmo é sair sem rumo, buscando por lugares interessantes, onde haja boas conversas com as pessoas e amor entre suas relações, objetividade e tranquilidade, este lugar é bom, ele se sente bem lá e pode sentar-se.

Inserida por matogrossorike

É madrugada as luzes se apagam e a rua já se encontra
adormecida,então eu sento na calçada e olho pro horizonte,adimirando a noite e toda sua beleza... sim! toda sua beleza: o céu, a lua e as estrelas.
No meu rosto um vento frio e no meu pensamento você.

Inserida por mcjambinho

"" Na rua da amargura
só mora dor...""

Inserida por OscarKlemz

" E se o pensamento voar
dê-lhe a lua
e não a rua para vagar
é que lá no mundo da lua
está assim de gente que sabe amar...""

Inserida por OscarKlemz

" O luar cada dia mais presente
pinta na rua um pratear diferente
indicando que é hora de partir
ah!! os sonhos
eles querem existir...

Inserida por OscarKlemz

“” Pra que remendar a relação
Amar sozinho, melhor a lua
Buscar a rua
Amor que não se completa,
Vida que se afeta
Almas que não se aceitam
Corpos que já não luzem
Vozes que se acostumem
A viverem só
Por hoje deu dó
Tudo virou pó
E é só....””

Inserida por OscarKlemz

“” Por seu amor quero ser louco que grita na rua
Sonhar com seus beijos à luz da lua
E te encontrar na musica que faz cantar

Por seu amor meus pecados serão perdoados
E sua voz perpetuada
Como tatuagem em meu coração


Por você e somente por você
Minha alma suporta
A dor de não te ver
Entrar por nossa porta

Por você seguirei
Sendo somente lembranças
Até o dia da ausência, da ida
Partida, que me fará tudo esquecer...””

Inserida por OscarKlemz

“” Vá para a rua
Cantarolar
Vai lá brincar e dançar
Há poder sobre seus pés
Na avenida
Você encanta
Desfila e planta
O sonho em alguém...””

Inserida por OscarKlemz

⁠VIDAS E ENCONTROS

Na rua dos sem esperança,
Entre cartões, lixo e encolhos,
Viram estes meus tristes olhos
Um ser sem futuro ou herança.

Nem sequer um ar de bonança
Da sorte que já lhe foi aos molhos,
Eu vi entre os seus escolhos
Nos olhos da sua lembrança.

Sentei-me então mano a mano
Ao pé dele, rosto de criança,
Mas eis que num gesto insano
Demonstrando inconfiança,
O pobre quase me rejeitou.

Deu um grito que me arrepiou
E da sua garganta avança:
Nunca a tempestade amainou
Nem me trará a bonança!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 05-11-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

Estação solidão

O sol decidiu mudar
Encontrei-o em minha rua
No meu momento de sestear
Não era encontro com a lua.

Nas esquinas de asfalto quente
Os apressados vão e vêm
Emitem gestos inconscientes
Não têm tempo para ninguém.

A grande vontade de falar
Sei que quero, mas não devo
Ele insiste em ficar
Nesse clima que é longevo.

Esperava-se pela chuva
Esperava-se pelo frio
Pretendia usar as luvas
Sonhava com o sombrio.

Bom são as cortinas abertas
Sempre se busca o claro
O sol entrou pelas frestas
O sombrio tornou-se raro.

O que se espera é o fim
A mudança da estação
O que é que será de mim?
Se vêm o frio e a solidão.

Inserida por EvertonArieiro

Na terra que já não ando
Na rua que já não brinco
A vida que está findando
O fim que já está vindo.

E eu vivo fugindo
Driblando a desesperança
Encontro a quem vem sorrindo
A encontrar-me durante a dança.

Inserida por EvertonArieiro

⁠⁠⁠Quantas vezes você pechinchou para um vendedor de rua que talvez não demonstrasse mas poderia estar desesperado para vender algo para comprar o almoço ou pagar uma conta de luz, água, aluguel ou comprar comida para levar pra casa para matar a fome da própria família?
Hoje vi no sinal de trânsito um casal muito bem vestido em uma Amarok comprando balas de goma de uma senhora que estava vendendo a unidade com dez balas de goma a R$ 1,50,
Pechincharam teimosamente para que ela fizesse 10 unidades por R$ 10 e ela fez. Detalhe... (adivinhem o que eles estavam ostentando na caminhonete? Sim, a bandeira do Brasil.

Inserida por GervasioXavierSoares