Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Telhado de ilusões...
Você aponta meus defeitos
Então eu viro o espelho
E logo se vê
O reflexo do seu medo
Querida eu mesmo fiz o meu telhado
Conheço bem todo o meu mal
Sei muito bem o que faço
Os seus defeitos
Enquanto isso você sofre
Não acredita e finge nunca ver
Que o erro esta em nossa cara
Teu telhado é de ilusão
A sua vida é sem canção
Sua alma inquieta
Culpas medo e distorção
Mas veja só
A razão escorre como a chuva
Onde a opinião que vale é só a sua
Boca que derrama frases tolas
Mas no momento só me beija ou me diga logo não
Seus olhos são bons observadores
Quando se trata de observar a vida alheia
Todos se afastam de você
Se não começar a viver
Logo eu também...
Matrix
Sem telhado
Centelha de vida
Com partida sem rumo
E virtude rude
Por vir sem chegar
Ou nivelar sem prumo.
Não importa.
Tudo corre devagar
Acerta a árvore torta
Com flecha sem ponta.
Se o que vê é matrix
Isso já não conta,
Pois, a realidade pode ser inventada,
Mas os sentidos são os mesmos.
O velho em cima do telhado a proteger seu teto,
limpando e arrumando telhas sob o concreto,
protege também seus pensamentos de memórias,
que como gotas poderiam inundar seu castelo.
O velho em cima do telhado a proteger seu teto,
para por um momento a observar as flores e pessoas,
que transitando trazem consigo todas as lembranças,
de todos os amores perdidos e do tempo de criança.
Meus desejos
Desejo a você...
Cheiro de flor
Borboletas de toda cor
Bem-te-vi no telhado
E sorrisos escancarados
Conversa boa
Olhar ensolarado
Arco-íris no horizonte
E uma rede de descanso
Música dos anos 80
Noite de lua crescente
Uma bela companhia
E um relógio que pare
Para aproveitar o momento
Domingo em família
Fartura na mesa
Abraço de urso
E xô pra lá tristeza
Pôr-do-sol na praia
Taça de vinho na mesa
Petisco a qualquer hora
E uma amizade para vida inteira
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 16/05/2021 às 16:10 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
"Quando a rua vira rio
O piso da casa vira maromba
O telhado fica cada vez mais perto
E o sossego cada vez mais longe"
FOGO-APAGOU!
No beiral do meu telhado
Avistei uma rolinha
Sua visita é de paz
Que o Criador perfaz
Assim como a andorinha.
Que nunca voa sozinha.
Chamada de “fogo-apagou”
Assim ensinou meu avô
E minha tia senhorinha.
PrimaVera diligente
Pássaro a cantar,
o cheiro anda no ar,
e os olhos no telhado!
-- josecerejeirafontes
Do telhado,
eu vi o rosto da eternidade
as pombas circulando
em meio ao vento,
o tempo, invisível
fluindo os sentidos,
no ar das inspirações.
o amor, as vezes é verde
semelhante a árvore
nela mora, muitos seres
deveres, históriase estações.
Quando as pedras começarem a cair no seu telhado lembre-se.
Você é tão importante, quanto sua utilidade!
Tudo é passageiro e transitório, então, não espere nada de ninguém viva sua vida!
Aquela rosa de papel crepom, colorida como o telhado em dia de novena
As novenas com suas tocadas, ladainhas e leilões
a porta, a janela, a mesa e suas cadeiras com acento de couro
Tudo se foi...
A rosa desbotou,
as novenas silenciaram,
a porta está cerrada,
a janela não tem mais o sorriso dela,
a mesa e as cadeiras se foram como herança.
Agora tudo só existe em um lugar:
Nas lembranças da minha saudosa alma.
Nao é mais a rosa,
Nao é a novena, ladainha e leilão.
Distante da porta, da mesa, das cadeiras...
Mas junto de ti... feito ela, junto ao coração de seu Filho.
A telha do vizinho pode ser igual à sua,
mas nunca sentirá os ventos que sopram sobre o seu telhado.
O líder egocêntrico vive debaixo do telhado da mediocridade. Porém, o líder altruísta se preocupa com o bem-estar e a prosperidade de todos.
José Guaracir
Ai meu deus!
