Regras para os Ignorantes
Viver é complicado, nascemos do nada.
Tem um monte de regras a seguir, é educado por pessoas que não sabem nada da vida, do mundo etc.
Tem políticos, bilionários, todos falando coisas, tirando onda que sobrevivem a catastrofes em seus refúgios
Que merda é mesmo a vida?
Meu vício
Não jogo fumaça ao vento
Não vivo cagando regras
Não jogo farinha pra dentro
Mas uma cervejinha me pega
A lógica desumana do capital não precisa de conspiradores, porque opera pelas regras impessoais, mudas e desumanas do mercado que obriga os capitalistas e burocratas de todos os Estados a sempre servirem à acumulação do capital mesmo contra a sua vontade ou opinião pessoais se não quiserem ver-se substituídos por outros capitalistas e burocratas mais eficientes que os derrubem jogando-os no inferno de se tornarem proletários. O cálculo frio do custo-benefício que guia a decisão de todos os capitalistas e Estados do mundo não decorre da opinião, consciência, vontade, nem muito menos da "bondade" ou "maldade" pessoal desta ou daquela pessoa da classe dominante, mas é exatamente o contrário: sua opinião, consciência, vontade ou perversidade pessoais é que decorre das forças mudas da mão invisível do mercado, da propriedade privada, da acumulação do capital que, se não seguirem, os joga no proletariado.
As artes foram submetidas a uma nova servidão: as regras do mercado capitalista e a ideologia da indústria cultural, baseada na ideia e na prática do consumo de “produtos culturais” fabricados em série. As obras de arte são mercadorias, como tudo o que existe no capitalismo.
Você pode quebrar quantas regras quiser. Pode fazer o que quiser. Pode tomar todas as providências para encontrar a própria felicidade. Desde que se lembre da única condição. Da única regra. Permanecer leal ao seu marido e a esta família em público.
"É uma questão de aceitar uma das regras da vida: Como água e óleo, nossos erros nunca se misturarão com os nossos acertos"
O motivo do poeta de ausentar
Os cálculos de completar, o medo dos calculo o temor das regras.
O precipício a enfrentar, o domínio dos pensamentos os olhos do querer.
O que era se esvaindo o impossível a se destruir.
A rosa se desbotar a filosofia da vida, fazer que com tempo se completa com suas falhas.
O ardente das brasas não se queima algo dormente, mas se sinta tremulo ao real que ainda não é real ao natural do que eu pensava não ser natural da dor que acho que vai doer mas pago para ver o que não tenho para pagar, mas deixe a loucura do mundo me entregar.
Porque não concordo com parasita que veio em mim se estalar.
POR LAPYERRE ---
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Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
As regras me conflitam, quando teus lábios tocam os meus.
Teu sorriso, penetrante...
Teus olhos fulminantes...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
Teu carinho, sereno;
Protetor, amigo;
Me acolhes, me faz viajar...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
Fortes conflitos
Quando olhas em meus olhos...
Me prometes o que as palavras não podem expressar...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
E... suas mãos fortes...
Sei das regras do Jogo...
Pena, não sei jogar!!!
Mal consigo dizer algo...
Quanto mal, conseguirei dizer não !!!
Existem três regras muito simples. A primeira é se conhecer o suficiente para não esconder quem você é; a segunda é saber o que vestir e quando; a terceira é nunca deixar que as roupas “vistam” você, é você quem as veste.
Educar com firmeza e afeto é mais desafiador do que apenas impor regras, sim.
Mas o resultado é infinitamente mais transformador.
Porque o mundo não precisa de mais gente obediente.
Precisa de gente consciente.
Gente inteira.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
No amar, não existem regras ou certezas; existe o sentir incondicional e a vontade do querer. Querer ser mais para si e para o outro. Assim, a liberdade cresce e o amor evolui.
Reflexão sobre Ética, Dignidade e Oportunismo
A ética é muito mais do que um conjunto de regras ou códigos a seguir. Ela é a base invisível que sustenta nossas relações, decisões e a própria noção do que é justo e correto. Ser ético é agir com integridade mesmo quando ninguém está olhando, é escolher o caminho difícil porque é o caminho certo, é respeitar o outro mesmo diante do conflito ou da adversidade.
Em um mundo onde a velocidade dos acontecimentos e a busca pelo sucesso imediato muitas vezes dominam, a ética se torna um ato de coragem. Porque manter-se fiel aos próprios valores pode significar abrir mão de ganhos fáceis, desafiar injustiças silenciosas e resistir à tentação do oportunismo.
O oportunismo, por sua vez, é o contrário da ética. Ele apaga memórias, desconsidera esforços, destrói laços e reescreve histórias para benefício próprio, sem respeito pelo passado ou pelas pessoas envolvidas. É a voz que troca a gratidão pelo interesse, a verdade pela manipulação, a construção pelo desmonte. O oportunista olha para trás e vê apenas aquilo que pode ser explorado, esquecendo tudo o que foi vivido e construído.
Nosso futuro é, por natureza, incerto. Não sabemos quais desafios ainda enfrentaremos, nem quais portas se abrirão. Mas há algo que não pode ser deixado para trás nem perdido em meio a esse caminho: a dignidade. Ela é o farol que guia a conduta, o alicerce que sustenta a alma e o legado que deixamos para aqueles que virão depois.
Resistir ao oportunismo, então, não é apenas uma defesa pessoal — é um ato de preservação da humanidade que carregamos dentro de nós. É a reafirmação de que, apesar das adversidades, manter-se íntegro vale muito mais do que qualquer ganho efêmero.
No fim, a ética não é só um valor. É o que nos define. E a dignidade é o que permanece quando tudo mais se desfaz.
