Que o Ventos nos Leve

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Ela veio dos ventos que trazem as nuvens e sopram tempestades, das águas e da terra que curam e sustentam, e do silêncio que guarda o invisível. Lê os ciclos, sente as marés; sua dança nasce da felicidade, ao som do trovão que a guia, e encontra paz e descanso sob o silêncio da lua. Sua voz vem de dentro: floresce quando o peito se abre, aparece como brisa para tocar, e se recolhe como névoa quando é para guardar.

Inserida por layssa_andressa

⁠Todas noites
Ouço a tua voz
A ecoar pelos ventos
A cada noite de lua cheia
Eu vejo o seu reflexo

Na ânsia de abraçar-te
A realidade me desperta
Da esplêndida miragem

Procuro-te...
Na imensidão azul,
Deste céu...
Vagueio de norte à sul...

Inserida por Vencyz

⁠Eu não sofro, meu amor...
Espero-te apenas...

Os ventos me arrastam...
Não é fácil amar o vencido...
Amo e não sou amado...

Onde hoje me sentei a perguntar...
Que sortilégio a mim próprio lancei?
Tenho esta contemplação...
Mas não chego a desfazer...
Das velhas ilusões que achei no meu caminho...

No desolado coração...
O vácuo mudo adormece o meu pensamento...
Porque na noite, farto de sofrer…
Interrogando o destino...
A sua sombra escondida...
Procuro e não encontro...

E perante esse abismo...
Da única realidade no momento possível...
Escondendo os meus gritos...
Continuo a te esperar...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠CÂNTICO ÁRIDO NO CERRADO (soneto)

Já não mais os agridoces cheiros
Vindos dos ventos dos silvados
Não ressoam cânticos brejeiros
Que concebiam versos alados
Onde estão os frescores cordeiros
Cheios de sessamentos afiados
Pelos dias amenos e tão inteiros
Cá no cerrado, tão pavonados?

Secura, aridez, rolando ao léu
Onde foste azul, cinza é o céu
E, que hoje vimos mais e mais
Tem poeira no horizonte, urge
No fim da vereda a sede surge
- Estia o chão e os mananciais!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/06/2025, 10’39” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠TODOS OS DIAS EU VEJO O MAR

Todos os dias eu vejo o mar...
Vez ou outra, sinto os ventos
Quase sempre posso versar
O que há nos pensamentos...

Algumas noites namoro a lua...
E mando beijos às estrelas
Todas as noites a mão sua
Aquiescida pelas centelhas...

Na beira do mar é que resido...
E acordado prolongo o sonho
E para cada verso desmedido
O que em mim há, eu disponho...
(TODOS OS DIAS EU VEJO O MAR - Edilon Moreira, Outubro/2022)

Inserida por moreiraedilon_1100186

⁠Os ventos contrários não vêm para te derrubar, mas para ensinar a ajustar as velas.

Inserida por Vozqueninguem-ouve

⁠para: meu amado lírio

meu querido lírio, sei que diferentes ventos tem soprado, sinto falta das brisas suaves das manhãs, a incerteza e as circunstâncias nos tentaram, mas o fogo que me forjou a você esta continuamente aceso...

Inserida por yohanna_kethleen

⁠**Verso 1**
Nos ventos que sopram, a voz de Deus ressoa,
Sentimentos profundos em cada linha que ecoa.
No hospital da vida, a dor se transforma,
A música é a luz que a escuridão deforma.
**Refrão**
Deus fala, meu pai, em ritmos eternos,
As estrelas dançam, em sonhos modernos.
Escrevo sobre amor, escrevo sobre dor,
Na arte e no metal, encontramos o calor.
**Verso 2**
O caminho é árduo, mas sigo em frente,
Com o sorriso da mãe, num amor latente.
A cada nota, uma história se cria,
A força divina, nossa melodia.
**Refrão**
Deus fala, meu pai, em ritmos eternos,
As estrelas dançam, em sonhos modernos.
Escrevo sobre amor, escrevo sobre dor,
Na arte e no metal, encontramos o calor.
**Ponte**
Escrevo sobre sentimento, sobre a luz que nos guia,
No calor do abraço, encontramos a alegria.
Música e fé, um laço tão profundo,
Em cada acorde, ressoamos o mundo.
**Refrão Final**
Deus fala, meu pai, em ritmos eternos,
As estrelas dançam, em sonhos modernos.
Escrevo sobre amor, escrevo sobre dor,
Na arte e no metal, nossa voz é um clamor.

