Renovação
É tempo de renovação.
De expandir os seus pensamentos.
De colocar para fora os sentimentos.
De construir novos objetivos.
De realizar todos os sonhos.
De fazer o que você tanto quer, acontecer!
Renovação e autoconhecimento
Abandonei tudo o que eu achava saber
Sobre mim mesma, quem eu sou, o que faço
E me entreguei ao vazio, sem temer
Permaneci no que restou, sem embaraço
Foi como mergulhar num mar sem fim
Sem nenhuma bússola ou mapa a seguir
Mas senti a paz que existe dentro de mim
E decidi deixar as amarras partir
Não mais me importa o que os outros pensam
Nem as regras que a sociedade impõe
Pois agora sou livre, sem reservas ou cláusulas
E vivo a vida que sempre quis, do meu jeito
Abandonei todo conceito sobre mim mesma
E agora sou livre para ser quem quiser
Sem medo de julgamentos ou preconceitos
Pois sei que minha verdade é o que importa, e não o que vão dizer.
SOBRE UM NOVO TEMPO
Demétrio Sena - Magé
Entre as inúmeras formas de renovação humana e social que desejo a cada novo ciclo - pessoal ou coletivo -, sonho com um tempo de menos teorias da conspiração. Teorias em torno da crença... da não crença ou do ateísmo... da sexualidade, o gênero, a ideologia... dos hábitos, o passado, a origem e a cultura do outro, que só dizem respeito ao outro. Que não causam danos reais ao seu redor (as teorias da conspiração envolvem danos fantasiosos, todos causados por desinformação, superstições e fanatismo).
Se começarmos o ano cuidando mais de nossas vidas e menos das dos outros... desejando a nossa felicidade mais do que a infelicidade alheia... disputando menos destaques pessoais e dando menos ouvidos ao que não é de nossa conta e podemos observar silenciosamente, por conta própria, teremos um ano melhor. Já o mundo melhor exigirá de nós, mudanças mais profundas de pensamento, ação e respeito ao outro. Seja como for, é sobre nós em relação ao próximo e seu direito a ser quem é.
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Respeite autorias. É lei
Reescrever a própria história é renovação interior, reeditar as feridas é escravizar-se no presente.
Durante o inverno, as árvores se despojam de suas folhas como parte de um ciclo de renovação, assim como cada uma das minhas perdas sinalizam um novo começo.
Às vezes buscamos mudanças externas, acreditando que um novo cenário trará renovação e progresso. Sonhamos com novas jornadas, diferentes oportunidades e horizontes inexplorados, como se o simples fato de trilhar outra estrada fosse suficiente para transformar nossa realidade.
Mas e a maneira como caminhamos? Não adianta mudar de rota se continuamos carregando os mesmos pesos na mochila. Se mantemos hábitos que já não nos servem, crenças limitantes, a preguiça e os medos que nos impedem de avançar, qualquer jornada será apenas uma repetição do que já conhecemos. Como um pássaro que troca de gaiola sem perceber que suas asas sempre estiveram ali, esperando o momento de voar.
Sem transformação interna, os resultados seguem os mesmos. Não basta erguer um altar se não houver intenção, presença e ação; ele permanecerá apenas como um objeto sem vida. Da mesma forma, uma nova jornada não terá significado se nossos passos continuarem presos às velhas formas de caminhar.
É como abrir as janelas de uma casa e esperar que o vento leve embora os problemas, quando, na verdade, a mudança exige que tiremos o pó dos cantos mais profundos. O verdadeiro avanço está na forma como percorremos a jornada.
É preciso coragem para desapegar do que já não nos serve, ajustar o passo e reavaliar a trajetória. Trocar a bagagem pesada por aquilo que realmente faz sentido. Deixar de remar contra a corrente e aprender a navegar com o fluxo. Só assim uma nova jornada será, de fato, uma nova possibilidade.
Antes de transformar o cenário ao seu redor, é essencial reconsiderar a maneira como caminhamos. Sem essa mudança interna, qualquer estrada será apenas uma repetição do passado.
Vida, Morte e Renovação
Eclesiastes 12:7, nos lembra que nós, seres humanos, somos feitos dos mesmos elementos que a terra, a água e o ar. A vida é uma jornada cheia de aprendizado e transformação.
Enquanto buscamos entender o sentido da vida, enfrentamos muitos desafios que testam nossa força e compreensão. A ideia de "pagar pelos pecados" nos faz pensar sobre nossos erros e o que podemos aprender com eles. A verdadeira sabedoria aparece quando aceitamos nossos erros e aprendemos a seguir o fluxo natural da vida.
Aceitar a vida não significa desistir, mas sim abraçar o que ela tem a oferecer. Isso significa entender que há um tempo para tudo: plantar e colher, rir e chorar, lutar e descansar. Quando aceitamos essa dança da vida, encontramos paz e equilíbrio. Cada experiência, boa ou ruim, nos ajuda a crescer.
No final, ao entender que fazemos parte de um ciclo maior, lembramos da nossa conexão com a terra. Assim como as folhas caem e se decompõem para nutrir novas plantas, nossos corpos também voltam à terra, fechando o ciclo de vida e morte. Essa compreensão nos encoraja a viver plenamente, a buscar propósito e a valorizar cada momento sem apegos ao corpo físico.
