Relacoes Interpessoais
Tem relações que são tão complicadas que parecem ser construídas de cabeça para baixo... Mas mesmo assim não deixa de ser amor.
Escolha um lado e erga a bandeira
Despreze as amizades e as relações de uma vida inteira
Não ao afeto, Brasil rachado
Por siglas que financiam esse inferno polarizado
Alguns dizem deter o amor, já outros discursam ódio
A febre do ouro é a mesma, a ânsia loca pelo pódio
Terra de Santa Cruz, a Arca de Tomé, Navio sem Leme
Onde até a Glória atribuída a Deus virou meme
A morte pode acabar fisicamente com uma vida, mas nunca com nossas relações com essa mesma vida.
Nunca gostei de discutir relações. A pandemia me ensinou a ouvir mais e falar só quando for extremamente necessário. O resto é perca de tempo.Vejo o certo me perseguindo e confirmando meu gosto por um ato que não vale a pena.
a modernidade excessiva fez as relações deixarem de lado o básico: como um homem por em pratica o seu papel e "eleger" a pessoa com que ele deseja construir a vida, dar seu nome , ter sua descendência....
Empoderar_se, nao é jogar no lixo o basico... e sim tornar_se tao interessante e indispensável a ponto dos que te rodeiam nao enxerguem mais uma vida sem sua presença
Lamentavelmente as relações são efêmeras...quando acaba a utilidade, lá se vai o "amor", seja ele qual for!
Parece que não aprendi nada com as relações passadas, me sinto uma adolescente naquelas paixões platônicas colegiais, pior é o coração resolver palpitar depois de 2 anos calado. Só queria ter metade da responsabilidade que tenho hoje, pra poder pegar o carro e partir pra lá mesmo com medo de se machucar.
Dizer com clareza, o que se espera das relações proximas, e estar aberto à ouvir .....
A a maior prova de lealdade e comprometimento com você e com quem se relaciona .
Ampliar a escuta é essencial para desenvolver relações de qualidade e liderar com foco em resultados sistêmicos.
As relações são dotadas de sinais que estão embutidos nos detalhes. Nas pequenas coisas, é possível identificar a sintonia ou a dissonância entre as partes. No quase imperceptível, encontra-se a base de sustentação do inevitável ou do conveniente.
Nem tudo é tão óbvio. Nem tudo precisa estar visível para existir. Mas tudo está aí, para quem quiser entender. Para quem quiser se nutrir de percepção e realidade
Nas relações, a cultura da culpa obriga o indivíduo, não raramente, a ser infeliz e incompleto intimamente, porém um hipócrita feliz, socialmente.
O respeito que deve haver entre as partes nunca exigiu a renúncia da liberdade natural do ser humano, mas a responsabilidade no trato com ela.
Se cultuássemos o aprendizado a cada experiência de vida, aprimoraríamos as relações, evoluíriamos com mais qualidade e com mais leveza. Um suposto progresso à base do peso na consciência não é evolução é adestramento, e que, em geral, vem da referência de valores pregados por terceiros os quais estão presos à doutrinas advindas de instituições produtoras de padrões comportamentais a fim de que estes auxiliem na sua sustentação.
É o outro quem decide por você o que te faz bem?
A felicidade não deve ser tratada como um hábito obrigatório e padronizado, mas como uma possibilidade constante. E ela pode ser encontrada em qualquer lugar ou circunstância. Pode proporcionar prazer sem que para isso o fantasma da culpa seja convocado nos momentos de conveniência emocional.
Respeite a sua liberdade e seja você a razão para tratá-la com responsabilidade.
É possível ser livre sem culpa.
O que seca as relações é a busca. A busca por respostas ou qual parte está disposta. A busca fastidiosa por afirmação e reciprocidade. A inquietude se está gostando demais ou se gostam de menos. A busca infindável no outro por aquilo que não é cultivado primeiro em si mesmo.
A história nada pode prever, exceto que grandes mudanças nas relações humanas nunca acontecerão da forma em que foram antecipadas.
Não há tantas coisas que importam, mas que as importam, importam mesmo, e essas são as relações próximas, a capacidade de manter relações com os outros, de sermos próximos e vice-versa.
