Reagir
“Nem todo susto se torna pavor, o melhor é respirar fundo, tomar o controle e só então reagir para não sofrer coação. Precipitação pode aumentar a ameaça e impossibilitar negociação”.
Cassia Guimarães
Não devemos calar a boca e aceitar calados uma fronta diretamente ligada a nós devemos reagir à altura para se entender que não somos qualquer pessoa.
Suas escolhas determinam os caminhos da sua vida! Sua postura determina como você irá reagir a elas!
"Nenhuma dor que possa existir anulará minha disposição de reagir, por maior que se apresente o abismo,tenho certeza que saltarei por sobre ele."
Você é desafiado a vencer todos os dias! Lutas são necessárias para te impulsionar a reagir, porém, elas não podem te vencer! Tenha espírito de garra e guerreie contra toda a negatividade, contra todo sofrimento, contra toda dor... Você é forte!
Costumar com palavras impossiveis ,se disquer ser incapaz de pensar e reagir,a seu proprios medos....
A resignação diante da cruz é acima de tudo reagir com esperança na certeza de que tudo concorre para o bem daqueles que amam a Deus.
As vezes em nossas vidas temos que engolir sapos enormes, sendo que na verdade gostaríamos de reagir.
Mas é isso que o inimigo quer, que arrumemos confusão, briga com as pessoas pra ele ficar aplaudindo de camarote.
Não reaja dessa forma , se controle, não responda, respire, sai de perto, fale: depois agente conversa!
Deixe Deus resolver esse problema pra você, Ele é justo !
"Você precisa reagir pra Deus te ajudar. Ficar parado em silêncio, esperando que tudo se resolva como num passe de mágica, é um sinal de infantilidade. Até porque, para se chegar no tal 'felizes para sempre' nos contos de fadas, os personagens passam por diversos enfrentamentos, então a vida real seria diferente por quê? Na lei natural da vida, quem ganha é sempre o mais valente, aquele que dá a 'cara a tapa', porque entende que a vida responde de acordo com as nossas atitudes. Se você não souber dizer a que veio, nunca será ouvido, respeitado e se tornará uma 'presa' fácil, por falta de uma autodefesa, de uma reação confiante! Prefiro me impor do que me fazer de 'cachorro morto'. O silêncio é sábio, quando você o usa como uma arma, diante da ignorância alheia, e assim evita se desgastar por pouca coisa; quando você perceber que falar mil palavras não acrescentará em nada a quem não entenderá uma só sequer, então o silêncio se fará mais útil. Basta compreender o momento para cada posicionamento. Isso o tempo vai ensinando, mas só digo uma coisa: o silêncio usado como resposta para tudo não é solução e sim prova de fragilidade, insegurança, medo da vida adulta; esta, apesar de ser difícil, pode ser bem mais o que se aspire de independência e serenidade e menos o que venha como sacrifícios; logo, cabe a você aplicar o silêncio, ou com despeito, ou com covardia, ou com precaução e maturidade."
Os nossos problemas podemos suportar
A gente acusa o outro por não reagir como nós, a gente critica em demasia por tanta sensibilidade, a gente acerta e erra ao julgar, deixamos de estimular quem nos pede ajuda, no fundo temos grandes interesses por nós mesmos.
Somos intrometidos com a vida alheia, nos achamos melhores, falamos sem rodeios numa comunicação pouco simples e muito honesta, temos a inclinação natural de tomar partidos principalmente quando estamos rodeadas de pessoas negativas.
Por perto parecemos normais, com alguma coisa a mais ou a menos, com a pose de sabe tudo, sentindo-se a mais livre das borboletas.
Corrigimos e apontamos o dedo em riste por amor, convencemos alguém por amor, continuamos nossas atividades por amor, fazemos abordagens repetitivas até que o outro mude por amor. Por amor a nós.
Somos pessoas orgulhosas com o desejo de convencer os outros, somos a reação impetuosa, somos o resultado do que almejamos, somos complicadas. Confesso!
Transformei cada ofensa em algo importante, alcancei a infelicidade olhando problemas, eu queria prova de tudo, uma disposição de vinte e quatro horas, o encorajamento matutino, compartilhar bondade e evitar expressões rígidas.
Passei a usar o mantra "deixa pra lá" e as coisas foram se encaixando, eu passei a preferir ser omissa do que ser chata, eu não tenho os poderes mágicos de mudar o outro, a única coisa que eu tenho é o orgulho acerbado de ter minhas necessidades satisfeitas.
Damos nossa compreensão a quem atende nossos interesses, rejeitamos quem não nos atende. Nem sempre vem à tona o que tenho de pior, somos atores sem palco.
Semelhantes nem sempre se atraem, respirar fundo não te faz mais tranquila, desaprender é utilitário e eu tenho o poder da observação somada com a intuição.
Olhar os problemas alheio é mais fácil e de rápida solução. Não se leva em consideração as emoções, os conflitos, a dependência, a finança, os fatores externos, a preguiça, os sonhos, os medos, a escuridão.
Nem sempre é possível se transportar na totalidade para a realidade do outro, eu diria até que é impossível, são muitos os caminhos, as adversidades e os métodos que cada um se impõe para ser feliz ou infeliz.
Sempre procurei, jamais cometer traição, porem as vezes, torna-se impossivel não reagir com a mesma moeda à certas condições que nos impõem.
As vezes é muito difícil reagir ou confrontar situações desagradáveis em nossa vida ou sociedade, até mesmo porque certas lutas vão além de nossas vidas ou dessa geração. Mas surge daí uma pergunta...Quando começaremos essa batalha?
"Pela minha cabeça borbulhava diversas idéias e reações de como eu realmente deveria reagir com essa situação, mas nenhuma delas foi demonstrada ou dita por mim. Eu apenas soluçava e meu corpo se debatia com uma torrente imensa de choro juvenil. Todas aquelas coisas ditas pela minha mãe, ricochetearam pelo meu rosto, alma e coração, me deixando em um estado de lapso desejo de morte. Eu queria morrer. Uma súbita vontade surgiu dentro de mim, de sair porta afora e atravessar a avenida Late Moore de olhos vendados, a dor seria absurda, mas não mais do que aquela dor que eu estava sentindo naquele momento. Minha irmã nada disse, apenas tentava amenizar a situação como sempre fazia. Minha tia e minha avó tentava em vão consolar-me, fazendo com que eu chorasse mais. Por um momento, tudo se silenciou, e eu tive minha chance de me expor, de falar o que eu estava sentindo. Minha tia apertara meu braço de leve e sussurrou para só que eu ouvisse:
-Fala, coloca pra fora.
Mas eu, continuei em silêncio."
