Quintal

Cerca de 494 frases e pensamentos: Quintal

⁠“Cultivar frutas e/ou vegetais no quintal da casa é saudável em todos os sentidos, inclusive como terapia. Assim parafraseando o velho adágio popular digo “Quem planta seus males espanta”
Ney Batista

"Se você quiser evitar muitos problemas no seu casamento, nunca more no mesmo quintal de outra pessoa. "
-Anderson Silva

Quintal da memória


Uma varanda,
uma vila,
um corredor comprido.
Da janela,
um quintal aberto ao mundo.
Chuva de verão caindo morna,
cheiro de café vindo da cozinha,
o leite crescendo no fogão.
Brinquedos esquecidos pelo chão.
Pai - porto seguro.
Avó - doçura de colo.
Madrinha - mãos cheias de agrados.
Padrinho - passos lentos pelas tardes.
Hoje,
quando a chuva retorna
e o café invade o ar,
fica apenas
a infância
roçando leve
as asas da lembrança.

𝙿𝙾𝙴𝙼𝙰: O Príncipe das Terras Altas.


Torço, em meu quintal,
para te ver no meu céu.
Fiel às nuvens, e a elas
afirmo contigo, pleno,
um eterno sonho real.


​Meu povoado está cansado.
Eles me observam toda vez
com um olhar no meu encalço;
céticos, do dia até o entardecer.


​Boatos afirmam sua boa pessoa,
isso eu já não tenho como saber.
Talvez você seja um príncipe Hamlet,
ou talvez um príncipe como Luís XIV.


​Me torne sua mais nova aquisição
e eu me comprometo a te mostrar:
Vou ser o seu mais longo reinado,
não importa qual terra você pisar.


​Seja no barco ou em avião
esteja a pé ou de bicicleta...
Você podia vir aqui me visitar, sabia?
Pra mim seria uma alegria completa.


​É engraçado como as palavras aqui
se encaixam com mais facilidade agora.
Sinto que algo dentro de mim floresceu;


​Por isso, venho me confessar:
Você se iguala a um sonho,
disso tenho que concordar.


​Não tive o prazer de te conhecer,
nem mesmo acho que vou poder,
porém, isso já era de se esperar.


​Nunca tive sorte no amor
e isso é tudo o que eu posso afirmar.




Escrito e idealizado por César Hioli.
27/03/2026.

Da forma como precisamos apara a grama de nosso quintal, também é uma necessidade estarmos com o nosso jardim interior aparado

Bom dia!
É domingo, vamos celebrar em família e amigos na praia, num bar ou no quintal de casa... quanta felicidade né!?❤️
Ery santanna




Bom dia @
Fé não é ausência de medo, mas sim a convicção que existe uma força maior operando a favor de quem crê no impossível de Deus.🌻
Ery santanna




Bom dia!
Um novo amanhecer, um novo dia uma esperança.
Fé força e confiança pra vencer. 🌻🌿
Ery santanna




Bom dia!
As coisas do ontem ficaram no ontem. Cada dia que se acorda Deus está pedindo bis; bis para a vida, para o amor, para o prosperar e para o próximo. Viver é isso!🌿🌻
Ery santanna

Eu amo o tipo de cansaço
que sinto depois de horas
cuidando das plantas no quintal...


pele suada pelo mormaço,
corpo aquecido pelo sol,
mãos com perfume de terra,
cabelos com vestígios de galhos,
flores e folhas,
pulmões cheios de ar fresco
e o coração pulsando versos...
✍©️@MiriamDaCosta

Os abacates do meu quintal 🥑🥑🥑


Ó bendita terra fértil,
onde caroços e sementes germinam,
fazem-se árvores robustas🌳🌳🌳
sob o sol e a chuva☀️🌧
e me doam, com imensa generosidade,
sombra, frescor e frutos
que alimentam o meu corpo
e inspiram minha veia poética.✍


Agradeço à Natureza por tamanha bênção.
É um verdadeiro privilégio
compartilhar a existência
com a riqueza do simples
e do natural.
✍©️@MiriamDaCosta

No Quintal da Infância a Ludicidade Enriquece

Num quintal de poucos detalhes, mas de muita riqueza: a infância que se encanta com a simplicidade e o adulto que, por alguns instantes, volta a ser criança — um lúdico de reciprocidade que nos enche de esperança.

O poema varreu o quintal hoje
Com o vento nas árvores
Para que esses versos
Te alegrassem

"Podem me julgar pela grama do meu quintal ou pela simplicidade da minha mesa, mas ninguém pode tirar a paz de quem trabalha com honra e cuida dos seus pais com amor."

"Enquanto a vizinhança julga o mato no meu quintal, eu cultivo a paz no meu coração. O julgamento deles é o adubo para a minha humildade crescer e me tornar inabalável."

Meu Pouco


Demétrio Sena - Magé


Casa simples com rio no quintal;
uma rede na sombra da mangueira;
o varal estendido ante meus olhos,
como várias bandeiras que se unem...
E calangos, lagartos, gaviões
passeando no chão e no arvoredo,
aviões bem miúdos e distantes
não alcançam meu medo caipira...
Eu não quero dinheiro na cueca;
quando muito, a sueca na qual perco
pro vizinho que vem me visitar...
Não desejo a fortuna que traz fome
pra quem some no mapa da comida;
só queria pra todos, o meu pouco...
... ... ...


