Queda
Você não está atrasado, está no ritmo exato da sua maturação. Cada queda te ensinou, cada dor te preparou, e é no silêncio que seu futuro está sendo escrito.
O fracasso não é cair, mas recusar-se a usar o chão como trampolim. Toda queda é uma aula gratuita sobre estabilidade.
O recomeço não é fingir que o passado não existiu, mas usar a sabedoria que a queda e a dor nos deram. Não voltamos ao zero, mas ao ponto onde a Graça se tornou mais real e essencial. Cada novo dia é um convite para pintar a vida com cores mais vivas, pois o Artista Maior já perdoou os erros de ontem.
A solidão ensinou-me cedo que, o mundo assiste à sua queda com curiosidade ou pena, mas raramente com a intenção de estender a mão.
A tristeza me ensinou padrões que a felicidade nunca revelou, como se cada queda deixasse um registro interno, e cada erro fosse analisado em silêncio, mas ainda assim, algo permanece imprevisível: a esperança.
Cada queda vira aprendizado pra mim
Cada manhã me afasta do mesmo destino ruim
Hoje eu não tenho nada além da minha visão
Mas amanhã eu posso mudar gerações
Cada queda vira aprendizado pra mim
Cada ferida me lembra de onde eu vim
Hoje eu não tenho nada além da minha visão
Mas amanhã talvez meu nome vire inspiração
Sem Retornar
Somos onda e rocha,
queda e voo,
suspiro e alívio,
numa melodia que só existe
quando a tua pele
contra a minha,
torna-se combustão.
Os nossos corpos
ferverosos e urgentes,
procuram os gemidos
que desfazem as incertezas,
numa febre que se acendeu
vagarosamente.
E eu ardo.
Ardo contigo,
por ti,
em ti.
Sem medo,
sem freio,
sem retornar .
Enquanto alguns esperavam que eu desistisse, eu transformei cada queda em impulso e cada tombo em degrau. Sem mãos estendidas, mas com propósito. Sem plateia, mas com fé. E foi assim, passo a passo, que continuei subindo.
O Apocalipse não é a destruição do mundo, é a queda das religiões todas que tentam ser donas de Deus e de como ele contataria os humanos de forma livre, sem intermediários do lucro com a Fé natural.
A queda parecia o fim,
mas cada cicatriz virou combustível.
O medo tentou me prender,
mas a coragem abriu portas invisíveis.
Levantei, apesar da dor,
mais forte do que ontem,
mais vivo do que nunca.
A superação não é ausência de luta,
é vencer mesmo quando tudo insiste em parar.
K.B
A queda pode interromper nossos passos, mas somente a desistência pode nos impedir de continuar caminhando.
A provocação provoca a queda da máscara daqueles que fingem ser agradáveis, e a queda da máscara cai pela própria pessoa, que não conseguiu mantê-la, por ser naturalmente desagradável.
A queda do homem de honra.
Tenho observado algo que me inquieta profundamente: os homens estão baixando a guarda.
Não falo apenas de força física, política ou influência. Falo da guarda da consciência, da honra, dos princípios que durante muito tempo serviram como bússola para distinguir o certo do conveniente.
Não era para aqueles que vivem pelo poder governarem as noções da vida. Porque o poder, quando deixa de ser ferramenta e se torna propósito, passa a obedecer a algo que poucos conseguem enxergar. Não é algo que vem de fora; nasce dentro deles. É uma fome que nunca se satisfaz, uma necessidade constante de dominar, controlar e possuir.
O que mais me preocupa, porém, não são aqueles que buscam o poder. São aqueles que deveriam se opor a ele.
Os homens de honra, os homens verdadeiros, aqueles que deveriam levantar a voz diante da injustiça, parecem ter se acomodado. Talvez essa seja a palavra. Acomodaram-se.
Em algum momento, passaram a amar mais o conforto do que a própria honra. Mais a estabilidade do que a verdade. Mais a aceitação do mundo do que a responsabilidade de confrontá-lo.
E eles estão por toda parte.
Essa ausência de coragem se espalha como uma sombra silenciosa. Ela afeta a natureza, o clima entre as pessoas, a relação entre pais e filhos, a identidade das nações. Faz irmãos se voltarem uns contra os outros. Faz com que vender pareça mais importante do que abençoar. Faz com que cobrar seja mais natural do que perdoar.
E quando essa lógica alcança os povos e os governos, acontece algo ainda mais trágico: as guerras deixam de ser disputas entre exércitos e passam a atingir aqueles que nunca escolheram lutar.
Os inocentes pagam o preço das ambições de quem está no comando.
E o mais assustador é a indiferença.
Como se a vida humana tivesse perdido valor.
Como se tudo pudesse ser resumido a um simples "não importa".
No fim das contas, a história parece repetir o mesmo padrão: os fortes testando sua força sobre os mais fracos. Sempre foi assim.
Mas existe uma ironia nesse caminho.
Se os fortes continuarem eliminando os fracos, chegará um dia em que restarão apenas os fortes.
E então, quando olharem ao redor, perceberão que não existe mais ninguém para dominar, ninguém para vencer, ninguém para provar superioridade.
Nesse dia compreenderão tarde demais que, na busca por conquistar tudo, destruíram aquilo que dava sentido à própria conquista.
Porque a força sem compaixão produz ruínas.
O poder sem honra produz vazio.
E um mundo sem misericórdia pode até sobreviver por algum tempo, mas jamais encontrará paz.
a queda é o que ocorre
Quando o povo
Não sabe escolher os seus líderes
O erro está em achar
Que qualquer príncipe
Serve para ser rei..!
Pensamentos em Queda Livre: The Abyss of the Mentis
Mentis 1 - Neutralidade imparcial
Andar por aqui é tão calmo... A Vista, mas sempre parece que essa ponte está prestes a se quebrar.
Que estranho...
Mais a frente há um Mercado.
Passo reto.
Uma estátua do Kuwaete Henka é mais interessante, mas ela parece olhar para mim, sentir algo atrás de mim.
Eu me viro.
Mas não vejo nada... Mas acho que não é só pressentimento
Pensamentos em Queda Livre: The Abyss of the Mentis
Mentis 2 - Puellas Lupinas Amo
Talvez...Eu goste de garotas lobo, sabe não é de tanto, ver um rabinho abanando não é de todo mal.
Esquentar-me, eu iria fazer, mas por que? Eu tô chorando por ver o que me fez estar aqui.
Andando por essas ruas, tão escuras, olhares distantes, loucura. Por que estou aqui? O que restou aqui? O que eu vim fazer aqui?
Não sei.
Talvez, seja só minha imaginação.
Amor eu não vejo... Amor eu desgosto, Mentiras dos quais falam sobre mim, você acreditaria em mim?
