Reflexão de Vela
Só seja uma pessoa honesta.
Caso queira ser luz, um aviso
importante:
Já temos vela
se não pagarmos os boletos.
"Guarde seu descanso e sua paz na segurança de que o Senhor dos Exércitos vela por suas batalhas, e nisso está a certeza da vitória."
A menina viaja em um barco à vela (o barco à vela simboliza o levar da vida, geralmente). Logo abaixo do barco tem uma palavra: solitude. Isso mostra que, embora a menina esteja a navegar sozinha, ela não está triste ou solitária, ela está desfrutando da sua própria companhia.
Um homem que não segue princípios é como um barco sem vela, o destino o direciona para o aleatória, tenha princípios e jamais os revogue, os ressalve!
Por que entrar na escuridão?
Você sabe que a vela vai apagar
Lá não tem espelhos
Não tem relógios
Os olhos se acostumam
Isso é fato
Mas os barulhos continuam inexplicáveis
Barulhos dentro de ti
A luz acabou
A vela apagou
E você não se importa
Você tem fogo
Identifica os sons
Quando cansa do teu espelho
Das tuas certeza
Se aventura na minha escuridão
Vaz bagunça
Destrói o que levei anos para construir
Depois vai
Vai se olhar no espelho
Ver as horas
E deixa a bagunça aqui
Não sei arrumar
As luzes estão apagadas
E eu não faço questão de ascender
“Fugindo de mim”
Preciso respirar e sentir o teu perfume,
Vê-la desabrochar pelo o campo,
Num espetáculo de cores e beleza,
É tu a mais preciosa da natureza;
Se porventura pudesse voar,
Subiria a mais alta montanha,
Livre ao vento brincar nas alturas,
Só na intenção de todos os dias te observar;
Se no oceano se esconder de mim,
Mergulharia junto os golfinhos,
Pulando, brincando em acrobacias,
Feliz se algum lugar poder te encontrar;
O teu disfarce de estrela cintilante,
Por mais difícil que seja descobrir,
Eu tocaria uma a uma com meu beijo,
Pois beijando sempre ganhei teu abraço;
E por fim se te transformar no tempo,
Andaria na eternidade te seguindo,
Por séculos e séculos sem cessar,
Pois agora é nosso tempo, o tempo de amar.
Deutes Rocha Oliveira (Parauapebas-Pa, 06 de novembro de 2023)
A vida, como uma vela acesa, ilumina o caminho que percorremos, e a morte, como a noite serena, nos convida a descansar na escuridão da eternidade.
Somos todos uma vela
Acesos por momentos
Até o momento em que ela não se ascende mais
Restando apenas memórias
Os amantes são como o vento e a vela, um sempre buscando o outro, juntos eles navegam pelos mares da vida.
O pé de uma montanha não costuma ser tão bonita quanto vê-la de longe, mas é de perto que podemos enxergar o detalhe que ali se esconde, as vezes aquilo que parecia ouro era apenas um pouco de bronze.
Há sabedoria num simples ato de respirar, só é preciso um pouco de reflexão para conseguir captar, veja que até a velocidade da respiração pode algo te ensinar, sim, parece óbvio, mas nem comecei te falar.
Só pare, sim, esse é o segredo, quando você sai da agitação o primeiro que foge é o medo, a quietude precisa ser praticada o tempo inteiro, pois as vezes nem é tão vantagem assim chegar sempre primeiro.
O maior vilão da decisão se chama ansiedade, ela sempre se associa com a ilusão essa é a pura verdade, sempre procura uma direção, um atalho que mais rápido chegue naquela vontade.
Por fim, pra resumir, sem enrolação, veja de todos os ângulos, tente sentir mais a sensação, não tenha pressa, pois ela é a inimiga da perfeição, sim, tenha paz no coração, só assim tomarás uma boa decisão.
29/09/24
É como ver uma vela derretendo com sua própria chama, percebendo que está desaparecendo por aquilo que a torna luminosa.
Três meses sem vê-la. Três semanas sem ouvir nem uma palavra. O silêncio que antes parecia sufocante agora soa como um eco distante, como um barulho de algo que se quebrou e nunca mais voltou ao normal.
O sábado chega e passa como qualquer outro dia. Não há planos, não há expectativas. Apenas um dia a mais, onde as lembranças vão e voltam sem pedir permissão. O celular já não vibra como antes. Não há notificações dela, nenhuma mensagem inesperada, nenhuma brecha para pensar que talvez ainda exista algo ali.
A vida seguiu. Ou pelo menos finge que seguiu. O trabalho ocupa o tempo, os compromissos enchem os dias, mas nada preenche o que ficou vazio por dentro.
Será que ela sente falta? Será que pensa nisso quando deita a cabeça no travesseiro? Será que em algum momento do dia, quando ninguém está olhando, ela se permite lembrar?
Talvez sim. Talvez não. Talvez nunca mais.
E assim mais um sábado se encerra. Mais uma semana se soma ao tempo que arrasta tudo para longe, sem pressa, sem avisar.
A razão é o timão que guia. A emoção, a vela que impulsiona. Mas sem os ventos, nada se move. E não, isso não é sobre barcos!
Quando estou perto não quero vela, mas quando estou longe penso nela o dia inteiro. Estou me afundando nessa confusão da minha mente e não sei o que faço. Tenho medo de perdela e ao mesmo tempo não quero mais está com ela.
há tamanha solidão no mundo
que você pode vê-la no movimento lento dos
braços de um relógio.
Nota: Trecho do poema O estouro.
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