Respeite autorias. É lei

Aquela rosa que mora no meu quintal...

É como a flor que seguro enquanto vejo o vento passar pela minha mão...
É como a poesia que vejo em meus olhos enquanto enxergo o romantismo da situação...
É como a melodia que cresce em minha voz sem eu nem mesmo saber qual é a canção...

Ó rosa... Tu me faz tão feliz assim! Como consegues?

⁠Perambulava sonâmbula
Ao redor do quintal,
Anulando seu sono,
Insinuando abandono.

De que adianta?


​De que adianta eu ter um dom e enterrá-lo no quintal de casa? De que adianta eu ter uma voz e não usá-la para o bem? De que adianta saber que minhas mãos receberam o dom de curar e, ainda assim, eu não tocar ninguém? De que adianta possuir o dom da palavra se eu escolho o silêncio quando eu poderia semear esperança?
​Que tudo o que eu tenho, todos os meus dons e tudo o que sou, sejam colocados a serviço do bem que nasci para fazer!
​Que tudo o que eu toque se multiplique, inclusive, eu mesma. Que tudo o que eu toque prospere. Que, em todos os lugares por onde eu passe, eu espalhe o amor. Talvez assim, eu tenha feito a vontade daquele que é superior.
​Nildinha Freitas

Enchente do Quintal


Em março chega a água, vem calma, na manha.
Em abril molha do tornozelo ao joelho, banhado de lama.
Em maio sobe ligeiro, cobre da cocha até o seio, quente desanda.
Em junho mergulha inteiro, submerso até o fio do cabelo, remadas e passeios.
Em julho corre depressa, peixes, pulos e banzeiros.
Em agosto some da noite pro dia, enchente seca sem despedida.
Rio vira grama, alma reclama, seis meses inteiros a esperar quem me banha.

Eu descobri que cultivar plantas no quintal é uma forma sofisticada de enlouquecer com elegância. Porque veja bem, enquanto tem gente colecionando problemas, eu coleciono folhas, raízes, frutos e uma esperança diária de que a vida, pelo menos ali, obedeça algum tipo de lógica. E obedece. Planta não mente. Ou ela cresce, ou ela morre. Simples, direto, quase ofensivo de tão honesto.


No meu quintal tem de quase tudo, e eu falo isso com o peito estufado de quem virou praticamente uma fazendeira de um metro quadrado. Tem fruta que eu mesma já nem lembro quem plantou, se fui eu num surto de motivação ou se foi o vento sendo mais competente que muita gente. Tem erva pra chá, e a minha querida cidreira que, diferente de certas pessoas, me acalma de verdade. Basta eu chegar perto, amassar uma folhinha e pronto, já sinto como se o mundo tivesse pedido desculpa por existir.


E o mais curioso é que cuidar dessas plantas me ensinou mais sobre a vida do que muita conversa profunda por aí. Planta não cresce no grito, não responde à pressa, não floresce porque você está ansiosa. Ela cresce no tempo dela, no silêncio dela, na teimosia dela. E eu ali, regando, observando, aprendendo a esperar, coisa que a gente detesta, mas precisa.


Tem dias que eu converso com elas, confesso. Não por achar que vão responder, mas porque, de certa forma, já respondem. Quando brota uma folha nova, quando dá fruto, quando resiste a um sol de rachar ou a uma chuva sem aviso, é como se elas dissessem bem baixinho: continua. E eu continuo.


No meio desse mundo barulhento, onde todo mundo quer tudo pra ontem e ninguém sabe direito o que está fazendo, eu vou lá pro meu quintal, sujo a mão de terra e lembro que a vida de verdade não acontece na pressa. Ela acontece ali, quietinha, crescendo sem alarde.


E no fim das contas, talvez eu nem esteja cultivando só plantas. Talvez eu esteja cultivando paciência, presença, e um tipo de felicidade que não faz barulho, mas preenche tudo.

Na varanda do quintal
Igual a tantos ontens
Hoje escondo um olho à luz do Sol
E vejo um pouco mais aquém
E penso por um segundo
Que nunca olhei tão profundo
Enxergo em olhar marimbondo
Levando pra sob o telhado
A alguma coisa que Deus lhe deu
E concluo aqui comigo
Se esse voar fosse meu
Eu voava até o fim do mundo
Chegando o final do dia
Dizia pro meu amor
Por favor, se ainda não me esqueceu
Se eu fosse você, não esquecia.
Abelha a fazer mel na telha
Desde que sumiste
A chama da vela
Bailando tão triste
Madrugada que ainda clareia
Na areia das horas
Caminho de volta
Não há nada que eu faça
Ou que possa fazer
O monstro da Santa Agonia
É fumaça de vela a também ir embora
Aquilo a que tanto eu queria
Vou querer por mais outro dia.

Edson Ricardo Paiva.

"Os artistas e os políticos, estão fazendo do mundo um quintal onde eles jogam todo os seus lixos e a grande massa vai lá e faz a coleta!"

☆ Haredita Angel