Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais

Cerca de 766518 frases e pensamentos: Quem se Apaixona por Si Mesmo Nao tem Rivais

⁠Ela não acreditava em si mesma
Não acreditava que era capaz
Ela mal sabia o poder que tinha
Se deixou se apagar por nuvens escuras e dias sem sol

Inserida por vitoria_powell

⁠Não precisa ir atrás da verdade quando ela por si só se revela em todas as evidências; provando o que é realidade e o que é ilusão.
Ricardo Baeta.

Inserida por RicardoBaeta

⁠Eu a tinha para mim, assim como ela me tinha para si, mas não soubemos valorizar o que tínhamos. Valorizamos apenas o que não temos e tornamos fútil o que já foi conquistado.

Inserida por Gutyerrez

⁠Esboço de epistemologia _ 1


Os sentimentos são entes, pois não se faz ser em em si, ou dado pela natureza; ele é produto da interpretação que damos às nossas sensações, sendo assim, são produto da percepção de algo externo a nós que nos "abala", um choque de informações derivadas do orgânico e suas funções, pertence, portanto, ao reino mental, uma contiguidade entre sensação e causa é o que gera ideias, ideia da sensação, que é sentimento; a tal contiguidade entre sensação e causa é produto quase que efeito colateral de um encéfalo demasiadamente grande (em proporção com o corpo) e denso (em n de neurônios), produto, também, da evolução, daí a semelhança entre a relação cérebro × mente e hardware × software. O que chamamos de percepção já está implícito na semântica o mental, o cérebro como função interpretar (mundo externo) o que está em contato com nosso corpo (diretamente ou indiretamente); faz-se a imagem do objeto que nos abala com o eu envolto nele, ou seja, no reino mental. Assim sendo, quando falamos que sentimos algo, falamos que intuímos um objeto dado pela percepção através da sensação ou intuímos um objeto como coisa-em-si que nos abala através da imagem dele nos entregue pela percepção, que deriva-se da sensação (do ser senciente). A impressão do objeto não é ordenado à compreensão de nosso aparato cognitivo, o ordenamento é definido por determinadas regiões do encéfalo. O ser percipiente de dar através da faculdade da receptibilidade, que provêm da 'consciência no impresso'. O invólucro entre eu e objeto é doxamente sabido ao pensarmos no objeto, quanto mais intenso for o pensar nos parece que mais distante fica de nossa compreensão; podemos inferir indiretamente pela interpretação dos ditos populares, como discursos, "O importante é viver a vida", "Não pensa de mais se não você fica doido", que o pensar nos é inútil e isto nos dar uma plausibilidade para supormos que a explicação é que 'quanto mais vou mais vai', ou seja, a busca do conhecimento inversamente proporcional ao conhecido do objeto, porém, isto se dar como fenômeno e não fato em si, vejamos, o eu não pode ser o discurso, o subproduto da linguagem, pois o eu não é acabado em sua compreensão, como bem descreveu através do conceito de identificação o psicanalista francês J.Lacan, sendo assim, o eu é antecessor ao discurso ou se estrutura nele, ou é a ele verossímil em natureza (no sentido aristotélico de essência no objeto). Primeiramente devemos pensar se a linguagem, que é a antecessora, é uma substância, se está contida em algo além do que nela está contido. Ao iniciarmos esta análise, em não muito tempo, veremos que estamos pensando sobre a natureza do próprio pensar, digo, como ato e isto é um meta-pensar que irrevogavelmente nos leva a filosofia de Descartes, ao cogito, onde a contiguidade é entre ideia e objeto, que se dar pelo método analógico, eis a crítica de Reid; para Descartes a percepção do objeto se dar