Queria Viver 365 Dias do Ano, Menos Um
Tem dias que dói tanto que eu só queria acordar e ser um pesadelo. Quem me dera você poder me amar e não doer eu te amar.
Eu só queria por um momento ter a certeza de dias melhores, queria a certeza de que tudo iria mudar, e que a mudança seria positiva. Queria ao menos dias melhores, dias que valeriam por uma vida, dias que o prazer de viver cobriria todas as consequências que o simples fato de existir nos traz.
Dias Tristes
... Queria que todos agissem da mesma maneira com que eu vou a eles, por um momento, que aquelas regras de não ofereça aos outros o que não queres que te dêem fosse colocada em prática...
É uma pena que esse mundo onde existem mentes fascinantes se mantenha nas regras habituais, tendo uma vida inteligível e em contra partida monótona... Não se deem conta de que a felicidade está na sua frente, e que podem alcançar dede que não infiram a felicidade alheia. E que aquela velha história de olho por olho e dente por dente nem sempre é a melhor opção...Uma vida manipulada e sedentária, pessoas que falam sobre a liberdade mas não sabem do que se trata... Vivendo assim dias que camufladamentes parecem felizes, mas na verdade não passam de tolos dias negros e TRISTES...
Tem dias que ela queria ser um pouco mais atrevida, mais corajosa, mais decidida... Mas ela se tornou uma criatura insegura, tímida, triste...
Ela se deixou esquecer. Se deixou corroer. Se abandonou e abandonou junto a sua liberdade e aquela coisa linda que ela carregava no rosto: o sorriso!
É quase uma dor!
Não sei se ela um dia vai conseguir voltar pra buscar o que perdeu, mas eu sei o quanto ela reza pra Deus por um pouco de felicidade.
Se Deus vai dar, eu não sei... mas eu queria tanto saber!
Não que isso vá ajudar, mas sei lá, se eu podia ajudar a fazer parar de doer.
Qualquer um pode lhe enviar mensagens todos os dias dizendo que te ama, te ligar e dizer que queria apenas ouvir sua linda voz, dizer que eis tudo para ela, fazer publicações com frases românticas para ti, colocar seu nome no status, dizer que és o motivo da sua existência que te quer ao seu lado para sempre, que eis o amor da sua vida e que nunca vai te abandonar… mais a questão é provar isso ATOS e não com PALAVRAS.
Palavras enganam, se vão com o vento, são esquecidas, não é algo sólido e exatamente confiável. Por isso acredite em quem demonstre isso com ATOS, suas ações é que vão te revelam seu caráter e se seus sentimentos são puros e verdadeiros para ti.
Quem te ama luta por ti, luta ao seu lado, é o seu escudo, se esforça para fazer sorrir ou até mesmo chorar de felicidade, lhes da orgulho, prova o que sente a cada dia olhando em teus olhos e jamais te deixa para trás.
- Seja perspicaz, se ame, se valorize.
Eu só não queria terminar meus dias como um desses escritores desiludidos, perdidos e amargurados. Eu só queria que tudo terminasse bem.
Tem dias que queria receber um abraço. Tem dias que perco a esperança.
Mas confio em Deus. O que é meu chegará no tempo certo.
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
Tem dias que eu só queria ter um tempo pra fazer um café, me esquentar no fogão que tem perto da mesa, apreciando tudo que um bom gole de café na roça faz. Aquela fumacinha bailando ao sair do bule é uma dança bonita de se ver, leva a gente com ela e a gente sai voando pela janela também. Lá na sala, no radinho de pilha, uma velha música caipira pra gente lembrar das bonanças e sofrências da vida, dos causos da roça, da lida, dos bichos e ter no estampado dos olhos uma natureza cheinha de provas da existência de Deus. Às vezes, tudo que quero é uma cadeira de madeira, bem velha, bem pesada e um lugar na janela pra ver o tempo passar, pra ouvir o sabiá cantar lá na laranjeira, pra ouvir o ronco que o rio faz quando chega à cachoeira, pra ouvir o miado da gata faceira, fazendo das minhas pernas brincadeira e lugar de coçar. Tem dias que eu quero só isso, o estalar da madeira no velho fogão de lenha, a panela cozinhando milho verde, o biscoitinho de polvilho frito pipocando, quentinho feito pela vó. O barulho do gado no curral, do vento chacoalhando o buritizal, das galinhas tudo à toa ciscando pelo quintal, eu com meu violão, brincando, cantando e tocando mal. Isso tudo é a orquestra menos ensaiada e mais bonita do mundo todo. Nada se compara ao que eu queria agora, sossegado, mundão afora montado no meu burro, chapéu véi na cabeça, sol na moleira, cabaça cheia de água fria do rio, um ou dois tecos de rapadura e um punhado de farinha pra enfeitar o céu da boca. Deitado na sombra da mangueira, estirado na esteira, admirando o céu azulzinho e perfeitinho com que Deus me presenteia toda vez que o procuro lá em cima, lá pra riba daquelas nuvens que insistem em se desenhar, indo pra lá é pra cá, como se dissessem: Menino, vem dançar! Ah, como eu queria, que vontade que dá, inveja do gavião carcará, desejo de ser como ele, bem alto, confiante e tranquilo, saber voar!
