Que Saudade dos meus 15 anos
"Não posso falar de meus ancestrais, mas posso mostrar medalhas, honras militares e até as cicatrizes em meu corpo, todas obtidas em batalha. Esse é meu título de nobreza".
Rondo meus pensamentos,
Encontro seu sorriso
Numa beleza infantil
Alegre, inocente e doce.
Tenho a felicidade do seu
Amor, surpreendente mulher.
Nunca imaginei que o futuro se encarregaria de
Unir-nos
Neste
Encontro
Sublime.
*Acrônimo com Renata Nunes
DIFÍCIL DIZER NO QUE PENSO
É difícil dizer no que estou pensando, quando meus pensamentos são transições constantes de ideias e vontades novas que me surgem, sempre e em todo momento:
Neste instante, por exemplo, penso em voar, para pousar nos braços de quem amo, mas penso, também, em ficar aqui, quietinha, para dar a quem amo a liberdade de querer continuar ao meu lado;
Neste instante penso em aumentar o número de amigos que tenho, só para concluir quão valiosos são os que estão ao meu lado, tanto quanto penso em manter apenas os meus muitos amigos, para que esses muitos tenham a certeza de que bastam eles apenas para que eu consiga ser mais e mais feliz;
Neste instante penso em parar de trabalhar, só para confirmar quão maravilhosa é a atividade que faço, da mesma forma que penso em trabalhar incessantemente, só para concluir que jamais me cansarei da arte de "ensinar e aprender".
Pensar é arte, e arte é criação, inovação, reinvenção.
Não posso dizer o que penso neste momento, porque neste momento sou ave que voa à procura de inspirações inúmeras para construir mais novos ninhos, sabendo que, daqui a instantes, novas construções ei de querer fazer.
Nara Minervino
Nos meus sonhos só tem paz!
Paz de um mundo melhor onde possamos
contribuir com os projetos de Deus!
" Elaboro ou seja registro em meus escritos, o que sou, sinto e não sinto, isso não quer dizer que o que escrevo não seja autentico, seja veras realidade "
Amor...
Sinto que não há mais vida pra mim sem você, meus dias se arrastam
O que se move em mim só a carcaça do meu corpo, pois o seu amor é que alimenta meu espírito, que ilumina minha alma.
Sinto todo meu ser se desfalecer a cada dia, mas as vezes sinto um doce sorriso em meu coração quando penso e lembro de nós dois, do nosso amor, dos momentos que passamos juntos, das nossas brincadeiras, e isso por uns instantes me acalenta e sinto pulsar em meu coração um sopro de vida.
Por que te amo tanto assim? Por que um dia sonhei esse sonho tão lindo de ser feliz com você? Mas se hoje estamos separados, o medo e a iguinorancia nos afastou, por que um dia achei que ia ser feliz?
Oh meu Deus, minha vida não tem mais cor, só dias cinzentos pairam sobre minha vida.
Por que sou assim? Por que tenho que sentir tanto assim? Não há quem me compreenda, ou entenda a dimensão do que sinto...
Meu Deus, tira de mim meu Deus, se um anjo um dia o Senhor colocou na minha vida, por que agora estamos longe um do outro? Um amor tão lindo, puro e verdadeiro, só posso chorar mas tendo em meu coração uma esperança, que talvez em outra vida eu e minha alma gêmea possamos nos encontrar e ficar-mos juntos e ser-mos felizes. Eu acredito, eu tenho fé, porque é o que meu coração me diz!!! Te amo eternamente meu Anjo, te amo moh.
Um toque seu em meus cabelos, um beijo seu em meus lábios e mais uma traição sem compromisso foi consumada.
Levante os olhos
Elevarei meus olhos para as colinas - de onde vem minha ajuda? Minha ajuda vem do Senhor. - Salmo 121: 1-2
Escritura de hoje : Salmo 121: 1-8
Uma mulher cujo trabalho exigia leitura constante começou a ter dificuldade com os olhos, por isso consultou um médico. Após um exame, ele disse: “Seus olhos estão cansados; você precisa descansá-los. ”
"Mas", ela respondeu, "isso é impossível no meu tipo de trabalho".
Depois de alguns instantes, o médico perguntou: "Você tem janelas no seu local de trabalho?"
"Oh, sim", ela respondeu com entusiasmo. "Pelas janelas da frente, vejo os picos nobres das montanhas Blue Ridge, e pelas janelas traseiras, observo o glorioso sopé de Allegheny."
O médico respondeu: “É exatamente isso que você precisa. Quando seus olhos estiverem cansados, olhe para as montanhas por 10 minutos - 20 seria melhor - e o olhar distante descansará seus olhos! ”
O que é verdadeiro no reino físico é verdadeiro no reino espiritual. Os olhos da alma costumam estar cansados e cansados ao focar em nossos problemas e dificuldades. O olhar para cima - o olhar distante - restaurará nossa perspectiva espiritual.