através da imagem que se faz consciente no pensamento (ideia do objeto), porém, para Reid as sensações nos dão o objeto em si, não precisamos pensar na sensação de dureza da mesa ao pôr a mão sobre ela, a informação transmitida vai direto a consciência através do sentido primário; é por intermédio das funções dos sentidos na epistemologia reidiana que formamos para nós as concepções de extensão, solidez, espaço, ou seja, das qualidades primárias e secundárias também. Em síntese, os sentidos nos dá a sensação com o objeto já dado em nossa mente através da percepção dele pelo aparato cognitivo naturalmente capaz disto, então, concebemos o objeto. A problemática está justamente nas próprias correntes filosóficas defendidas, onde para ele (Descartes) o objeto é a ideia na mente, onde o próprio objeto percebido é a percepção daquele objeto e que inevitavelmente recai no ceticismo, eis a crítica de Reid a teoria das ideias; o Reid adota o realismo direto, haja visto, a adoção do senso comum, onde as crenças têm um papel fundamental na percepção e concepção, daí o fato de o chamarem de falibilista. Poderíamos traduzir estes extremos da seguinte forma, não é o encéfalo, mas a mente que interpreta os objetos (Descartes), o objeto já nos é dado (Reid), porém, não só não há evidência positiva (na neurociência) a favor ou contra a ideia de Descartes, como não há evidências fortes e o suficiente para a afirmação extraordinária que sua filosofia nos leva, é questão de proporção, peso e contrapeso, e no caso de Reid há sistemas de sobra contra a simplicidade da sua epistemologia. Ambos recaem na relação eu-objeto e adotam inconscientemente tais premissas, respectivamente, eu>objeto, objeto>eu; faremos uma breve investigação lógica a respeito disto. Sou se o mundo existe, não sou se o mundo não existe, porém, o mundo continua a ser se não existo, então, a relação não é bicondicional. Tentemos portanto o princípio da contraposição logo no universal, somos se o mundo existe (S), se o mundo não existe, então, não somos (T) ou para todo sou ( ∀S→T ⇔ ∀¬T→¬S); o mundo existe por pensarmos nele (U), porém, ficaria a par da semântica, então, a sentença é problemática em si, mas podemos utilizar o silogismo hipotético S→T, T→U ⊢ S→U, podemos interpretar, respectivamente, que sou (como universal homem) se existo é equivalente a não existo se não sou e sou (como universal homem) implica a existência do mundo, a existência do mundo implica o pensar sobre ele, então, o sou implica o pensar de acordo com a propriedade da transitividade da implicação.
O sou é sinônimo de existo, por isso quando exclamo, Sou! Automaticamente estou dizendo, Sou no mundo! Da mesma forma a força da expressão indica um reconhecimento de si em pensar através da linguagem e como existente. O sou é ato de linguagem, por sua vez, do pensar; assim como o pensar é ato sempre, também penso no pensar estando nele, ou seja, pensando. Por isso a ação intelectiva é ininterrupta, sempre está apontando para várias 'direções qualitativas', memória e imaginação. Como demonstrado no meu artigo psicanálise e lógica matemática a linguagem tem uma relação de interdependência com a razão, logo, com o pensar. Sendo o pensar no ato da razão (significante), o significado pensar está submetido ao significado do significante, ou seja, seu sentido, sendo ele desprovido de substância o pensar o seria de sentido e todo o ato filosófico seria inútil. O próprio reconhecimento de estarmos pensando pressupõe um observador, mas é aí onde mora o erro fatal de Descartes, esse salto lógico se dar a partir da analogia (método analógico) entre o ato como causal ou