Reflexão de Amor
"Há muitas coisas que Deus escondeu, e isso é uma expressão da Sua glória. É uma das maneiras de Deus dizer:
'- Você está surpreso com o que vês? O que escondi é ainda maior'."
—By Coelhinha
"Nem todo mundo vale a pena esperar por mudanças. Na maioria vão te ferir, decepcionar. Mais como na vida para tudo tem excessão, vou abrindo mão sabendo que, para mim você só tem que descobrir por quem vale a pena investir. "
—By Coelhinha
"Não devemos tentar persuadir os justos a se desviarem do caminho certo. Em vez disso, devemos ajudá-los e incentivá-los a permanecer nesse caminho. Se você fizer alguém tropeçar no erro, estará se preparando para uma queda ainda maior."
—By Coelhinha
"Deus é fiel. Nunca deixa seus filhos sem resposta. Seja o sinal que Ele tem que dar ou a quem usar. Até no silêncio Deus te fala: Confia. Espera. Crê. Aleluyasss"
─By Coelhinha
"Que soprem os quatro ventos das veredas da justiça de Deus, trazendo até nós um alinhamento sobrenatural. Sendo assim mesmo que as tempestades, terremotos, dilúvios ou o furacões tente nos desalinhar da nossa meta que devemos caminhar. A chegada é garantida. Pois o Dono do tempo vai adiante indireitando nossas veredas e com Sua coluna de fogo vai nos guiando para cumprir o propósito."
—By Coelhinha
Faz tua parte sem questionar os resultados. Lembre-se que Deus ama sem cobranças e pré julgamentos. Faça o mesmo!
Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.
"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.
A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.
Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.
Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.
Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.
Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:
"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."
Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.
A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.
Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.
Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.
Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.
Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.
Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.
O Perfume da Renúncia.
Há gestos que se dissolvem no ar como perfumes invisíveis fragrâncias da alma que ninguém vê, mas que perfumam silenciosamente a atmosfera onde passam. São as oferendas sutis dos que aprenderam a servir em silêncio, flores humanas que, em vez de buscar aplausos, se abrem ao sol do dever e ao orvalho da dor. Assim é a dedicação em renúncia: um cântico mudo da consciência desperta, um perfume espiritual que não exige olfato para ser sentido.
A flor que se doa não questiona a quem se destina o seu aroma. Ela apenas floresce. Assim também o ser que alcançou o verdadeiro autoconhecimento já não indaga sobre o retorno de suas ações, pois compreendeu que servir é o mais puro estado do amor. Sua existência se faz como uma lâmpada acesa em um aposento onde ninguém entra e, mesmo assim, continua a iluminar.
Quantos caminham entre nós nessa silenciosa via-sacra da bondade anônima? São almas que vivem a felicidade não em palavras, mas em gestos; que suportam o esquecimento com serenidade e transformam a própria dor em brisa consoladora. São aquelas criaturas cuja presença acalma, mesmo quando os lábios emudecem; cuja ausência, paradoxalmente, se faz presença no coração dos que aprenderam a sentir com o espírito.
A renúncia verdadeira não é grito, é eco. Não é ausência, é transfiguração. É o ponto onde o ser humano se despede de si mesmo para encontrar-se em sua essência. Nesse instante de lucidez interior, o coração entende que a vida não é palco, mas altar. E que cada ato de humildade é uma prece sem palavras, uma oferenda sem testemunhas, um perfume que sobe, discreto, à eternidade.
Há uma melancolia suave nessa entrega, porque o renunciante contempla a beleza e sabe que dela não fará uso. Ele toca o sublime e, em vez de retê-lo, o devolve à vida. Essa tristeza, porém, não é desespero é maturidade espiritual. É a nostalgia do Espírito que recorda, no silêncio do dever cumprido, o perfume do lar divino de onde partiu.
Quando a flor murcha, não deixa de ter sido flor; quando o perfume se dispersa, não deixa de ter existido. Assim também o amor que se doa em renúncia jamais se perde: ele permanece, invisível, sustentando o mundo em suas raízes mais secretas.
A servidão, quando nasce da consciência iluminada, não é submissão, mas liberdade. É o ato supremo de quem já não precisa ser visto, porque aprendeu a ver. O autoconhecimento, então, torna-se um espelho onde a alma se reflete e reconhece o rosto sereno da paz dentro de si.
