Relacoes Interpessoais
Cortar relações pode ser doloroso, mas às vezes é necessário para o nosso próprio bem-estar emocional. É preciso ter coragem para se afastar de pessoas tóxicas e situações prejudiciais, e seguir em frente em busca de relacionamentos mais saudáveis e positivos.
É sempre melhor gastar tempo e esforço desenvolvendo relações com mulheres novas em potencial do que tentar reconstruir um relacionamento fracassado que jamais será bem-sucedido.
O abuso não é um direito que você adquiriu. Sábios são aqueles que entendem as suas relações com a verdade.
Reflexões perfunctórias do Menino do Vale do Mucuri
Lute sempre para melhorar
As relações humanas
O bem-estar, a qualidade
De vida das pessoas
A grandeza do nível
De confiança no meio social
No ambiente em que se vive
Sua força enobrece o território
E o espaço na sociedade.
Seja porta-voz na defesa
Dos princípios humanitários
Não deixe a maldade prosperar
Não transija jamais diante
De choques de interesses
De conflitos de valores
Se tiver que fazer opção entre
A influência do poder econômico
E os valores éticos
Faça opção pelas firmes
Convicções da dignidade
A espada capitalista do terror
Não tem o mesmo poder diante da sólida
Estrutura moral
Existem valores que são inegociáveis
Se algo lhe importuna e maltrata sua alma
Saia do barco enquanto
Somente persistem as ameaças
Iminentes de naufrágio
A hipocrisia cabotina
Logo se descortina
A máscara logo vem ao chão
E todos verão que tudo
Era ditadura do vazio
Do amadorismo, da fantasia narcisista
Da vaidade desmedida
Do encanto pueril
Bom mesmo é ser feliz no Vale do Mucuri
Na amada Teófilo Otoni
Onde a paz prospera
Tudo é muito leve
A arrogância logo é detectada
A brisa ameniza o sofrimento
E afasta a opressão
Seja protagonista do seu tempo
Cujo desiderato é a promoção
Dos Direitos Humanos
E construção da Cultura da Paz.
Sei que todos a sua volta gostam de relações carnais e suas tais 'musicas', mas não me inclua nisso.
Na tapeçaria do respeito, a reciprocidade é o fio que entrelaça as relações. É imperativo honrar aqueles que te tecem respeito, pois a quebra desse pacto pode desfiar a trama, revelando a ausência de mútuo reconhecimento.
Relações saudáveis são construídas por homens que reconhecem a importância de elevar suas parceiras, em vez de diminuí-las.
O isolamento do homem e sua migração para as redes sociais transformaram as relações humanas em cores mais exibicionistas, desarmonizadas, e, sobretudo, intensamente vazias.
(...) Na linha do tempo de forma voluntária fui conquistado por inúmeras pessoas, seja nas relações de trabalho, social e/ou amoroso, assim sempre apregoei em minha vida a filosofia do savio Salomão: "O homem que tem muitos amigos pode congratular-se, mas aí daquele que não tem por quem chamar". Quando um grande amigo chamado Edivan Boa vista me disse há 8 anos que: "era um homem feliz porque era de pouco amigos", aquela expressão me marcou durantes esses ultimos 7 anos, e, comecei a aplicar está nova filosofia em minha vida, inclusive já fiz inúmeras citações desta nova forma de viver. Hoje volto a me questionar qual das duas de vó seguir...
O que consumimos diariamente através das nossas relações e das informações que recebemos dos seres e da mídia, interferem diretamente na qualidade da nossa energia e do futuro que iremos materializar.
Sempre fui atraída por é de impossibilidades,relações que vivem de de riscos,gosto de estranho,não sei amar em silencio , sou adepta e fã de amos mal resolvidos,de viver e se alimentam de surpresas e provas em que o sentimento é posto todos os dias. Falo do amor improvável driblando a lógica da razão, contestando teorias, rumores, estatísticas e prazos determinados. Sendo avesso às suposições.
Todas as estruturas sociais, econômicas e culturais são frutos históricos de relações humanas dinâmicas, moldadas por interesses, necessidades e contextos coletivos. Envolvem a participação — ativa ou passiva — de indivíduos e grupos diversos, de diferentes gêneros, classes e origens, que influenciam e são influenciados.
Patriarcado, capitalismo e neoliberalismo surgiram e se desenvolveram a partir dessas complexas interações sociais.
Compreender essa complexidade evita reducionismos e discursos simplistas — como culpar apenas o patriarcado — e abre espaço para uma visão integrativa que reconhece a responsabilidade coletiva.
Em vez de jogos políticos que buscam inimigos estratégicos, promover diálogos profundos e produtivos é o caminho para questionar e reformular as lógicas que sustentam essas estruturas.
ARITMÉTICA DAS RELAÇÕES INEVITÁVEIS
A soma, sim, soma
mas não como os olhos habituais desejam.
Ela não é apenas acúmulo,
é fusão generosa.
É o gesto que permite coexistência,
mesmo sabendo que haverá transbordo.
Soma é quando dois mundos
decidem não se corrigir,
mas se ampliar,
mesmo às custas do contorno.
A subtração também ensina.
Não há perda que não revele
o que de fato permaneceu.
Tirar é dar espaço.
É permitir ao essencial
respirar sem ornamentos.
Subtrair é purificar,
afastar o ruído
para que reste o que vibra limpo.
Às vezes, a ausência é o que resta de mais inteiro.
Multiplicar é ampliar o gesto,
e se há distorção, que venha com sentido.
Amores que se multiplicam
não traem a origem,
a engrandecem.
Toda criação exige risco
e a deformação pode ser milagre.
Multiplicar, nas relações,
é permitir que o afeto cresça
para além do molde original.
Dividir é maturar.
É reconhecer que somos partes,
e que só dividindo o centro
podemos conhecer suas margens.
É repartir o peso,
compartilhar a luz,
aceitar que dar-se ao outro
não é diminuir-se,
mas revelar-se em espelhos diversos.
E quando a divisão implica partida,
ela ainda assim pode ser libertação.
Potenciação é acreditar.
É elevar o que se tem ao que se sonha.
Nas relações, é o ato de confiar
que o afeto se sustenta
mesmo quando desafiado.
É investir na promessa do vir a ser,
sem garantias mas com intenção firme.
Potência é o amor que ousa crescer
onde havia apenas esboço.
Radiciação é mergulho.
Não para voltar,
mas para entender.
É buscar no passado
a matriz do que se repete.
É saber que as raízes não prendem,
elas sustentam.
E quando rasgadas,
ainda deixam traços que alimentam
o que renasce.
‘Logaritmar’ é decifrar a intensidade.
É transformar o inefável em gesto,
a avalanche em palavra.
É saber que o amor também precisa ser lido,
escalado, compreendido
em sua curva crescente.
É a tentativa amorosa
de nomear o inominável.
E há ainda as operações
em que não há solução exata.
Aquelas em que todo cálculo leva
à inevitável separação.
Há relações cuja equação se esgota
não por falha,
mas por fim.
E nesses casos,
a operação mais honesta
é o corte.
Não como falência,
mas como clareza.
Pois até o fim pode ser gesto de amor,
quando feito com respeito ao que foi.
No fim,
a matemática da vida
não busca exatidão,
mas equilíbrio dinâmico.
E cada operação,
seja soma ou seja outra,
é parte do algoritmo sutil
de sermos
com, apesar, ou além do outro.
Antigamente, havia Amor e as relações costumavam ser baseadas em sentimentos genuínos e conexões profundas, mas hoje em dia, tudo parece ser apenas financeiro. Tudo é Pix e menos Amor!