produto de um Eu, a causa (que deveria causar uma variação do movimento natural no eu); perceba que Descartes ao afirmar que só não posso duvidar que 'estou pensando', ele já pressupõe um eu pensante no ato de pensar como causa disto e não se direciona a este eu (cogito) e o questiona (como objeto do pensar), pois sabia ele que entraria em um ciclo infindo de dúvida, por isso o ceticismo de Descartes não o é de fato, ao certo é um método cético. Em Reid a concepção naturalmente dá uma visão da imagem real, é uma imagem metafórica, pois na mente só há pensamentos. Para Reid a imagem não é o objeto do mundo externo na concepção, entretanto, o próprio ato de conceber pressupõe isto, digo, em termos conceber é representar e por mais verossímil que fosse, nunca seria o objeto em si, daí a aproximação com as metáforas úteis de Nietzsche e com o incognoscível da coisa-em-si de Kant. O ser percipiente que se dá através da faculdade da receptibilidade, que por sua vez provém da consciência no sentido, é em outros termos o eu de Reid, o eu que concebe, enquanto que o eu de Descartes é o eu que concebe-se no ato de conceber ou identifica-se com o ato de pensar constante, o pensando ininterrupto que remete ao Ser Pensante (cogito), que deve ser uma substância no sentido dado pelo Agostinho de Hipona, T. de Aquino, ou B.Spinoza. Se fosse a essência deste ser que estivéssemos identificando, dever-se-ia haver nele categorias para além do axioma que inferimos, ou seja, haveria nele categorias além do que nos é necessário, em outros termos, haveria em nós como ser necessário a nós um ser autônomo e desconhecido para além do seu predicado essencial, ou seria todo ele o predicado em si, como o significante universal em todos, Razão e a nós desconhecido por questão de quantidade e limpidez; a sua concepção se dar apenas no ato do pensar, a autoconsciência é o pensar sobre o ato de o estar ou sobre o ato do pensando, este é pois o eu de Descartes, a substância contida em nós do todo, o campo que estamos inseridos.
Rematando, o problema de ambos também recai nas associações equivocadas, dado a causalidade como premissa implícita e não como objeto de estudo e teorização, além de ambos assumirem que o cérebro e a mente são coisas completamente distintas, onde a relação mais próxima entre elas é de bicondicionalidade. A contiguidade entre sensação e causa se dá através do ser percipiente, por conseguinte, da substância pensante (determinante na significação do ser senciente como função) e o princípio que regula está relação é a mesma que faz a lei de causa-efeito existir; semelhante ao princípio de uniformidade da natureza, e aos primeiros princípios constitutivos do ser humano, que por sua vez é semelhante ao a priori de Kant e a res extensa de Descartes. Tal princípio primevo nos diz que a existência de corpos extensos está submetida a sua forma primária, ou seja, áreas infinitesimais em progressão em série, isto é, a primeira unidade de área que trás inclusive a existência da reta e com ela qualquer área, este é pois o postulado soberano, absoluto da geometria euclidiana, o ponto, que por sua vez está associado ao número 1, também irredutível e soberano na aritmética. Os números naturais são fechados sob a função unária do sucessor, o um, depois o sucessor do 1, depois o sucessor do sucessor do um e assim sucessivamente, acontece de forma análoga com a linearidade dos acontecimentos, o erro do paradoxo de Zenão está em supor divisões infinitas, e mesmo assim é possível somar o infinito, mas em termos geométricos, como posto, forma, o um é o único que não é sucessor de algum outro, assim como o ponto.

