Quintal
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Vamos acordar...acordar...
Já tem pardalzinho no quintal
Tem gente varrendo as calçadas
O cafezinho vai esfriar
Se mexer é fundamental
E de mangas arregaçadas...
mel - ((*_*))
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Acordar... avistar o meu quintal...tão familiar...
Algumas plantas abrindo seus primeiros botões
É um sensação tão agradável...
Um agradecimento de poder novamente em casa estar...
Lar....doce lar!!!
mel - ((*_*))
Da forma como precisamos apara a grama de nosso quintal, também é uma necessidade estarmos com o nosso jardim interior aparado
BOM DIA MEUS BONS AMIGOS!!!
Neste dia claro e agradável
Já tem passarinho pelo quintal
Vem a sensação saudável
De que estão adorando o local...
E pelo gorjear diferente
Tem algum ninho não aparente...
mel - ((*_*))
Enquanto tomava o café da manhã, fiquei reparando no meu quintal pela janela e levei um susto. Pensei comigo mesmo: tanta gente igual a mim, não sabem por onde começar a tentar salvar o mundo.
E eu aqui vendo que o meu próprio quintal que está imundo.
Parte de minha alma ainda brinca no meu quintal, enquanto a outra preserva lembranças genuínas de uma infância latente.
Fugir dos problemas é como se estivesse encarando um pitbull no quintal de alguem, é melhor permanecer onde esta, enfrentar o problema, assim ele não mordera o seu traseiro.
Na varanda do quintal
Igual a tantos ontens
Hoje escondo um olho à luz do Sol
E vejo um pouco mais aquém
E penso por um segundo
Que nunca olhei tão profundo
Enxergo em olhar marimbondo
Levando pra sob o telhado
A alguma coisa que Deus lhe deu
E concluo aqui comigo
Se esse voar fosse meu
Eu voava até o fim do mundo
Chegando o final do dia
Dizia pro meu amor
Por favor, se ainda não me esqueceu
Se eu fosse você, não esquecia.
Abelha a fazer mel na telha
Desde que sumiste
A chama da vela
Bailando tão triste
Madrugada que ainda clareia
Na areia das horas
Caminho de volta
Não há nada que eu faça
Ou que possa fazer
O monstro da Santa Agonia
É fumaça de vela a também ir embora
Aquilo a que tanto eu queria
Vou querer por mais outro dia.
Edson Ricardo Paiva.
Estávamos eu e minha sobrinha, Ana Liz, no quintal quando ela viu a chuva cair pela primeira vez. Tinha apenas três meses de idade. O olhar atento sentindo as gotas cair no chão, nas plantas, ao seu redor. Tamanha calmaria, leveza, sensibilidade. Ela foi crescendo, e nos dias de chuva aprendendo a tocar na àgua que caia sobre as suas pequenas mãos. O olhar fixo parece que está contando gota por gota. Além de enxergar a chuva, ela sente. Além de sentir ela transborda, e me ensina a reparar a beleza das gotas caindo sobre nós, sobre o mundo. Ana Liz desde pequena aprendeu a gostar da chuva, talvez ela gosta de ser regada como as flores. A cada chuva que cai, Ana Liz floresce, cresce, cria raízes. Ela me ensina sobre as etapas da vida, o tempo, o reeinventar. Hoje, quinta-feira, da janela do ônibus vejo a chuva que cai em Fortaleza, penso na Ana Liz, recordo do seu olhar atento e sigo. Resisto aos maus tempos, a desesperança, o medo. Assim como a Ana Liz hoje deixarei a chuva me regar para que possa brotar flores de resistência no meu peito. R(e)existo. Vamos juntas pequena, estamos juntas.
Eu plantei uma flor no meu quintal, Perto do pé de laranjeira, Mas quase nunca paro em casa.... E depois de uma semana e três dias eu cheguei a uma conclusão sobre as flores.
Se você não cuidar, se você não regar, ela mucha, Mucha e morre !. Acho que deve ser assim com o amor, Se você não cuidar, Regar e dar carinho ele acaba murchando, E morrendo aos poucos de tédio e solidão.
Viajante das Estrelas
Minha rua é na Lua.
Meu quintal no Espaço Sideral
Sou uma viajante
Das Estrelas
E percorro milhões de anos-luz em
Décimos de segundos.
Penetro em Universos paralelos
E navego
Em mares de marte e Kleper
O último descoberto.
Sou enamorada dos astros
E cometas.
Celebro o amor no infinito.
Festejo cada brilho nascido.
No espaço incomensurável
Meus últimos convidados foram os anéis
De Saturno
A constelação de Órion é irmã minha
Todas as constelações amigas.
O Sol é meu guia, meu orientador
Por isso sou nascente
E Poente.
Horizonte total e expansivo.
Sou na vertical
Um dilúvio
De alegria.
De profundidade abissal.
Meu pensamento
É minha Nave Espacial.
"Os artistas e os políticos, estão fazendo do mundo um quintal onde eles jogam todo os seus lixos e a grande massa vai lá e faz a coleta!"
☆ Haredita Angel
Tinha um menino no meu quintal desenterrando livros. Eu não sabia que tinham livros enterrados na terra lá de casa. E ele me ensinou.
