Reflexão sobre a Morte
Já perdoei quem me pisou entre a vida e a morte, minhas lágrimas afogam o meu ver que em melodias me trazem a lembranças do que me fiz questão de esquecer;
Quando eu mais precisei me vi só sem a quem me apoiar, sem quem eu confiar sem usarei minhas próprias palavras contra mim;
Um coração inteligente escuta conselhos e ainda pode até mudar de opinião, mas um coração idiota que não comporta paz em seu interior nunca aceita palavra alguma;
Covarde não é aquele que se entrega a morte, mas sim o que vive moribundo, com medo de arriscar na realidade o que pode mudar o destino;
E o corajoso não é aquele que age como um herói, mas sim o que não retrocede nem um centímetro da vida;
Todos ou tudo que não me cause a morte faz com que a minha alma se fortaleça! E com a minha própria superação honro o meu caminho;
Em minha morte dê-me vestes limpas e túnicas impecáveis;
Pois em minha sede não contemple com água, pois a minha sede é da vida;
Descansarei não no consumo de meu reflexo, mas na luta de minha história;
Não quero morrer de morte matada, nem muito menos de morte morrida;
Mas desejo morrer de amor correspondido;
