Ritmo
Nessa vida de carnaval, o samba que se dança, tem que ter ritmo. Sem ritmo, tudo nunca passará de um desafinado batuque.
Flutuando nas gostas d'água
que lava nossa alma
Dançando sobre a poça d'água
no ritmo estranho
Com sorriso mais largo,
tendo a tal liberdade
Brindando com as gostas do céu
erguendo os braços para o universo
Agradecendo ao Senhor, Nosso Deus
Sentindo o som dos pingos
que nos deixam nostálgicos e alegres
Pegando a terra molhada
sentindo a natureza purificada
Escorregam sem querer
Enrolam-se
E riem da pequena situação
E por fim,
tentam falar mais alto que o barulho da chuva :
Ah, Chuva!!!
Tão desejada
Regue nossas energias
Entre em nossas casas
Renove nossas danças
Ah, Chuva!!!
Chuvisque quando sentirmos frio
e
Inunde quando sentirmos calor
Não apague o fogo
mais não esqueça de regar o tal amor!
Limpe e enche o nosso querer
Energize nosso viver
Nos ensine a Sabedoria
Do bem, sem temer
Aplique o mais simples
E nos transforme!
Ah, Chuva!!!
Faça de nós,
suas terras molhadas
como as mais delicadas flores do jardim
enchendo-nos
de lágrimas de emoções.
E por mais DESARMONIOSO ou DETESTÁVEL que seja um RITMO ou estilo de MÚSICA, um bom MUSICISTA, com espírito MUSICAL, deve saber respeitar tal gosto. Porque achas que o que tu mais gostas, é melhor? Como MÚSICO que sou, formado em uma UNIVERSIDADE de qualidade ( UFPR, Curitiba-PR) acredito que NADA a não ser JESUS, o senhor da CANÇÃO é uma verdade ABSOLUTA. Só respeitarão teu gosto musical se respeitares os dos outros. Não precisa nem gostar, só RESPEITAR.
O segredo da vida é manter a paciência enquanto a própria vida vibra até atingir seu ritmo perfeito.
Último
Todos os meus sentimentos
são teus!
Essa doce paixão
que reina em mim
em ritmo de todas as horas,
mostram-me com certeza...
Só a ti pertenço.
E que sejas tu
O último da minha vida!
E que sejas tu
Todos os meus sentimentos são teus
Essa doce paixão que reina em mim
Em ritmo de todas as horas
Só a ti pertenço...
E que sejas tu
O último da minha vida
Da vida...não fales nela,
quando o ritmo pressentes.
Não fales nela que a mentes.
Se os teus olhos se demoram
em coisas que nada são,
se os pensamentos se enfloram
em torno delas e não
em torno de não saber
da vida... Não fales nela.
Quanto saibas de viver
nesse olhar se te congela.
E só a dança é que dança,
quando o ritmo pressentes.
Se, firme, o ritmo avança,
é dócil a vida, e mansa...
Não fales nela, que a mentes.
Os dias vão passando e a vida também vai acontecendo, seguindo o mesmo ritmo das batidas do nosso coração. Cada instante é uma oportunidade única de se descobrir quem somos. A vida nos reserva sempre uma surpresa, deixe-se ser surpreendido por quem você é.
Retiro emocional...
Algumas vezes, precisamos diminuir o ritmo, prestar mais atenção ao nosso redor, ouvir nosso coração, organizar as ideias, tomar novo fôlego, criar novas metas, sonhar novos sonhos...
E vou seguindo, em ritmo de reflexão, todos os sentidos em alerta, buscando a minha verdadeira plenititude...
Peito, coração e braços abertos...
Hoje e sempre...
Mergulhando em mim
Aquário é o décimo primeiro signo do zodíaco, elemento Ar, ritmo fixo, regido tanto por Saturno quanto Urano.Digo faceiro porque acima de tudo Aquário é um signo social que está sempre fazendo novos contatos e se conectando com o mundo de alguma forma. Aquário, para quem não sabe, não é o recipiente que guarda os peixes, mas sim representa a figura que zela água potável do mundo, isto é a sobrevivência da humanidade.
