Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
Paixão é comparada a um incêndio intenso com ajuda da chuva e auxílio do vento (amigos) pode ser apagado, mas ficam as brasas (lembranças) aí vem o tempo que se encarrega por elas, mas a terra (coração) é fértil para um novo recomeço.
Você já notou que quando as nuvens choram, os pingos de chuva limpam o ar e as cores ficam mais bonitas? Quando choramos as lágrimas que emocionadas pela alegria ou pelas tristezas transbordaram pelos nossos olhos também tornam nossa alma mais limpa, mais transparente do que normalmente, pois no dia a dia é comum nos esforçamos para esconder nossas emoções. O choro lava cada cantinho da alma e funciona também ajudando a soltar um ou outro sentimento que às vezes está tão apertado que dói no coração. Chorar é bom e nos deixa enxergarmos de novo a mesma vida só que mais colorida, mais verdadeira.
Num só gesto de gesso desordenado, tombo para a
negra chuva triunfal! Ela guarda-me em seu bolso de
adobe arminho. mansíssimo viro-me escancarado,
pisando grainhas das serranias que quase voam como
lástima inté banhar-me no ternurento silêncio em
flor...
Devo morrer indolor SILÊNCIO
Piso o creme
polar da estrela
com meus lábios
e encontro o manejo
das novas músicas à chuva
que me guiarão
ao significado
de ser-se maestro
Probabilidade de chuva
Quando saio para a rua
Pesquiso o céu em seus sintomas
Olho as nuvens
Sinto o vento
Aspiro a limpidez do ar
Vejo a flor que se insinua
Comparo aromas
Acompanho o voo das penugens
Da paineira a brilhar
Não fiz isso algumas vezes
Principalmente na vida
Deixei de pesquisar
A quem dar meu coração
Assim sofri os revezes
Do querer, e não ser querida
Ficando sozinha no andar
Sem ter quem me desse a mão
Por isso é bom sentir o vento
Colher o sol no olhar
Ver se a andorinha está víuva
Porque ao caminhar ao relento
Podemos bem não notar
A probalidade de chuva.
"Eu pedi...-Senhor lave minha alma...
E DEUS mandou a chuva...
Eu pedi...-Senhor tape meus ouvidos...
E DEUS mandou trovões.
Agora eu peço...-Senhor ilumine minha vida.
Esperarei pelo SOL do amanhã."
Já não se vê mais a molecada
em procissão na enxurrada...
Solitária a água da chuva estatela no chão,
feito bolinhas de gude quando escapam da mão...
mel - ((*_*))
A chuva no meu sertão é remédio que cura fome
e faz brota a esperança em dias melhores
e transforma o feio em maravilhoso e belo
de cores opacas em verde folhas azul anil
não existe lugar mais lindo que meu Brasil.
Que venha:
O vento que trás a chuva,
O sol que nos ilumina,
O ar para respirarmos,
O tempo para aprender,
A vida para crescer,
E o amor que há de florescer.
Perdi-me em tempestades......temporais....
De vento....chuva.....e neve fria.....
Murmurantes vozes....ouvidas...
No refúgio das minhas noites negras....
Carregadas de esperança....
Onde carrego as dores....de quem quer nascer......
Afago as ondas.... do mar aberto......
Escondido nas profundezas....
Do meu corpo...... da minha carne....
Onde tatuas-te na minha pele....o teu nome...
Encontro-me nas noites frias de cansaço...
Deixo- me seduzir pelos.... meus silêncios anônimos...
Percorro todos os gestos mudos....
E infindáveis abismos laterais....do teu corpo....
Perdi-me em temporais....
De vento....chuva.....fria.....
Onde tatuas-te na minha pele....o teu nome.....de desejo ardente...!!!
Barquinhos de Papel
Na água da chuva ondulante
Meus barquinhos de papel,
Sob o som da acordina.
Transportavam triunfantes
Num castelo de ouropel,
Os meus sonhos de menina.
Velozes e coloridos
Singravam o rio encantado,
Enquanto a chuva caía...
Dentro deles um pedido
Relíquias do meu passado,
Que só a alma entendia.
Onde estarão os barquinhos
Com os pedidos que fiz,
Nesta longínqua andança?
Talvez naveguem sozinhos
Por um caminho infeliz,
Nas correntes da esperança.
Eu sou o trigo que sacia o faminto; eu sou a chuva que irriga o campo; eu sou a brisa que afaga e refresca o trabalhador distinto; eu sou a suave presença do pirilampo.
caminho toscamente sob um sol de chuva negra, amargamente eu sei...
sou um vazio completo de sonhos e dores de um mundo depauperado
passo a passo visito suas curvas por ruas inundadas de rostos uniformes.
corro desconexo, piso lentamente afastando-me da vida, eu sei...
o corpo completamente fatiado, suas partes estão expostas ao delírio cotidiano
escondo os trapos de sua carne alva, sob o céu sombreado da iluminação pública.
religiosamente mostro os dentes amarelados de nicotina, é um sadismo onde acolho meus sonhos, pudicamente num copo de rum e um cigarro vagabundo, eu sei...
Uma chuva fria caia sem parar...
Era um aviso de uma grande decepção...
Um Anjo havia arrancado suas asas para tornar-se humano...
Ele precisava saber qual era a sensação de amar, sofrer, sentir fome, frio, calor...
Parecia tão mágico, que preferiu desafiar seu Criador para conseguir viver tudo que queria...
O Tempo passou, esqueceu sua origem...
O mundo de repente mudou, tudo era complicado...
Todos que conhecia estavam insatisfeitos com o que tinham...
Reclamavam e passavam por cima de seus aliados para alcançarem seus objetivos...
Era engraçado perceber que olhando lá de “cima” todos pareciam iguais, felizes, livres...
Mas de perto eram amedrontadores, egoístas, hipócritas...
Poucos se respeitavam e ajudavam...
Ele lutou o que pode, mas não conquistou nada além de sofrimento...
Foi quando voltou para buscar suas Asas...
Mas aonde estavam? Haviam sumido.
A Brisa do vento soprou em sua face...
Uma Voz veio em sua Mente:
“Seu lugar agora é aí junto aos que esqueceram de onde vieram...”
E Não importa o quanto eu tentar... Nunca terei minhas Asas de volta...
A chuva cai lá fora...
e eu aqui dentro, pensando em você!
A saudade não vai embora...
mas eu sei, que um dia ela vou vencer!
Chuva Fina
Chuva fina, café na caneca.
Nesse tempinho tenho uma meta.
Ler uma ótima literatura.
Esta é a minha cura.
Uma musica no vinil.
Só Caetano e Gil.
Musica e leitura.
Charme e ternura.
Me dando certa inspiração.
Com meu bloco de anotação.
Começo a fazer rimas e versos.
Com as letras fico imerso.
E quando vejo já está tarde.
Quase esqueci de comer meu chocolate.
Abro a janela para apreciar.
A neblina aparecendo devagar.
Eu gosto do barulho que a chuva faz.
Cheiro da terra encharcada me traz paz.
Faço minha prece.
E nada mais me aborrece.
Já vou me deitar.
Sem pensar em acordar.
Feriado ta logo aí.
E eu fico por aqui...
São 2 da manhã, e eu de calça e blusa. O tempo frio, do céu cai chuva. Eu sou sozinho, parceiro, e é foda. Com meu destino ninguém mais se importa. Chegar ao ponto que eu cheguei é lamentável, estado físico inacreditável. Eu sinto crise, eu sinto convulsão, é muito triste meu estado, sangue bom. Trinta quilos mais magro, vai vendo o resultado, é pura essência do veneno.
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