Revolta
No mar revolto de desafios da educação,
somos marinheiros, tripulantes de uma
mesma embarcação, lutando pelos os mesmos objetivos
e o sucesso de nossa empreitada
reside na união de nossos esforços.
"Quase perdi um dente"
CUIDADO, CONTROLES ASSASSINOS ESTÃO REVOLTADOS com a ignorância humana, ontem por motivos históricos o mesmo se rebelou contra mim, enrolado em meu edredom, sem o meu conhecimento, ao puxar o edredom, ele foi de rumo a minha boca, com uma velocidade que meus amigos, se eu não estivesse sozinha, certamente pensaria que fora arremessado por alguém, ou talvez tenha sido jogado por uma força superior desconhecida, com o susto, levantei-me, e percebi que minha boca sangrava, cortou meu lábio superior, e meu dente ficou dizendo: - Toma... - Cuidado Anta!
É incrível, certas coisas só acontecem comigo e se já aconteceu com você, que alívio... Não sou a única estranha a acompanhar as estranhices inexplicáveis
Versos de Revolta
Deixo meus versos
como rastros de fogo
num caminho que arde
pela culpa dos insensatos.
Minhas palavras ficam,
gravadas como cicatrizes
na pele da memória,
reação contra a hipocrisia
que escorre
das bocas ornadas
de tantos "intelectuais",
cuja erudição é verniz
sobre o vazio.
Não há o que temer!
Pois tudo já é temido!
O perigo não se manifesta
onde a covardia se veste
de autoridade,
onde a segurança se impõe
como jugo elegante,
um escudo frágil
contra a incerteza
que ruge no mundo.
Vivo em segurança?
Ou em confinamento?
Essa segurança sufoca,
nos molda em cúpulas
de certezas frágeis,
ergue muros invisíveis
que nos protegem
do caos lá fora,
mas nos exilam
dentro de nós mesmos.
Há de parar!
Ou então, pararemos nós!
Porque quem vive assim,
enjaulado em verdades prontas,
aprende a temer
até o próprio pensamento.
E se o medo crescer
maior que o desejo de liberdade,
é a alma que se condena
ao cárcere da resignação,
onde as palavras morrem
antes mesmo
de se tornarem grito.
Os versos que deixo
são insurgências contra o conformismo,
ecos de um coração inquieto
que se recusa a aceitar
a rotina disfarçada de escolha.
É urgente quebrar o silêncio
que nos encobre de poeira,
é preciso incendiar
as ideias moribundas
antes que a chama interna
se apague de vez.
Faça uma catarse em seu peito e libere todo esse sentimento de revolta, tristeza, raiva e ódio e deixando o espaço livre para entrar o sentimento de resignação, compreensão, alegria, amor e verá o quanto a vida ficará mais prazerosa.
Não fique revoltado quando presenciar uma injustiça, pois a vida se encarrega de colocar tudo no seu devido lugar.
Açoitado sobre as ondas, e os vendavais, no meio do mar, revolto e bravio, entre as altas e fortes ondas se batendo, o meu barco vai... com o risco de naufragar!
Epidemia
o medo
os outros
a tristeza
dos outros
a revolta
por outros
e quantos outros
tantos outros
enquanto os outros
outros contaminam outros
o choro cala
um grito encerra
BEIRA
(inspiração adolescente)
Com licença!
Aqui não é lugar pra mim.
Eu sou um revoltado...
-- Ora quero amor.
-- Ora a solidão.
Com licença!
Aqui não é lugar pra mim.
Eu sou um neurótico.
-- Ora não sei por onde vou.
-- Ora encontro só caminhos.
Mas com licença!
Aqui não é lugar pra mim.
Bem, eu sou um quase louco.
-- Ora não reconheço imagens.
-- Ora, há hora em que há menos ainda.
Com licença, eu me vou!
Aqui não é lugar pra mim.
-- Ora nem para ti.
-- Ora nem para nós todos!
Nós somos... quase.
Só isso!
Um pouco de nada com um toque de cor!
Set/ 1970
Tudo o que eu pensei foi: mais amor, por favor. Eu sentia uma espécie de revolta interna ao ouvir opiniões homofóbicas, amargas e cruéis sobre o mundo. Opiniões de mentes fechadas e ultrapassadas. Por que o amor e a felicidade não poderiam prevalecer sobre tudo? O que importava se havia casais de homens e mulheres se beijando em praças e avenidas? O que havia de errado se era amor?
O amor é em essência uma generosa descoberta e ao mesmo tempo uma grande aflição de revolta, quando não estamos previamente preparados. Algumas pessoas, descobriram por tão pouco que me amam tão intensamente que por conta disto, passaram a me odiar de forma contraditória pelo resto de suas vidas.
Os deserdados, revoltados e amotinados, nunca foram nada e possivelmente nunca serão. Sendo assim, diante de uma infeliz oportunidade passam a ser, mais que fieis seguidores de um errado, um ser desprezível, desqualificado e mentiroso que tão bem os representam. Pois a de convir que em uma sociedade normal, dificilmente seria encontrado um um ser livre que possua tantos erros, tantas maldades e tantas insignificâncias.
Sou como o mar...
Sou como o mar...
Nuns dias estou serena;
Noutros revolta!
Nuns dias sou paz;
Noutros sou guerra!
Nuns dias amo;
Noutros sinto indiferença!
Nuns dias mostro toda a minha beleza;
Noutros escondo-me!
Nuns dias sou enigmática;
Noutros não tenho mistérios!
Nuns dias solitári
Noutros sociável!
Para quando me apetece....
☆Haredita Angel
31.05.2012