O amor no parque
Eu queria todos os dias estar em um parque de diversão.
E encontrar um menino tímido e com um sorriso lindo a me acompanhar ao lado do palco.
Bem próximo a casa dos horrores mas era lindo estar ali e ouvir e sentir todos aqueles sentimentos.
Gostaria que esse mesmo parque não fechasse e os brinquedos não se apagassem.
Que se enjoasse iria para um local lindo, estando próximo aquele mesmo sorriso do parque.
Desejava que todos os dias fossem diversão e muita alegria, amor e sorrisos.
E como andar no meio da multidão buscando uma só pessoa?
Assim eu fiz. Não me diverti para encontrar o menino de sorriso em mais de 2 milhões de pessoas.
Como desejei tudo isso...
Como queria a presença daquele menino.
Como pensei inúmeras vezes, largar tudo para ir atrás do parque e do menino. E fui...
O parque estava fechado o menino não existia naquele local, deveria estar em sua casa.
Chorei por ver que o meu sonho não era real.
E o amor? Aonde fica?
Tentei encontra-lo. Achei um amor diferente daquele. E não igual ao do Parque.
30/04/2011
Eu queria ser...
Eu queria ser um pássaro e na imensidão dos meus dias poder exprimir ao mundo o segredo de ser feliz.
Eu queria ser um pássaro, para voar além do infinito e com o meu canto preencher todos os corações vazios de alegria.
Eu queria ser um pássaro para as pessoas sentirem em mim a presença de Deus.
Queria ter a liberdade de um pássaro, para mostrar ao mundo como é maravilhoso nos sentirmos livres dentro de nós mesmos.
(jan/98)
As vezes eu queria ser um lápis de cor, poder colorir os dias cinzas com as cores da alegria, esperança e amor.
Já tive dias que pensei o pq de ir para um lugar que eu não queria(não conhecia).Hoje estou aqui, e por mais que eu me sinta perdida,(em mim)não consigo ver outro caminho que não seja seguir..."e viver"!
O monólogo da depressão.
Eu só queria ter um motivo para levantar da cama,
Nesses dias escuros, onde tudo perdeu o sentido,
Tudo desmoronou,
Enquanto isso, respiro,
Sobrevivo, sem vontade de viver a realidade,
O mundo dos sonhos se torna mais coerente,
Patino, sem quebrar essa corrente, essas,
Não interessa,
Quem vê de fora não compreende,
Não sabe o quanto dói, não entende,
A luta é pesada,
As vitórias ingratas,
Eu só queria partir,
Sumir daqui,
De tudo, de todos e até mesmo de mim,
Dar um fim,
Enquanto isso, respiro,
Resisto,
Como um cisco no vento,
Mas, ainda...
Empurro com a barriga,
Sem força, sem vontade,
Numa vida inodora, insípida e invisível,
Talvez se eu fechar os olhos agora, e só abri-los amanhã, saberei se tudo foi um sonho ou um grande pesadelo... Ou eu esteja apenas vivendo minha realidade.
"Devemos seguir firme a nossa trajetória e jamais deixar de acreditar em um amanhã melhor do que hoje. O tempo é a raiz de todo acontecimento; é maior do que qualquer arrependimento. Então: que a gente canse de errar, mas nunca de querer viver..."
Vivi uma vida de ilusão, com a esperança de um amanhã melhor,
mas o amanhã nunca chegou e muito tempo já se passou.
Agora só me resta relembrar os poucos momentos que vivi
sem esperar e aproveitei o agora sem pensar em ser melhor.
Viver o agora sem reclamar, ter na gratidão, aceitação e no perdão,
as chaves que podem me libertar dessa maldita esperança,
que só me fez enganar na espera do que eu nunca iria alcançar.
Você ama, começa a amar uma pessoa como se não houvesse amanhã. De certa forma como um refém, um pássaro preso numa gaiola. Passa a depender de alguém, um sorriso, um bom dia, a música agradável que chega até si. Passa a ver o mundo de outra forma como se seu pequeno mundinho agora significasse muito. O Sol parece belo, o vento traz vida e os olhos enxergam o que não deveriam ver. Mas em algum momento a pessoa some, e você na inocência, acha que aquilo é passageiro e que a nuvem sairá da frente do Sol, mas não. Tudo continua sombrio, as nuvens são densas e indiferentes. Ótimo. Acabou. Só é preciso de um pouco de tempo, pois você acredita que o Sol irá brilhar novamente. E então o Sol reaparece, talvez depois de alguns dias, semanas, meses ou anos. Os raios são belos e você sabe que ainda está vivo, mas dai olha para si, olha para si mesmo e aprende, aprende que agora você é apenas um pássaro aprisionado que possui suas penas queimadas. Uma dor que não irá passar, nem com o tempo, nem com nada, pois uma cicatriz nunca desaparece, sempre estará ali para relembrá-lo da dor que um dia alguém semeou no seu coração.
Viva a vida como se não houvesse o amanhã, pois no fim seremos apenas ossos embaixo de um terra fria.