E, nesse ponto, o perfume da flor silenciosa se confunde com o hálito da eternidade.
Lenidade predominante na sublimidade dos teus traços atraentes, formatos precisos, curvas desenhadas divinamente, o reflexo de um universo deslumbrante, grandioso, aquecido profundamente pelo calor da paixão, que deixa o teu semblante charmoso, compensa cada pulsar do teu coração, o teu sorriso fica luminoso, veemente e acolhedor, a vitalidade consegue passar por todo o teu corpo, estas são algumas das tuas maravilhosas peculiaridades que marcam tanto a memória, que até a beleza dos teus cachos geram saudades, claro que pertences a uma linda história que graças ao Senhor ainda tem muita continuidade regrada ao amor, motivada por um espírito de aventura, encantada pela simplicidade e por uma dose sensata de loucura, vivendo intensamente de verdade.
Depois de tanto ter que enfrentar uma forte angústia que vinha se repetindo com uma certa frequência e sem saber a razão, entrou numa reflexão profunda a respeito da própria existência, o que finalmente trouxe a percepção de que não sabe bem ao certo, porém, num determinado momento, foi responsável por deixar o seu coração ferido, pois a frieza da falta do seu amor próprio causou um triste e amargo desencontro consigo.
O encanto pela vida não era mais o mesmo, ofuscado por responsabilidades e rotinas, o que antes era bastante precioso desde a infância, foi aos poucos sendo esquecido, abriu mão da sua felicidade, não pôde mais perceber as tantas bênçãos que havia recebido, atraindo muito desgaste, o lamento grandioso já era frequente, não estava se reconhecendo, esqueceu como era viver de verdade, precisava muito de um avivamento.
Para o seu bem, graças a Deus, refletindo e percebendo, não desperdiçou a rara oportunidade de se reencontrar, a emoção de alívio transbordou dos seus olhos como se a sua alma também quisesse falar por ansiar muito por este reencontro, aquele frio devastador de outrora, foi ressignificado, agora continua presente, mas faz parte de um lindo cenário acolhedor, enaltecendo o calor inestimável de se amar no precioso equilíbrio da cor azul.
De uma forma árdua, conseguiu compreender que a beleza deve ser mais do que o físico, que também precisa ser um reflexo da alma, de um bom relacionamento com o Senhor e consigo e, assim, mais consciente, avivou o seu amor próprio e tem se esforçado pra mantê-lo vivo. Agora, está ainda mais atraente com esta atitude tão aprazível.
Dentro do teu olhar discreto,
é possível visualizar
o resplendor de universo lindo,
feito de belas cores, detalhes ricos,
onde a beleza está em toda parte
graças a um amor forte e verdadeiro,
cuja expressividade é tão grande
que dispensa palavras,
assim, precisa ser recebida
com esmero
por ser um reflexo da tua alma.
Isso faz recordar o quanto
queé fascinante
quando o sentir é evidentemente
bom e autêntico
ao ponto de falar com clareza
o que há no íntimo do seu hospedeiro.
Seguindo este pensamento,
os nossos atos mais relevantes
refletem aquilo que sentimos,
portanto, que em Deus, possa estar
o nosso alimento
pra que o resultado seja intenso
e pacífico.
" Na escuridão o otimista procura acender uma vela já o pessimista em plena luz procura apagar o sol. "
" Queridos filhos, irmãos em alma. O Espiritismo em seu tríplice aspecto,nos devolve o Cristo esclarecendo e consolando nossas mentes e corações, mas jamais ele socorrerá com as tuas santas palavras sem antes ministrar o remédio do amor para as feridas, que de antemão rogam cuidados e atenção. Recordemos "Mesmo que sejamos um címbalo,sem amor nada seremos."
" Se emocionar com a vida abnegada e missionária de Jesus e não buscarmos a reforma íntima competente a cada um no dia a dia equivale mantê-lo ainda dentro de nós no trajeto do golgotá à infâmia da cruz. "
" Não esqueçamos de que nos encontramos sob os cuidados de Deus,contudo não deixemos de nos ajudar quanto ao aprimoramento moral,pois Deus também conta conosco. A fé que depositamos no soberano criador é a mesma que recai sobre nós mesmos! "
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