Ai meu deus,
Um gato num telhado
Quase a cair
Ai meu deus,
O meu amigo
Torceu um pé
Ai meu deus,
Não passamos
Para Grande Final da Eurovisão
Ai meu deus,
Este livro
Sofreu uma pancada
Ai meu deus,
Mas que
História será esta?
VERSOS do A ao Z
A- Andorinha quando chove
Quer logo se abrigar
Procura um telhado
Não gosta de se molhar.
B-Beija-flor é diferente
Adora cheiro de chuva
Entra em nossa casa
É alegria pra gente.
C- Centopéia nas folhas se esconde
Não quer molhar os pesinhos
Na casa da vovó
Esqueceu seus sapatinhos.
D-De manhã, bem de manhãzinha
Assim que nasce o Sol
A lagartixa preguiçosa
Entra embaixo do lençol.
E- Esperança é um bichinho
Com a sua cor verdinha
Se camufla na natureza
Parece uma folhinha.
F- Formiga aventureira
Foi passear na floresta
Trabalha no verão
No inverno faz festa.
G- Gavião chama o pardal
Que logo se esconde
Sem querer muita conversa
Foge e não responde.
H-Hoje vai ter folia
A chuva tá chuviscando
Urubu tá resfriado
Um chazinho tá tomando.
I- Iguana procura sombra
Nos galhos da aroeira
Com o frio pegou no sono
Dormiu a tarde inteira.
J-Joaninha foi na cidade
Esqueceu a sombrinha
A chuva caía forte
Molhou a pobrezinha.
L- Lá vem a bicharada
Brincando com alfabeto
Chamou o professor
O leãozinho Alberto.
M- Manhã de chuva é assim
Tem folia dos bichinhos
Tem canto de cigarra
Serenata de passarinhos.
N- Nenhum fica de fora
Tem nambu e sabiá
Quero- Quero e coruja
Tem coelhinho e preá.
O- O macaco aventureiro
Querendo atrapalhar
Foi cutucar a onça
Fez a pobre se molhar.
P- Papagaio gaiato
Foi na casa da foca
Pediu logo um café
Começou fazer fofoca.
Q-Quando a noite chega
Morcego fica acordado
Tem medo da claridade
E dorme dependurado.
R-Rato e ratazana
Esperando a chuva passar
Sonham com um queijo
Para a fome passar.
S- Sapo e jacaré
Foram morar na cidade
Logo se arrependeram
Lá só tinha maldade.
T-Tanajura fica feliz
Desfila no calçadão
Se exibindo depois da chuva
Exibindo o seu bundão.
U-Uma hora a chuva para
O Sol vai aparecer
Grita a araponga
Antes do amanhecer.
V- Vespa se aproveita
Corre para o pomar
Às frutas madurinhas
Logo vai devorar.
X- Xexéu é um passarinho
Escolhe a melhor hora
Avisa aos amigos
Bate asas, vai embora.
Z- Zangada a borboleta grita:
Parem de reclamar
Precisamos tanto da chuva
Para a vegetação brotar.
Irá Rodrigues.
Um cavalo no telhado
Um cavalo no telhado
Imagem marcante
Desconcertante
Intrigante
Como a pobre criatura ali foi parar?
Instinto de todo animal querendo se salvar!
Um cavalo no telhado
Em terras do Rio Grande alagado
Inusitado
Ilhado
Desolado
Em meio à tempestade
Será este um dos sinais do fim dos tempos
Ou nosso tempo dando sinais
De que estamos degradando demais?
Um cavalo no telhado
E as águas que afogam um estado
Cobrindo casas e plantas
Destruindo os Pampas
Inundando
Isolando
Afundando
Matando.
Um cavalo no telhado
Depois de dezenas de horas
Sendo salvo diante das telas
Mexendo com uma nação
Comoção
Emoção
Transformação
De um anônimo animal
Em símbolo de resistência
Por sua vontade e paciência
Fez de um velho telhado
Um castelo
Ganhou até um nome:
Caramelo.
Um cavalo no telhado
Nos fará pensar?
Quanto dessa tragédia
É fruto da nossa negligência
E quando tudo passar
Mudaremos a mentalidade
Ou o CEP da localidade?
____Pedro Trajano_
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