Às vezes nos sentimos sobrecarregados com os problemas da vida. Se olharmos para o Senhor em Sua Palavra e em oração, no entanto, Ele colocará nossos problemas em perspectiva e renovará nossas forças.
Vamos levantar os olhos! (Salmo 121: 1). - Henry G. Bosch
Refletir e orar
Erga os olhos, desanimado.
O Senhor será sua ajuda;
Nova força virá daquele que disse:
"Descanse, venha a mim". - Anon.
Para o foco espiritual correto, fixe seus olhos no Senhor. Henry G. Bosch
Te escrevi uma carta
Da qual não te entreguei
Falava sobre nossos sentimentos... Talvez meus
Era de um tempo, que eles ainda existiam
E eu os sentia indo embora...
Te escrevi uma carta
Onde meus últimos sentimentos foram deixados
Onde tudo que me existia, tudo que restava
Ficou em um papel; e eu ainda não te entreguei
Talvez por medo de deixá-los partir
Te escrevi uma carta
Onde deixei meus sentimentos
Deixei tudo que existia, eu os arranquei de mim
Não era forte para suporta-los
[talvez não fossem meu.
_Caim Campbell
meus sonhos são para você
na eternidade do nosso amor
lhe tenho por um instante
é o bastante para sempre ter seu amor,
na tristeza da solidão estarei feliz
pois encontrei se amor...
infinitamente,
será meu único verdadeiro amor,
minuto a minuto serei feliz pois te amo,
meus melhores momentos foi quando te conheci,
sempre te esperei num momento magico
seu olhar sempre foi minha vida,
para sentir imensidão do teu amor.
A noite chegou suave,silenciosa e poderosa Vou pintar meus sonhos com as cores da imaginação. A cama já arrumada apago a luz, mais bateram no portão poxa tenho que atender pra minha enorme surpresa era você tão linda toda arrumada, eu disse nossa que ouve você me respondeu apenas vim ficar com você. Meu coração disparou era tudo que eu queria já a muito tempo . Entramos nós beijamos a cama já estava arrumada, a noite seria pequena pra nós dois. Todos os sentidos estavam mudos, e aéreos ao meu ser. Foi quando o relógio despertou já era sete da manhã foi tudo um sonho acordei !!
Amo meus passeios virtuais!
Me sinto privilegiada com tanta sabedoria tirada de nosso sentimento mais forte que é o Amor.
Gratidão sempre!
Caminho a beirar o mar, refletindo sobre meus pensamentos, meu pensar.
É quando nos isolamos que percebemos mais que uma mísera existência.
Olho para trás refletindo meu passado, vejo que fiz tantas coisas, e independente do que fiz a água passa por cima, o tempo apaga.
Quem foi o general de 1500 ? Ou o carteiro a 100 anos atrás, a maior cozinheira dos anos 1930, quem fui eu daqui a alguns dias.
Percebo que o que sinto é a água que bate nos pés hoje, e que me causa sensações, a pegada de antes ninguém as sabe quem as fez, mas posso sentir que estou fazendo essa, estou vivo.
"Meus medos e receios não me fazem diferente da maioria, apenas estou aprendendo a lidar com meus problemas com sabedoria."
O SITIO
Uma vez eu e meus irmãos, mais precisamente no período da adolescência, inventamos de passar as férias no sitio do meu avô no interior de Pernambuco. Pegamos um ônibus aqui em Recife na rodoviária e rumamos para o município de Limoeiro, e após umas duas horas de viagem, chegamos. Perto da Praça da Bandeira embarcamos noutro ônibus, que levava de tudo, além de gente, óbvio, galinhas, papagaios, bodes, pessoas simples que vinham da feira, em sua maioria, com sacolas. Saindo do centro da cidade, o citado coletivo pegou uma estrada de barro ladeado de canaviais, e continuou embalado enquanto ia levantando, atrás, rolos de poeira. Descemos daqui a pouco tempo num povoadozinho, já com luz elétrica, que noutra ocasião não tinha, animador acdei. Nos encaminhamos a uma casa próxima e pedimos água, e interessante, que no lugar da água serviram suco de maracujá, isso mesmo, suco de maracujá! Que gentileza, que gente acolhedora, amável, a conhecida hospitalidade interiorana, não é todo dia que a gente pede água e nos servem suco de maracujá. Estava natural, mas, deixa pra lá, seria querer demais. Quando provei... Xiviiii!!! Salgado!!!! Onde já se viu! Puseram sal em lugar do açúcar por engano. Fiz uma careta indisfarçável. Ai a dona da casa disse: - É a água da cacimba que é assim mesmo! Ou seja, barrenta e salobra. A tal cacimba era uma espécie de poço. Agradecemos e, depois, seguimos por outra estrada de barro, dessa vez a pé, o sol cozinhando o juízo, umas 2 horas da tarde. O que estimulava