Por isso não é de se espantar que pessoas com o mapa forte neste signo estejam sempre envolvidas em causas maiores, formem grupos para levar a bandeira a favor ou contra determinada questão social. Só não inventa que é obrigação, porque Aquário – mandão do jeito que é – só faz o que quer e sabe muito bem botar a boca no trombone por isso.
Visionário, inovador, questionador, inteligente, irreverente, são alguns adjetivos que caracterizam este amigável signo. Teimoso, desapegado,”do contra” também. Seja qualidade, seja defeito, o que importa mesmo para Aquário é ser livre, pois Aquário não é de dar satisfação à ninguém.
O tom da minha voz sempre é suave, mas não se engane; meu coração é um trovão ao ritmo de Rock and roll
(Ruy Marques)
Porque o mundo tem nos imposto um ritmo desumano.
E a gente tem tentado se adaptar a isso.
Acelerados pelo poder da tecnologia e, na tentativa de acompanhar a capacidade de processamento instantâneo de terabytes de informações das máquinas, na era da comunicação, sofremos por passar despercebidas aos nossos olhos comunicações e informações tão importantes, sensações tão cotidianas e necessárias para aprender o sentido da nossa existência e, quem sabe evoluir.
A criança chora pedindo ajuda e atenção;
o idoso caminha vagarosamente para atravessar a rua, carregando além do peso das lutas o das sacolas que vai alimentar os filhos e netos; o pobre continua suplicando um prato de comida; o marginalizado nos suplica no silêncio e na exclusão um banho e um prato de atenção e carinho.
Não obstante ao que suplica fora de nós e de nossas casas, ainda existe súplica na nossa convivência, aquelas que gritam aos nossos ouvidos surdos.
Aquele amigo que se cala, mas precisa da nossa ajuda para descobrir o motivo da dor que torna seu grito mudo; o pai que se isola no medo de sentir-se ignorante diante de tantas mudanças de valores; o filho que na tentativa de chamar atenção da falta de tempo se recusa a seguir ordens ou ignora os conselhos; ou ainda, a própria natureza, que clama por misericórdia dos homens que esbanjam do consumo desenfreado de recursos.
O mundo grita em silêncio e nós permanecemos surdos.
Os olhos estão fixos nos aplicativos e, nas telas enquanto tantos passam, chorando em silencio do nosso lado.
A alegria do filho que tirou uma melhor nota, ou da filha que se destacou na apresentação do balé passou despercebida porque algo foi compartilhado naquele instante no aplicativo do seu celular. Era um vídeo que mostrava a maldade alheia que é usada para zombar a desgraça que abala a estrutura política do país.
E a gente segue despercebido enquanto o mundo pede paz!
Enquanto a vida pede vida.
O carnaval, que antigamente era um festejo para dizer adeus a carne onde se agradecia pela fertilidade do solo e pela produção ( visto que na quarta-feira se inicia um período de jejum e abstinência) esse já perdeu o sentido e o valor.
Aliás, é isso que vem acontecendo com a gente também.
Tudo é velocidade, tudo é mudança necessária para se alinhar com o que o mundo prega....tudo para nos 'adaptar'!
Ainda que gente lá no fundo não concorde.
Ainda que a gente não se sinta bem e não se adapte.
E a vida vai passando e no ano inteiro, vamos fantasiando nossas próprias emoções e tornando a vida um grande festejo de carnaval.
Mais ainda falta falar do maior clamor, esse que vive em nós, que agita nossa consciência e nos questiona a noite quando colocamos a cabeça no travesseiro e lembramos do quanto a vida poderia ser diferente se ...
Ah... esse clamor, a gente ignora...a gente não tem tempo para pensar, afinal estamos muitos cansados e ocupados.
A modernidade tem nos exigido muito e a gente precisa repousar o corpo cansado.
E a gente dorme.
A vida inteira.
E vai se esquecendo que somos SERES humanos!
Dançar
Como se ninguém nos contemplasse
Dançar
Um ritmo novo
Dançar
Novos caminhos e horizontes
Dançar
Até a exaustão
Voar
Pela mais alta elevação
Sonhar
O impossível, a loucura!
Dançar em voo sonhador!
Louca? Não, sou sensata!
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