Perguntei qual livro ele queria encontrar. E ele disse: aquele em branco que cada um tem pra gente desenhar. Aquele cheio de páginas e de histórias ainda não contadas pra gente acreditar.
Pensei que o menino fosse um pouco cheio de sonhos. Pensei que os sonhos dele só faziam sentido no quintal pequeno das casas escuras. Mas aí lembrei que eu era um menino uma vez e tinha um quintal lá no fundo.
E eu desenhava nas terras quando chovia. E desenhava no muro quando fazia sol. Foi talvez por isso que eu tenha virado sozinho. E homem que acredita nos meninos arqueólogos de livros. E homem que desenha histórias que cheiram barro úmido de chuva de dentro.
Girassol do meu quintal
Girassol ,meu girassol
girassol do meu jardim
girassol antes tão delicado
Anda um pouco destratado
tanta chuva o deixou prejudicado
girassol gosta de água
não suporta solo seco
mas também tanto aguaceiro
deixou o solo encharcado
Finalmente volta o sol
a beijar pétalas caídas
girassol, pobre coitado
leva tempo a ficar recuperado
Outros botões se abrem
Um pouco fragilizados
mas vem agradecer ao sol
O presente tão esperado !
No quintal volta a alegria
borboletas e abelhinhas
no canteiro vem e vão
pousando de flor em flor
fazendo polinização
by Edite / Junho 2016
Trepei a trepadeira do quintal do vizinho.
Não há atração por ela, frígida ergue-se com o paredão que nos separa, notei mais cadeados no portão do que na última vez e, as janelas já não se abrem para um único filete de sol.
Não me deixa experimentá-la por inteira ou podá-la por um pouco, face meiga, mas o corpo selvagem machuca.
Não sei o porquê de amá-la sendo ela tão indiferente.
Viagem para um planeta caótico
Um belo dia, vi uma nave espacial pousar no meu quintal. Nela tinham vários seres que me levaram para um planeta estranho. No caminho percebi que aqueles seres eram sedentos por novas descobertas e novos conhecimentos, porém não consegui entender o motivo que os levava a essa obsessão.
Quando cheguei naquele lugar, me deparei com uma realidade caótica, na qual alguns seres viviam em uma mordomia e outros brigavam “até a morte“ por um pedaço de alimento que chamavam de pão.
Eles usavam um material parecido com o nosso papel para trocar por quase tudo que quisessem. Por esse pedaço de papel, eles agrediam e até matavam os seres vivos de sua mesma espécie.
Aquele planeta era dividido em várias partes, cada uma controlada por um grupo de seres que detinham a maior parte daquele material usado para as trocas. O resto dos seres detinha o que sobrava. Tudo que os “seres mais importantes daquele lugar” impunham sobre “o resto” era aceito por todos e ninguém se manifestava contra as atitudes erradas dos mais poderosos.
Naquele lugar eu tive tudo que tinha em mãos levado por um ser estranho. Aquele ser parecia fazer aquilo pois precisava vender o que tomou dos outros para trocar por uma pedra que expelia fumaça que, quando absorvida uma vez, destruia lentamente a vida daquele ser.
Vendo aquela situação terrível, tentei resolver alguns dos problemas, mas os seres daquele lugar pareciam estar com “os olhos vendados” para aquela situação, pareciam gostar do sofrimento e da desigualdade social.
Chego, abro a porta, sinto o cheiro das rosas do meu quintal. Chamo teu nome, só pelo costume, pois sei que ninguém vai responder. Hoje faz o quê? Um mês? Dois? Não sei. Não sei porque desde que tu fostes embora, o tempo pra mim é sempre uma eternidade, agora, vou tomar meu café, que em dias de felicidade, tomaria contigo. Nessa minha realidade paralela, nuncas fostes embora. Continuastes eternamente comigo, fazendo juras de amor sob uma lua brilhante. Ultimamente, venho pensando mais, venho chorando mais, venho vivendo menos. Em noites frias como esta, já terias fechado a janela. Mas, como não estás aqui, ela ficará aberta. Ficará aberta a tua volta, para que tu possas fechá-la, a teu modo. Meu coração? Meu coração continuará aberto, esperando tua volta. Oh, pobre coração. Continua anseiando tua volta, teus carinhos, tuas falsas palavras, para iludi-lo, e deixá-lo molhado de lágrimas de felicidade. Felicidade de um amor que possivelmente numa existiu. Ou existiu? Amei? Vivi? Sorri? Só contigo. Só contigo aprendi o que amar. Aprendi o que viver. Aprendi a sorrir. Um sorriso tão verdadeiro, banhado em palavras tão falsas. Se fostes embora, porque continuas aqui? Continuas aqui, assustando-me durante a noite, pois quando viro-me um vazio em minha cama está. Onde tu deverias está dormindo, está um vazio, um travesseiro, que não tem calor. Volta, anjo. Faz-me sorrir de novo, esquenta meu coração, molha-o com palavras de duvidosa realide, volta anjo, fecha minha janela, e fecha a porta do meu coração, que deixastes escancarada à tua saída. Volta, anjo, e faz-me de novo mulher feliz.
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