Revolta
Não preciso dela se ela quer aquele que ela tanto admira, que vá que o raio o parta existem tantas lindas mulheres, porque vou me preocupar com quem finge que eu nem existo.
Porque tanto viva quanto morta, visível quanto invisível, eu continuo tratando e curando. Mas, sobretudo, eu me atribuí outra tarefa (...) fortalecer o coração dos homens. Alimentar sonhos de liberdade. De vitória. Não tendo uma revolta que eu não tenha feito nascer.
Estou cansado de ser controlado e de todos decidirem por mim. Quando poderei ter um pouco de liberdade? Por que é tão difícil me deixarem escolher? Não sou bom nesse tipo de coisa e muito menos em acertar.
Não gosto das pessoas de lá, não me sinto parte disso, estou remoendo em raiva! Nem para cumprir tarefas simples sou útil, mereço ficar sozinho. Odeio eventos sociais em que sou obrigado a ser amigo de todo mundo, isso não sou eu. Sou solitário, poucos me entendem e poucos gostam de mim.
Quero ir embora para bem longe, onde possa encontrar minha verdadeira liberdade.
Todas as neuroses, todas as psicoses, todas as mutilações da psique humana se resumem, no fundo, a uma recusa de saber. São uma revolta contra a inteligência. Revoltas contra a inteligência — psicoses, portanto, à sua maneira — são também as ideologias e filosofias que negam ou limitam artificiosamente o poder do conhecimento humano, subordinando-o à autoridade, ao condicionamento social, ao beneplácito do consenso acadêmico, aos fins políticos de um partido, ou, pior ainda, subjugando a inteligência enquanto tal a uma de suas operações ou aspectos, seja a razão, seja o sentimento, seja o interesse prático ou qualquer outra coisa.
Como seres pensantes que nos fizeram ser. Não sei se por bem ou por mal. Um olhar basta para que em um dia qualquer tiremos as indevidas conclusões de não sei o que que, de fato, não estava lá, não era para ser, mas, foi. Mesmo sem ser. Todo contexto pode e vai ser mudado com uma só vírgula colocada em lugar errado tudo que dizia, não disse ou, disse ao contrário, em um ambiente contaminado de palavras mal organizadas e egos inflados que entendem o que lhes convém entender. Pensamentos fadados ao fracasso desencadeiam guerras com faixas e cartazes que exaltam a paz que nunca vai ser. O impossível se materializa em fatos, infundados, meras demagogias; ralas, carnavalescas e supostamente fraudulentas, jogos marcados em que todos têm a perder. Se quer se concretizou. Não representou, não tinha mesmo que ser. Fantasmas de um futuro vazio, inexistente, turvo, sujo. Perambulam desnorteados, lotam ambientes, enchem ouvidos e dilaceram corações. Alteram o futuro por completo, tornando-o um lugar frio e sem perspectiva. Compram sordidamente os sonhos de tantos por quase nada e, fundam com isso grandes cemitérios deles, deixando no mundo apenas almas envenenadas, vazias e apagadas.
A Volta da Razão
O vil despotismo dos vossos despojadores e espoliadores morais atingem-me lancinantemente no âmago, sinto-me enclausurado com minhas liberdades, recôndito na bastilha de minh’alma.
Clamo por sua vinda, matriarca.
Salvadora ética, foz do conhecimento, vinde à mim, liberte-me de meus devaneios, finde meu lamurio com vosso leite materno.
Ó Razão fulgurante, lógica imprescindível, alente Atlas e o mundo agora penitente, engrandeça a, da caverna, réstia reluzente, pois, hoje, por perdão suplico pelo povo saliente.
Ponho-me a dormir noite a noite sonhando com a alvorada, dilúculo do dia em que sairemos da penumbra e, enfim, clareará a vida dentro da caverna iluminando a vereda para a saída.
Aprenda algo: não espere transformar ou acontecer, porque a dor é sua, a escolha é sua, a realidade é sua, a revolta é sua e a atitude, para tudo mudar, também é sua.
Se os meus sentimentos visses;
Se eu os podese mostrar
O teu nome iria aclamar
Pois nos teus olhos
Nada vejo se não a dividade
Fácil de se ver,
Mas impossível de a merecer.
Porquê?!
Como consigo eu viver sem ti?
Que mal eu cometi?
Que sentimento é este que corroí?
Que sentimento é este que consenti?
Não sei...
Contudo a pagina virei,
Uma nova historia contarei,
Mas tu lembra-te de mim
Pois isto por aqui não fica.
Um dia meus filhos
vão crescer
vão ler nos livros
e entender
o que este momento
representou
para a nação.
Vão compreender
que muitos lutaram contra
a corrupção, contra os criminosos
e depreciação da nação
e tantos outros foram coniventes;
e estes que toleram o crime
e enaltecem criminosos infelizmente
foram a maioria!
Os meus filhos terão orgulho em dizer que;
"EU NAO fiz parte dessa maioria
que ensina a seus descendentes
que o crime compensa."
ELES Disseram
SIM nas urnas e nas ruas
SIM, PODEM CONTINUAR ROUBANDO PT !
Gialreny Ferreira de Macedo
(27/10/2014)
Por que quando alguém do nosso grupo erra, é uma particularidade do individuo, mas quando alguém do outro grupo erra é uma característica geral?
Por que eu deveria te ouvir se tudo que você já fez por mim foi me destruí aos poucos? Pense bem antes de me acusar por seus crimes agora eu já sei me defender, todos ao seu redor apontam os dedos para você gritando seu nome o culpado, não tente fugir, não vai adiantar todas as garotas já foram alertadas sobre você e sua pose de bom moço vai se desfazer como a sua dignidade nesse seu mundo... Fala agora como se sente, como eu vivi por meses refém do seu doce sorriso, eu sinto em lhe dizer mas o sorriso que conquista as multidões agora é o meu.
Quando a vida levantar muros para cercar você, significa que chegou a hora de aprender a mexer com explosivos.
TUDO ERRADO
Mães matam os filhos,
Filhos matam os pais,
Crianças matam outras,
Cadê a punição no país?
Está tudo fora do lugar.
Mães enterram filhos,
Inocentes atropelados,
O assassino está impune.
O direto humano para quem?
Quem é o humano na historia?
A vítima perdeu o direito,
Quebrado sangra até a morte,
O marginal tem três refeições,
Ainda faz greve de fome,
As mães do inocentes choram,
A do marginal quer a libertação,
Está tudo fora de ser lugar.
Como o inocente pode dormir,
Retirem um rim dos assassinos,
Salve uma vida com ele,
Castrem os maníacos,
Vamos exigir uma justiça que puna
Afinal está tudo fora do lugar,
Nós os inocente somos os punidos,
E os bandidos gozam a felicidade
André Zanarella 17-04-2013
http://www.recantodasletras.com.br/poesias/5016833
