Roubo
Vós conheceis a verdade e, ainda assim, vós a negais de modo a lucrardes em ouro, prata, e mercadorias; para enriquecer à vos mesmos à custas do povo pobre e mal orientado e descaminhado na confusão. Vós os enganais na falsidade e o explorais em nome de uma crença, e de vosso deus inventado, assim como será também feito até o futuro próximo, porque os descendentes de vossas hordas, os sacerdotes, os pregadores, e os líderes de seitas e cultos teístas farão a mesma coisa.
Corrupção é uma ignorância, pois todo corrupto vai morrer, onde não leva nada e ainda deixa plantado um câncer em um País.
A mim parece que a prática do bem ou do mal guarda certa relação com o momento econômico em que vivemos. Em época de prosperidade as pessoas tendem a praticar mais o bem ou pelo menos diminuem a prática do mal. Já durante um período de crise econômica, com recessão, desemprego e inflação alta entre outras, um número significativo de pessoas descartam tudo que aprenderam na religião e põem em prática toda sorte de mal que permita a elas sobreviverem. O roubo, a traição, a inadimplência, tudo deixa de ter importância negativa. Durante uma crise econômica ocorre a prática da parábola do semeador no que diz respeito às sementes que caíram em terreno pedregoso. Germinaram, mas por não terem raízes, logo que saiu o sol, morreram. Poderíamos incluir também as sementes que caíram entre os espinheiros. Os cuidados do mundo, por natureza, já sufocam aquele que deseja seguir o Cristo. Em época de crise econômica, mais ainda. Seu mundo é mais importante e é preciso garanti-lo.
Não vou enaltecer nem criticar saída de nenhum político, pois como muitos governantes, ele teve seus prós e contras.
Acho muito feio quem fica zoando da derrota alheia, pois somos uma nação, e uma nação, nessas horas, precisa parmanecer unida.
Não vou agir como "aquele amiguinho" da escola, que ria de nossa cara quando levávamos um tombo, ou quando a professora nos dava uma bronca.
Eu já cresci, embora não pareça. Para mim isso é coisa de ensino primário, prezinho, ensino ginasial, nos quais as pessoas zoavam umas das outras, e isso infelizmente não era considerado bullying, porque tal palavra não existia na época, mas a ação sim.
Pensem que todas as ações (positivas ou negativas) refletem unicamente e exclusivamente em nós mesmos. Ergamos a cabeça!
Se não for para postarmos coisas construtivas e benéficas, preferível que não postemos NADA que possa refletir em nós futuramente.
Tenho minhas crenças políticas, mas no quesito "deboche imaturo", acredito que sou mais sensata que muita gente.
Dó.
Chorava aos berros o bezerrinho preto.
De fome e da ausência da mãe.
Roubaram a Julieta, a vaquinha de meu afilhado,
lá na Cachoeira de cima.
Ela, mesmo parida, estava enxutona, boa de carnes.
É mesmo um despautério. O ladrão de gado amansou.
Já é a quinta cabeça que ele nos rouba em três meses.
E o safado é conhecido na vizinhança.
Está enriquecendo a custa do alheio.
Polícia? ... Na Comarca nem temos mais investigadores
e os militares não dão conta da cidade.
Fica a saudade do tempo da jagunçada.
O cabra ficava mês inteiro de tocaia
a espera do gatuno.
Dois ou três balotes: e o danado ia roubar
lá nas pastagens do inferno.
Aí a ladroagem parava.
A lei tem que começar em algum lugar, onde os ladrões roubaram pela primeira vez, senão continuarão...
O ladrão deve ser punido em seus primeiros roubos que, certamente, são de pequena importância. Se isso não acontece ele é incentivado a roubos maiores. Profissionaliza-se até virar um Dirceu.
O governo dá de graça tudo aquilo que o pagador de impostos produziu e teve que deixar para o seu sócio menos participativo.
Irónico, os beijos que adoça os meus lábios ao desperta-me pela manhã, é os mesmos beijos que roubam os meus sonhos.
Abril
Abril é um mês de muita liberdade
e dos compatriotas delapidados.
Mas, ninguém lembra esses imaculados,
Para que não se estrague a festividade.
Entrar em um supermercado para fazer compras e saber que somos assaltados por impostos me deixa feliz porque é roubo legalizado!!!
Cometi erros, mas, em todos os meus anos de vida pública, nunca lucrei com o serviço público. Eu ganhei cada centavo. E em todos os meus anos de vida pública, nunca obstruí a justiça. E acho que posso dizer que saúdo este tipo de escrutínio, porque as pessoas têm de saber se o seu presidente é ou não um bandido. Bem, eu não sou um bandido. Eu mereço tudo o que tenho.
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