Ritmo
Para que improviso se a vida já é uma valsa sem ritmo? Uma dança sem passos? Para que só manter o velho , se é o novo que nos conquista? Usa-te para uma dança marcante, única, gaste teus sapatos com algo inovador, não copie, modifique, não disfarça, arrasa... Seja única no palco da vida. Por que buscamos o novo, se nem o velho conquistamos? Por que jogamos a toalha, sem saber se realmente é o fim? O fim já era existente ou você que criou seu fim? Quem fala jamais estará sentindo, e quem sente fica sem saber o que falar... A busca da felicidade é tão falada que ninguém mais quer buscar, o impossível se tornou tão impossível, que já deixaram de querer ao menos tentar... Mas o que de fato fazemos neste mundo? Amar se tornou proibido e/ou difícil de alcançar, paixão já se confundiu com prazer e amizade já nem se sabe a tradução. A mente pensa algo que o corpo não traduz, mas o corpo faz algo que a mente se confunde...
Não tenté dançar a mesma música que eu,
Se ao menos você não souber o ritmo..
Faça sua própria música,
No ritmo, que você soube dançar.
Depois não reclame, se errar o passo e cair!
MUSICA DO CORAÇÃO
Num ritmo lento e suave bate a cada segundo na sua sequência d vai-e-vem, tornando ágil os músculos ao correr do líquido nas artérias d corpo. E dele damos o nome d coração; ah! Coração! Órgão pequeno e forte q dá à vida às nossas lembranças no pulsar do dia-a-dia. Que é a fonte d nosso sentimento numa livre vontade d amar, q nos ajuda e luta na conquista d nosso qrer.Oh!Coração!Q vem d origem d nosso estômago e dele nasce a maior banda musical q sempre nos faz dançar ao despertar do sol.
Aceite o ritmo do amor – Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, também
ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e
do outro viver nas nuvens, é o começo de muita frustração.
"Não é porque você não sabe dançar que não pode sentir o ritmo da musica, da mesma forma que você não nasceu sabendo qual era sua realidade e agora tem que se virar no ritmo da vida."
Na Grécia antiga a Ética era a toga de um homem. Sem ela ele se sentia nu. Hoje, no ritmo da moda, a Ética é um adereço, uma tiara ou mesmo uma fivela de cabelo. Tem gente que usa, tem gente que não usa. E se usar, usa do jeito que quiser.
As expectativas que abrigamos na privacidade, sejam pequenas ou ousadas, determinarão o ritmo do progresso que fazemos hoje e sempre.
Verborragia
Sangra
Em ritmo de samba
A minha poesia
Samba
Logaritmo que sangra
Lograr o ritmo que samba
Largar o vício de alforria
(Sangra... Sangria).
Elevo meu ser a uma frequencia em que tudo incide no ritmo lento da vida e na sincronicidade de uma música marcante. E ainda que não o sinta fisicamente, o tenho tão real em minha imaginação. Permita-me então, ao menos assim, viver uma doce ilusão, onde esta sacia meu faminto coração. Obrigada por toda inspiração que dia a dia, irriga esta nobre e pretensiosa imaginação. E mesmo com tantos obstáculos a frente, visualizo sempre com fé, o que realmente suscito em minha direção. E assim quando tudo for propício, nem o tempo fará questão de ter tido razão ou não. Pois desta vez nem haverá mais interrupção, onde duas vidas se encontrarão para viverem um elo harmonioso de uma perfeita comunhão, nem que esta seja vislumbrada na eterna imensidão. Porque o que foi consumado na terra, o pecado ali não entra não, tampouco trará pra si alguma redenção.
Eu gosto de sentir assim: Alma tranquila, mente em paz e coração batendo em ritmo acelerado, mas dentro do compasso. Aprecio essa sensação de plenitude que se instalou dentro de mim há algum tempo. Talvez seja esse o motivo: O tempo. Não posso dizer que passou rápido, mas passou exatamente com a velocidade que tinha que passar. Trouxe experiências que me fizeram chorar, outras que me fizeram sentir vontade de sair enfiando a mão na cara de gente que devia nascer muda em prol do bem da humanidade, mas, dentre estas, outras tantas me fizeram feliz, que - hoje - me sobra olhar para trás e sorrir. Só rir. Da vida e para a vida. No meu interior existe a crença em um bem maior que sempre me guiou: O amor. Eu tive motivos para desconfiar das pessoas, das coisas... mas nunca do bem que o amor verdadeiro pode fazer. Eu peço à Luz que me guia que nunca me deixe perder a fé nesse sentimento que move montanhas, que cura feridas e ameniza todo tipo de dor. Que ele seja sempre o ponto do partida de todas as minhas atitudes. Que não falte amor! Para mim, e para o mundo.
No ritmo do amor
Amor verdadeiro é quando
o coração bate sorrindo...
Feliz... Suave... Leve...
Na cadência exata da alma...
Este pequeno coração, que bate ainda, com ritmo e cor, diz-me ao bater que já te esqueceu, esse coração que bate mas já não por ti, bate por quem o acarinha, e o abraça, se alguma vez ouvires o seu bater, pensa que já bateu por ti, e que te pertenceu.......
As luzes da rua que levam ao ritmo do teu coração, são sentidas nas pedras e cores rudes das calçadas inertes no vazio da madrugada...
quando a luz apagar
quando todos se calarem
veras que meu coração bate no ritmo do seu
quando deixar de brincar
quando deixar de mentir pra si mesma
quando parar de procurar um paraíso onde não há beleza
talvez não me encontre aqui com a mesma certeza
quando cansar de andar sem direção
numa inútil perseguição de uma estrela que não mais brilha
talvez não me encontre aonde foi sua partida
talvez nunca me encontrara pois estou onde você jamais vai chegar.
BAILEMOS
E de repente o vento nos convida a bailar.
Não nos impõe ritmo algum;
deixa- nos livres para criarmos nossos próprios ritmos.
Então percebemos que a natureza dança; toda ela dança. O vento é o mesmo para todos os dançarinos, porém cada qual ao compasso do mesmo vento dança ao seu ritmo particular.
As águas dançam encrespando-se em ondas, e ao mesmo vento pairam as andorinhas em seu balé acrobático cortando o céu em um espetáculo encantador.
Lado a lado levados pelo mesmo vento, bailam cada qual ao seu compasso, o caniço do bambual e os ramos do arvoredo.
A relva parece proporcionar um suave balé sincronizado entregando-se ao ritmo sem o menor medo de ser tachada ridícula.
Os trigais dourados se juntam em ondas, como se fossem uma única massa levada pelo ritmo faceiro e sua meninice.
Não o vemos (amigo vento), mas o sentimos nos tocar suavemente, como se nos levasse pela mão, nos convidando a adentrar a pista da vida sem timidez e dançar.
E se olhássemos mais humanamente perceber-mos-ia que quando passas toda a natureza se põe a dançar; diante de ti ela não se mantém inerte; mas se entrega sem pudor.
Não à toa o grande Chico dos Pobres o chamou irmão. Ah!... se a humanidade se permitisse invadir por suas rajadas, e arejando seus preconceitos permitisse se entregar ao teu ritmo e dançasse: oh Vento!
Talvez assim houvesse mais encantos na rotina e menos rotina na vida. Ou ao menos seria mais fácil levá-la dançando.
Acho que o Chico concordaria comigo!
