Regra
Quem fofoqueia sobre a vida alheia ou julga outra pessoa está descumprindo a própria regra moral; ao fazer isso, assume o papel de juiz. Se age assim de forma recorrente, deixa de ser apenas observador e passa a adotar essa função como seu comportamento habitual. A forma mais clara de ver isso é lembrar que há um único detentor da verdade: Deus. Então, quem você acha que é para avaliar, opinar ou emitir um veredicto sobre o outro?
Quando começamos a sermos tão intolerantes com os nossos próximos? Em regra deveríamos gostar ou não de alguém após conhecê-lo e nos deparar com o que ele tem de melhor oude pior para nos apresentar. Algumas pessoas apenas não gostam de nós. E geralmente não têm um motivo específico. Isso é tão assombroso.
Qual é a regra da sua casa? Posso entrar com botas sujas? Posso mudar os móveis de lugar? Posso abrir a geladeira e pegar o que eu quiser? Posso usar o banheiro com a porta aberta? Posso dormir na sua cama? Na verdade isso nem se trata de regras. Basta o bom senso e a resposta será não para todas as perguntas.
Quando para toda regra há uma excessão, sendo a excessão também uma regra, para esta também outra regra haverá. Se a regra é aquilo que regula, dirige ou rege, havendo excessões ela é vil.
Para acabar logo com o assunto, a regra é o seguinte: se a pessoa é uma cabeça-dura e está tentando te vencer pelo cansaço, corrija o português dela.
A honra da Fé
A honra da Fé, mui gloriosa, não é imediata. Via de regra, sempre demorada. Ela é futura. Toda aparente perda, em nome da Fé e, por causa dela, é sempre recompensada, no futuro. A honra da Fé é sempre futura.
Quanto mais se renunciar em nome dela e por sua causa. Quanto maior o sofrimento causado por circunstâncias inerentes a ela, tanto maior também, no futuro, será a glória reservada. É por isso que todo viandante precisa entender que toda e qualquer perda por causa da Fé, na verdade, é uma perda APARENTE. Pois sempre, na realidade, é, GANHAR, tudo o que se perde, em nome da Fé!!!
Às 15h47 in 12.01.2024
Da Doutrina Sobrenaturalista
Definirei como aquela em que, via de regra, só acontece ou acontecerá algo de sobreexelente no ministério de alguém, após um evento PRETERNATURAL de intensidade até então nunca conhecida, vista, sentida ou presenciada, num nível completamente incomum. Ou se se preferir, numa manifestação à nível Bíblico, na vida de um indivíduo. Caso contrário, sou peremptoriamente do parecer que, em não havendo tais manifestações em tal nível, ter-se-á um ministério abaixo da média ou ao que se possa comparar com algo insatisfatoriamente MEDÍOCRE! Não é sem razão que os grandes e incomuns, isto é, que os grandes ministérios acima da média popular, só tiveram aquele brilhantismo monumental ou seu devido preciosismo, após uma aparição indizível do Eterno!
Moisés, depois do episódio da sarça! Jó, quando através de um sobrenatural redemoinho, O Todo-Poderoso lhe apareceu, e conferindo-lhe porção dobrada de tudo quanto antes possuía, ao final. Saulo transformado em Paulo, quando recebeu uma visitação esplêndida do Senhor. Eliseu, quando recebeu porção dobrada do espírito do Profeta Elias, depois que o viu subiu estando encima de uma carruagem de fogo através de um redemoinho. O poderoso Rei Salomão, após o Senhor lhe ter aparecido através de um sonho e tantos outros... Por que, tais ministérios tiveram tamanha proporção, exatamente após manifestações Divinas, naquela intensidade?
Porque, penso, é a única forma de se ter um ministério acima da média, e de proporção extremamente Bíblica.
Às 12h16 in 16.07.2024
Quem não vê os próprios delitos não pode corrigir-se...e a regra é clara. Quem corrige-se aprende o caminho da justiça..
Amor moderno: onde sentir virou vergonha e fugir, regra.
Parece que a gente aprendeu a fugir antes de tentar.
A evitar sentir, como se emoção fosse fraqueza.
Todo mundo com medo de demonstrar, de se entregar, de errar.
Como se amar fosse sinônimo de perder.
Hoje, ninguém olha nos olhos por tempo demais.
Beijar virou passatempo.
Dizer “eu te amo” é piada.
Demonstrar interesse? Humilhação.
Responder rápido? Desespero.
E aí a gente finge desinteresse para manter alguém que também está fingindo.
Troca profundidade por distração.
Conexão por validação.
Carinho por curtida.
E chama isso de relacionamento.
No fundo, está todo mundo carente.
Querendo colo, presença, verdade.
Mas se escondendo atrás de filtros, frases prontas e joguinhos.
Achando que isso protege quando, na verdade, só afasta.
O amor moderno virou medo.
Medo de parecer fraco.
Medo de sentir demais.
Medo de se entregar e não ser correspondido.
Mas amar, de verdade, sempre vai ser um risco.
A diferença é que, quem se permite, também se cura.
Porque tem coisa que só o amor real consegue tocar.
Me cuido com carinho. Me escolhi. Sou meu abrigo. Sou minha prioridade. Me valorizar é regra. Amor-próprio é blindagem.
Meu silêncio é meu abrigo. Poucos conseguem atravessá-lo. Querer ver alguém é exceção, não regra. Quando acontece… é porque há algo que toca a alma. Você tocou.
Os países que em regra prosperam sabem aproveitar de modo eficaz os ventos tempestuosos de uma economia aparamente frágil e, tornam-na na melhor oportunidade de crescimento.
A dívida contraída pelos Estados africanos junto do FMI, são em regra impagáveis, pois, muitos governantes em África desviam o dinheiro financiado e, de forma engraçada e quase que de forma mágica, o dinheiro volta para o seu dono inicial, que é o FMI.
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