Não guarde seus sonhos trancados a sete chaves. Sopre-os aos ventos eles irão se espalhar pelos ares e voltar a você em forma de realidade.
Profª Lourdes Duarte

Inserida por lourdesduarte

⁠noite fria
com ventos nas ruas cantando sem rima
uma mulher gelada e nua em plena rua
acenando a mão para o céu.
e o gelo caindo sobre o véu da noite
gelando-me a carne sem piedade
eM todas as noites frias, ficava contemplando serena
o frio, plantado na alma do ser que habita
as faces das nuvens cinzentas
queria ser fogo e esquentar a terra
mas cada vez mais me encolho
com receio de virar pedra...
...........
e vem o dia...
sem a dança do sol nos arredores dos montes...
ciça b. lima
( in "balada do inverno triste " do livro "só poemas" )

Inserida por touchegrs

⁠Não posso parar o relógio.
Não posso calar o murmúrio dos ventos.
Não posso deixar de admirar o horizonte.
Muito menos aquietar minh'alma Poética.
Quando o vento murmura, ela chora.
Quando tento parar o relógio, ela sangra.
E quando tentam tirar de mim o que tenho,
Ela envaidece , enaltece e rejuvenesce...
Ela voa.
Voa, voa e continuará assim,
Voando...
Na gravata borboleta desse enquete, me amarrei.
No bolso do paletó, meus versos guardei.
E no colete a prova d'água dos seus conselhos, eu lembrei.
Lembrando do meu Pai, escrevi esse poema.
Na saudade poética que me corrói, só tenho dele boas lembranças.
No evento do dia dos pais,
Essa inspiração publiquei e chorei...
😭😭😭😭

Gratidão😍✋🙏😍✋🙏✋😍🙏
Com amor.
Ricardo melo....

Inserida por JoseRicardo7

⁠ Aos seus pés ofertei os ventos dourados que me vinham,
como um filho à mãe, dei a ti palavras de submissão.
Em troca de carinho e grassas, você desviou as penas de minhas assas.

Por isso vivi em humilhação, como pardal que cai no chão,
vi de meus amigos suas assas resplandecentes e me senti indigente.

Escutei os relatos de meu irmão e vi que ele tem razão,
então rasguei de suas costas meu voar.
Como espelho quebrado, quando você chorou não veio me agradar.

Na minha janela eu abro um portal,
Cansei de andar como cão, se sou pardal.

Inserida por Prado008

⁠Tempestade

Ventos uivantes
Relâmpagos que cortam o firmamento
E ricocheteia o solo
Fazendo a Terra amedrontar-se.

Inserida por MarleneQueiroz

⁠Jesus nos convida para andarmos acima do nível das águas, dos mares, dos ventos e tempestades. Aceitaremos o convite ou continuaremos paralisados pelas circunstâncias?

Inserida por danielasantosoficial

No dia em que me tornei poeta..
Segurei na mão alguns ventos e os arremessei contra os muros para que produzissem ecos..
Tomei então algumas brisas e sai pelo caminho a tropeçar versos..
Não sei bem como os desenho nem porque os faço,
mas sei que estão aí, a espreita - aguardando o momento do nascimento -
o instante em que os liberto da alma e lhes pinto asas para que sozinhos voem,
para que busquem dentro deles,
sua própria maturidade..

Poema para os versos aflitos, aqueles, que acabaram de nascer.. (Daniela Possamai - julho derramado/21 - aos amanhecidos⁠

Inserida por danielapossamai

⁠Um dia desses...


Sol radiante, pássaros surfando ao soprar dos ventos,
água cristalina, um belo rosto se vendo no seu espelho,
linha solta, um coração ganhando o espaço,
chinelos no chão, uma rede balançando e no passar das nuvens uma Lua cheia e sorridente.

Inserida por ricardo_souza_5

⁠Você não precisa gritar aos ventos que ama. Demonstre em suas ações!

Inserida por ValMoni

⁠Não podemos nos distrair dos sonhos com os ventos passageiros.

Inserida por JANAINABELLE

⁠Calor vai chegando —
vestido de ventos leves
Até parece meia estação,

Inserida por Madasivi

⁠ Fé inabalável, é aquela que não é levada pelos ventos da dúvida!

Inserida por pra_meire_dimarco