e distraia eram, aqui, ali, no caminho, uns pés carregados de laranjas amarelinhas, uns juntinhos dos outros, baixinhos, vários, parecendo arvores de natal, fora de época, carregadas! Umas até caídas apodrecendo, maior fartura e de graça, era só pegar e ir comendo. Depois de um pedaço bom de chão percorrido aos poucos ia se divisando, surgindo, ao longe, uma casa, perdida no meio do nada, o sitio, finalmente, que nem o de Dona Benta. Lá tinha de tudo, perdido num fim de mundo, e curioso que tinha, na propriedade, rodeando-a, em frente da casa, loja, farmácia, mercearia, igreja, até cemitério, tudo pelo meu avô construídos. Talvez por um capricho dele, porque se fosse depender de clientela, só de vez em quando que saia no meio do mato uma viva alma, surgida não sei de onde pra comprar algo, e ai ele despertava do cochilo na cadeira de balanço e ia atender. Ou alguém precisando de um socorro, ai meu avô incorporava o Farmacêutico, misturador das formulas acondicionadas nuns frascos grandes, uma farmácia de manipulação as antigas, também dava injeção e mandava a vitima rezar, se fosse de noite pra chegar vivo até de manhã e pegar o ônibus na cidade vizinha, a do "suco de maracujá" que começava a circular as 8 da manhã e as 5 da tarde e ir para um hospital mais próximo, após caminhar um pedaço bom, se não morresse no caminho, mas, se morresse, tinha problema não, seria enterrado no cemitério do sitio, como disse. No sitio do meu avô não tinha energia elétrica, ai, à noite, perdia a graça, não se divisava o céu do chão, só em noite de lua cheia ficava bonito, os caminhos iluminados, dava até pra caminhar sem problemas e as copas das arvores prateadas. A noite mesmo era na base do candeeiro, feito nas novelas e filmes de época. Batia um sono cedo na gente, oxê, 8 horas ainda, uma lezeira, sonolência repentina. Mas, durante a semana, de dia, era divertido, subia nas arvores e comia muita manga, de varias qualidades, feito diz o matuto (espada, rosa, manguito, sapatinho), cajus, laranja geladinha das primeiras horas da manhã, tiradas do pé, molhadas de orvalho, leite do peito da vaca, galinha do quintal, de capoeira, mortinha na hora, uma tal de carne seca, que depois vim a saber que era a velha e boa carne de charque conhecida. Aonde até os cachorros da casa eram vegetarianos, isso mesmo, vegetarianos, comiam só macaxeira, (também conhecida como mandioca, aipim, pros sulistas) ou comiam ou morriam, toda manhã e a noite, era só isso, que davam. A gente mesmo só variava no almoço ai era feijão, arroz, macarrão, carne como todo mundo. No meio da semana, minha tia nos chamou pra buscar água pra tomar banho no barreiro (Um buraco que os homens do campo cavavam para armazenar água da chuva e usar durante o resto do ano ou por um bom tempo, menor que um açude, destinado ao mesmo propósito), ai foi a gota d'água. No sitio também não tinha água encanada, esqueci de dizer. Fomos, cada um com a sua respectiva lata, com a alegria e a inocência da novidade. Andamos um pedaço considerável atrás do precioso liquido, no meio do caminho passamos por uma grande poça d’água suja, com uma camada de lodo por cima, esverdeada, espumando e um sapo boi boiado de papo por ar. Que nojo! Eca! Passei ao largo e prossegui pro barreiro. Quando, atrás de mim, ouvi a voz de minha tia chamando: - Eiiii!!! Vai prá onde?! – Pro barreiro, respondi. – Mas, é aqui!!! Disse, ela. – Ai?! Essa água suja com um sapo boiando?! Vou tomar bando com essa água?! – Sim. Tu bebe dela! Respondeu. Água limpa só a do teu avô que é um homem idoso, a gente bota um paninho, coa as folhas, galhos e depois bota no filtro. Só sei que no final da semana tava todo mundo desesperado, querendo voltar pra civilização. Meu avô na cadeira de balanço, vendo tudo, a aflição, nos chamou e deu o maior carão, dizendo: - O que vocês vieram fazer aqui?! Aqui é só trabalhar e dormir! Eu poderia até puxar eletricidade da cidade vizinha, mas não quero não. Vejo quando vou em Recife. Começa a novela e o mundo para, é aquela malandragem! Quero isso aqui não. Voltamos no outro dia, de manhã, num sábado. Só não entendo, tava lembrando disso um dia desses, porque não fizeram uma cacimba ao lado da casa, seria melhor, mais prático, água limpinha. Mas, tudo eram os hábitos, os costumes, a tradição.
(13.11.2016)
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