Quem tem Telhado de Vidro Evita Chuva de Pedra
“Sempre tive um fascínio por Londres, pela chuva de nostalgia que embeleza as tardes, pelo chá das cinco. Esse amor platônico por coisas vintage, por casacos e por chapéus. Esse sonho de garoto, essa mania de imaginar e sentir a necessidade de tocar, de viver a fantasia ao menos por um dia.”
Um lugar de esperança e sem dor,
Céus perfeitos e sem chuva
Pode deixar este lugar mas desista,
Porque nós estivemos esperando por você
O amor sem destino
e como um pombo correio sem postal.
A terra sem a chuva,paro o molhar.
O sol sem os ceus para o erradiar
e expelhar.
como os ceus reflectem-se na mare.
Reflecte-se o amor no coracao da pessoa amada.
Lá, há uma chuva que começa fina;
Ganha forças à medida em que o tempo vai passando;
São lembranças que trazem arrependimentos;
Até mesmo as boas lembranças contribuem com a formação de uma chuva torrencial;
Apesar disso, essa chuva lava os caminhos por onde escorre;
Há um breve momento em que ela diminui de intensidade, como se fosse possível um breve respiro de alívio;
Mas logo volta a maximizar a água que cai, e com ela novamente toda aquela melancolia;
Entretanto, ela não será eterna;
Ela terminará no momento em que tudo estiver apaziguado, renovado;
E assim renascem as esperanças de um caminho melhor e sem tantos percalços;
E a chuva chega ao seu fim;
Então limpo meus olhos vermelhos;
Respiro aliviado e esperançoso;
E assim termina meu pranto que 'lavou'
minha alma e escorreu meus sentimentos ruins...
CHUVA (soneto)
Chove lá fora. O meu peito também chora
São suspiros de velhos e eternos pesares
Da alma que desapegando quer ir embora
Uma tristura que diviso, repleta de azares
Chove... Que agonia se percebe de outrora
Ah! Quem falou pro agrado voar pelos ares
Em preces de ira, com o chicote e a espora
Deixando as venturas laçadas pelos alares...
Chove lá fora. Minh’alma também aflora
E eu sinto o que o cerrado também sente
O pingo quente, e abafada a aflição afora
E esta tal melancolia que no temporal uiva
Tão impiedoso e ruidosa, que vorazmente
Tem a sensação: - choro! E chove chuva!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano
Deixemos as armas nas trincheiras, vamos tomar sol e também chuva. Saíamos de mãos limpas e coração aberto, as trincheiras nos enterram... Quem vencerá se todos abrirmos mão da vitoria?
Se só de um temporal de chuva já nos faz nos sentir pequeno, imagina o resto... Vocês não sabem com o que estão mexendo !
Hoje esta chovendo novamente, penso comigo, são muitos sentimentos que a chuva trás. Ela pode lavar a terra e regar às plantas, ela pode destruir árvores e criar pontes. Porem, qual sentimento profundo que você senti quando a brisa do ar fresco bate na sua pele? Sim, bem naquele momento que você escuta o cair da água e os olhos enxergam às nuvens escuras? Talvez seja o sentimento mais nobre de gratidão. Gratidão pelo que essa chuva vem entregar, as vezes também chove por dentro do nosso peito, alaga à alma e transborda nos olhos. Aprendi com o tempo a trabalhar esses temporais e tenho muito pouco tempo. Talvez eu aprenda mais e mais a cada dia com essas gotas ,que de maneira cientifica, é explicada pelos cientistas e por filósofos é pura poesia. Nesses temporais encontramos nosso próprio ser, esse dom de pararmos de olhar o exterior e olhamos pra dentro; de certa forma encontrei nesse momento o motivo de sorrir. Pode sorrir comigo?
BENQUERER
Tal qual a chuva no cerrado caída
Molha a terra: sedenta, e no estio
Coração ressequido: seca é a vida
E o sonho sonhado é ato sombrio
Feliz a quem pode curar a ferida
Da alma. Sem querer amor vadio
Fecundado de luz, e ter acolhida
Na ventura de um correto luzidio
É preciso mais que o só querer
Pra colher o bom fruto maduro
Não é ser... é ir além da fé ter...
Crer: que nos da visão no escuro
Saber é quem semeia benquerer
Pois benquerer, que colhe futuro!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano
Nossos sonhos não foram em simples filmes, e, sua rota em florir os campos depois da chuva é realmente perfeita.
Dias cinzas se conduzem ao meu aspecto num contraste frio da alma chuva fina dose sentimentos céu sombrio em um peito trincado!!! PauloRockCesar
nas sombras a chuva que caie
rebento que chora em tuas vaidades,
escolhas mortas por vontades,
desejos que se esvaíra por querer
ainda assim quero mero destino.
entre tantos caminhos o seu prazer...
dizendo entre linhas e curvas
terminam em tuas cavas
como sonhos que desaguam em sombras
que te fazem gemer
entre abito de línguas e linguajares
o sopro que delimita o desejo,
sendo intenso mais e mais seu querer
mais fundo faz mais
tudo que se embriaga nos dito amor.
Assim como eu, a chuva vai em suas cantorias pelas estações do ano, interrogando a vida e a que viemos...
Noite fria com céu nublado,
À espera da chuva cair.
Sinto a brisa do meu lado.
Sinto por aqui o clima bom ir.
Estou ao seu lado aguardando o temporal,
As nuvens sobrecarregadas de água.
O portão coberto pela ferrugem,
Com calma aprecio o café matinal.
As folhas das árvores voam com o tempo.
Sou apreciado pelos seus sentimentos.
E, a chuva está caindo do lado de fora.
O cheiro da grama se espalha pelo local.
Pode ser que não há mais temporal.
O tempo ruim foi embora e o sol está lá fora.
Quando a chuva vem temos medos de se molhar, as vezes compensa deixar de lado o guarda chuva, sentir a chuva molhar, como se tivesse lavando a alma !!!
Enquanto esculto o som da chuva
procuro tentar dormir e viajar para um mundo onde minhas dores não existem.PauloRockCésar
Poeta é sol
chuva fina
feito pássaro canta
versos e campinas
poeta é flor de cheiro
canta o verde
canta o mar
é prosa
rimas !
E Esse meu olhar triste me fez saber a preciosidade aonde já não mais se ver,
o alarde da chuva antes da tempestade,
a alvorada, que anuncia o sol que corta a madrugada.
as vitorias que trazem consigo o orgulho
as derrotas que traz pensamentos profundos,
seguido de um suspiro e um projeto de restauração é o primeiro passo apos receber o perdão.
no canto observando o olhar inconformado
do irmão mais novo que se sente menos amado
a silenciosa magoa que corroí alma a inesperada morte que traz junta a ela o trauma,
a essência desobediente
o erro que ensina apos o velório o olhar tenso da família,
o orgulho que cerca mas também prende
a alegoria do poeta com a tristeza que sente.
Tracos extintos. -Leonardo Kerigma
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