Que possamos reconhecer a nossa fragilidade e a beleza de sermos humanos. Que possamos viver com gratidão, aprendendo a fluir com a vida e a encontrar equilíbrio em meio às dificuldades. E que, ao final de nossa jornada, devolvamos nossos corpos à terra com a certeza de que vivemos de verdade, entregando nossos corpos sem drama ou apegos, porque aqui nascemos e aqui fica nossa casca, como a cigarra, enquanto continuamos nossa jornada em um novo ser.
Vida, Morte e Renovação: Reflexões Simples
Eclesiastes 12:7, nos lembra que nós, seres humanos, somos feitos dos mesmos elementos que a terra, a água e o ar. A vida é uma jornada cheia de aprendizado e transformação.
Enquanto buscamos entender o sentido da vida, enfrentamos muitos desafios que testam nossa força e compreensão. A ideia de "pagar pelos pecados" nos faz pensar sobre nossos erros e o que podemos aprender com eles. A verdadeira sabedoria aparece quando aceitamos nossos erros e aprendemos a seguir o fluxo natural da vida.
Aceitar a vida não significa desistir, mas sim abraçar o que ela tem a oferecer. Isso significa entender que há um tempo para tudo: plantar e colher, rir e chorar, lutar e descansar. Quando aceitamos essa dança da vida, encontramos paz e equilíbrio. Cada experiência, boa ou ruim, nos ajuda a crescer.
No final, ao entender que fazemos parte de um ciclo maior, lembramos da nossa conexão com a terra. Assim como as folhas caem e se decompõem para nutrir novas plantas, nossos corpos também voltam à terra, fechando o ciclo de vida e morte. Essa compreensão nos encoraja a viver plenamente, a buscar propósito e a valorizar cada momento sem apegos ao corpo físico.
Que possamos reconhecer a nossa fragilidade e a beleza de sermos humanos. Que possamos viver com gratidão, aprendendo a fluir com a vida e a encontrar equilíbrio em meio às dificuldades. E que, ao final de nossa jornada, devolvamos nossos corpos à terra com a certeza de que vivemos de verdade, entregando nossos corpos sem drama ou apegos, porque aqui nascemos e aqui fica nossa casca, como a cigarra, enquanto continuamos nossa jornada em um novo ser.
Assim como a chuva transforma a paisagem da natureza, trazendo renovação e vida, que nossa fé tenha o poder de transformar nossa realidade, trazendo esperança, força e novas oportunidades. Que cada desafio seja uma oportunidade para florescer, guiados pela confiança no que está por vir.
Que a oportunidade da tradição e dos desejos de “Feliz Ano Novo” nos proporcione renovação interior, aperfeiçoamento de pensamentos e purificação da mente para darmos continuidade ao que é necessário, benéfico e construtivo na sequência de vida.
Ao levantar, talvez o raio de sol possa lhe aquecer o rosto, e trazer a sútil sensação de renovação, e de fato isso é o que acontece. Se atentares bem, a vida recomeça todos os dias.
Toda reforma interior e toda mudança, para ser profunda depende da renovação da mente.Mudar não é um processo fácil e não depende exclusivamente de nosso próprio esforço.A chave do progresso para se evoluir está em saber que sozinhos não conseguiremos alcançar a plenitude divina.
O fundo do poço não é o pior lugar para se estar, na verdade, é o local propício para renovação. Na vida, a dor que sentimos é provocada pelos arranhões que sofremos durante a queda no poço. Esbarramos nas paredes úmidas e informes, e isso nos causa arranhões e dores bem profundas, mas é só a queda. Ao chegar no fundo do poço, é possível sentir o nada, e isso é confortante. E quando isso acontece, é o momento ideal de renovação. Olhar para cima causa o desejo de subir, e sair da zona de conforto, mas há também a opção de cavar mais, e ao fazer isso, é possível extrair da terra minérios e pedras precisas, o autoconhecimento. O diamante, o ouro, e até mesmo o minério de ferro que se encontra ao cavar, nada mais é do que o amor próprio, reconhecimento, e a autoconfiança. Se estiver no topo, cuide para que não perca o equilíbrio e sofra com a queda. Se chegar ao fundo, suba ou se conheça.
PÁSCOA
Tempo de renovação de sentimentos, momento para refletirmos quem somos como pessoas, e o que em nós devemos melhorar? Tempo de agradecer por tudo que temos. De lembrar que CRISTO venceu a morte, ressuscitou. Nos dando assim a certeza que ELE consegue ressuscitar sonhos, projetos, e trazer-nos novidade de vida. Ame o melhor que puder, e jamais esqueça você nasceu para VENCER.
FELIZ PÁSCOA!
Em verdade somos um mundo, o outro é um mundo, e no encontro de mundos é na renovação do que é dois que se fará um só.
Pacto de renovação
Disse Lucius: - é importante a um andejo da Luz, de quando em vez, re-energizar-se com novas energias cósmicas. Como quando se troca constantemente de roupas, após um banho!!!
Velhos trapos espirituais, devem ser abandonados, esquecidos, perdoados!
A proteção invisível que cobre um buscador, semelhante à vestimenta, também é desgastada. Embotada. Envelhecida. Desusada. Carregar trapos cósmicos é danoso à saúde da Alma. É preciso sempre se revestir de novas roupagens astrais, deixando sempre os velhos trapos carregados de imundícies vibracionais, para trás.
Às 11h23 in 31.01.2024