Inserida por Oaj_Oluap

⁠Não cobice toda a felicidade do Mundo pra si próprio, porque felicidade, nunca diminui quando compartilhada. O êxtase de ser feliz, é exatamente igual ao êxtase de fazer feliz, onde por sinal, nota-se a singularidade da beleza do amor, harmoniosamente inexaurível!

Inserida por carlos_pires

⁠Aqueles que não conseguem pensar ou assumir responsabilidade por si mesmos precisam, e clamam por, um líder.

Inserida por Dromedariono

⁠Os homens não odeiam tanto o malfeitor, ou o mal em si, como odeiam o homem que chama o mal pelo seu verdadeiro nome.

Inserida por Dromedariono

⁠Deus ama todos no mundo que não amam a si mesmos. Deus ama a Deus?

Inserida por Dromedariono

⁠Não mudem pelos outro, mudem por vocês mesmos. Façam as coisas sempre pensando em sí e tendo a humildade para pensar no próximo. Comecem fazendo por vocês para que mais tarde vocês possam fazer o mesmo pra quem estiver ao seu lado precisando
...

Inserida por VictorRangel

⁠O excesso de tristeza nos aprisiona...
Não seja prisioneiro dentro de si.

Inserida por evandro_zan

⁠"Não deixe que o medo do desconhecido te impeça de alcançar grandes conquistas. Acredite em si mesmo, enfrente os desafios de frente e descubra a força que existe dentro de você. O mundo está esperando por sua coragem e determinação. Seja ousado, seja destemido, seja extraordinário!"

Inserida por tiaguismo

⁠Em princípio, não tenho nada contra ninguém. Mas quando a pessoa se refere a si mesma como "gente de bem", ponho um pé atrás.

Inserida por jose_carlos_fineis

⁠A INTELIGÊNCIA É COISA DA ALMA E NÃO DO CÉREBRO!

A Inteligência não é coisa do Corpo em si ou do Cérebro nem do Sistema Nervoso!
A Inteligência é coisa da Alma que é a Gestora do Corpo bem como do Cérebro e do Sistema Nervoso!

Um Ser Vivo sem Cérebro nem Sistema Nervoso também tem Inteligência!
Por exemplo, os Animais Poríferos fecham todos os seus poros e canais diante de algum perigo, as Plantas Carnívoras utilizam nutrientes de certos Animais que elas mesmas capturam e digerem!

A Inteligência de um Ser Vivo está directamente relacionada com a Consciência da sua Alma!
Assim, citando alguns casos, devido ao carácter de Consciência da sua Alma, a Abelha frequenta nas flores, a Mosca frequenta na matéria em putrefação e a Aranha caça por meio da Teia que ela mesma constrói!

O Homem constrói Consciência própria devido ao seu Livre-Arbítrio, por isso, a Inteligência varia de Homem para Homem!

A Inteligência é determinada pela Consciência que é intrínseca a própria Alma e não necessariamente pela Mente que é intrínseca ao Cérebro!

O carácter de Inteligência de um Ser Vivo é definido pelo carácter de Consciência da sua Alma e não pela Mente do Cérebro!

Portanto, a Inteligência é coisa da Alma e não do Cérebro!

Inserida por Amanciorego

Se amar sempre em primeiro lugar.
Não é egoísmo, é uma forma genuína,
Que faz bem para si, quando sabe-se amar.
Amor próprio é cuidar-se, de uma forma divina.

Esse amor que transforma o ser por dentro.
Nessa atitude altruísta, pode parecer egoísta.
Mas que nada fará mal consigo e com o outro.
Mostrando que de fato o ser é humanista.

Amar-se em primeiro plano é uma primazia.
Porque só assim consegue-se amar o próximo.
Fazendo com que, seja esquecida essa agonia,

Que se amar em primeiro lugar faz mal.
Sendo assim não seria imoral ser o seu amor.
Libertando assim a alma de um pecado moral.

Inserida por felipe_brendo

As pessoas morrem por não saber que a sua cura esta dentro si⁠.

Inserida por ca_goncalves

⁠se o que você quer depende apenas de si próprio, então nesse caso, o tentar não existe.

Inserida por WelberW13

⁠Não é se tornar frio. É ver um pedacinho de si morrer a cada momento até não sobrar mais nada!

Inserida por clarindo

⁠O amor por si só não possui, nós é que lutamos para sermos possuídos.

Inserida por JULIANMAMORUIWASAKI

Seja senhor de si

Digno é o homem que não se ajoelha perante nada e ninguém, esteja o reverenciado vivo ou morto, nas estrelas ou no inferno, seja deus ou o diabo.

Quando assim o faz, sua dignidade é posta à venda tendo como pagamento sua alma.

Jefferson - O Pacificador

Inserida por JeffersonJango

⁠“Considerar os outros mentirosos, em si,
não o torna detentor de todas as verdades.”

Inserida por IRLins