Que meus Pes me Levem

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Por meus sonhos, sou capaz de seguir em frente, mesmo quando não parece que vou conseguir.
No final, todo esforço vale a pena.

Inserida por Ronialves

Escuto o som da salvação e a letra do perdão. Não com os meus ouvidos, e sim com o coração.

Inserida por RicardovCosta

MEUS MEDOS



M inha vida inteira vivi assim na beira de um penhasco .
E risco mim fascina muitas vezes .
U ma vez cheguei a cair e mim machucar.
S im gosto mesmo de mim arisca sem medo algum.
M im sinto bem quando estou lá encima.
E sperando você chega e mim abraçar.
D este jeito que só você sabe fazer .
O meu medo e não chega a mim despedir de você .
S em você meu mundo não existe.

Inserida por Eglairton

Tenho Meus Motivos para Dormir Tarde

Sentir a paz das pessoas,
não ouvir nenhuma voz, só pesadelo,
em cima do prédio bem grande
e subir no terraço descalço, guiado pelo vento,
refletir em sintonia com o escuro derradeiro

desenhar debaixo da cama monstros
com papos enormes, esmiuçados
pelos pijamas de ursinho da criança
curiosa que o puxa pra dançar,
com os cabelos tocados ao chão,
só por desejo e tentação
da proibição de dormir tarde dos pais
"Ele te pega filhão"

tomar antidepressivos com vodka
muita vodka, o máximo de embriaguez
possível com doses de procura,
vontade
de dormir depois que o sol nascer,
lembrar do zelo geado nas árvores
sobre a pessoa que me deu bom-dia
enquanto eu comia pão-francês
na padaria da esquina, ao lado do boteco
de cerveja barata.

Acordar alguém de propósito,
receber ofensas junto com os
uivos dos lobos ou cães de estimação,
medo de bala perdida, há muito ladrão,
assassino de inocente.
Sou um vigia do ócio, não por peregrinação
sem contrato ou negócio,
movido por castigo da solidão.

Estou livre, tenho nove anos
e nenhum pai ou mãe pra xingar,
faço traquinagem olhando
a janela da vizinha com insônia.
Escuto apitos da polícia contra
os baderneiros bêbados
encerrando assim a sinfonia da madrugada
com meu bocejar cansado
do dia penado,

Depois de revirar e me achar,
procurar companhia na fantasia,
sentir-me completo, ouvir o primeiro
sino da igreja a chamar o morador
que gosta de café quentinho,
condiz com sua tradição
de interior.

Escutar o galo, mesmo na cidade,
cacarejar bem forte
pra bola de fogo raiar.
A maior raridade da terra e,
o mais precioso cantar.

Nada é concreto,
Tudo dá pra poetizar.

Inserida por LexMor

Mas não toque na minha irreverência.
Deixe minhas partes, minhas vontades, meus desejos.
Eu dou conta da minha loucura, não tente sufocar o meu eu.
Afinal, eu sou dono do meu umbigo, e só eu sei o peso de carregar tudo que trago dentro de mim.

Inserida por paulohenriquealmeida

Você mexe com meus instintos mais profundos;
Nosso caso de amor já superou a química e a física;
Nosso caso já é algo sobrenatural.

Inserida por SidAguiar

Eu não gosto de humanos, eles são meus escravos, na verdade um escravo meu escreveu isto

Inserida por Guiferty

Tem umas "exs" de amigos meus que, eu não duvido nada, o Capeta deve fazer é estágio com elas.
Nem o capeta pode com esse tipo de gente, ele perde fácil por tanta maldade, e o pior: elas usam os filhos, que são inocentes e que não têm nada a ver, de tão sujas que são.

Inserida por vivicortes

UMA MISTURA, UMA PASSAGEM

Você foi um dos meus mais belos casos, um era a atenção do outro,á muitos dias,então um site,um convite, um link, uma curtida e então palavras se iniciaram, conversas que não terminavam, sua expressão tão suave, tão macia, as vezes tão distante, tão insegura, seu sorriso tao meigo, espontâneo, uma amizade tão realizada, uma curiosidade quase que assanhada, que já havia sido eliminada, o seu beijo tão saboroso que veio logo depois, o instinto que nos envolveu, seus lábios tão sensíveis que por dias nos meus tocou, de tão suaves chegavam a quase
imóveis, mas tão puros. Foi uma deliciosa mistura, de amizade com apego sentimental, não se explica, não traduz, não se decifra, apenas sentimos, e o tornamos real, e que logo depois se tornou tão confuso em sua mente, princípios de sonhos que não saíram do princípio, muito menos dos sonhos, momentos perfeitos que não esperamos, mas que criamos durante esse belo e confuso, ou inexplicável que lance que rolou.

Inserida por MauroDalcortivo

Onde,
estão seu olhos,
que eu não os vejo?
Onde estão também os meus?
Eles se perderam,
na escuridão de nós dois.
Máscaras caídas…
pintadas,
tristes e
desiludidas.
Sonhos desfeitos.
Carnaval,
uma esperança de alegria.
Espera e recomeço!

Inserida por daysesene

Com que olhos me olham esses olhos?
Os meus já estão perdidos dentro dos teus há muito.
Como minha pele está perdida na perfeição da ponta de seus dedos empinados.
Como seu sorriso que desperta o meu e minha boca implora pela tua.
Tua... Sou toda tua. Derretida como cera de vela - quente, sem forma – em prece te suplica.
Bem dentro do seu humor intenso, em tudo, como a cor intensa de seus cabelos.
Posso te ouvir de longe, em sua voz que soa em seu silêncio mais do que nas palavras, posso arrancar-lhe o pensamento, mas não me atrevo.
Prefiro a espontaneidade de seus gestos delicados que vão além de sua braveza aparente, como quando entrelaça seus dedos em meus cabelos.
Ressaca nos olhos?
Não, os meus é que estão embriagados de ti – completa. Me completa.
Me reviro em mim, só pra me ver em um reflexo avesso.
Seu melhor defeito, é seu o meu amor.

Inserida por soltafrase

Quem dera ter um canto no campo,
onde pudesse repousar meus pensamentos
e em silêncio usufruir dos encantamentos
que a natureza nos dá sem reclamar.

Nesses tempos de festa, o que mais quero
não é o canto das ruas mas a doce e suave melodia
dos pássaros, o cheiro de mato
e uma rede para deitar.

Inserida por JACQUESKHALIL

Tenho medo de tentar expressar meus sentimentos e não conseguir chegar nem na metade.

Inserida por ThaynaraLobo

Penso em você na mesma frequencia que meus olhos piscam, não é por piscar ou pensar, é por questão de sobrevivencia

Inserida por AdemirMachado

Sonho a cada segundo em tem uma oportunidade divina de lhe conhecer, pois você invade meus pensamentos, meu sono e até meu desejo!

Inserida por nandochini

Eu disse adeus a muitas coisas: aos meus velhos amigos, à minha infância, ao meu dom de fazer piadas boas, ao meu ânimo (…). Agora eu quero dizer adeus ao agora. Aos novos tempos. Ao sofrimento. Ao passado. À uma brincadeira esquecida, a um sorriso mal feito. Ao que não teve graça e mesmo assim eu ri. Eu não preciso mais forçar meu interior a gostar dessas coisas. Eu cresci, e agora eu sei o que é verdadeiro pra mim. O que eu quero de verdade. E sei que não faz parte de nada do que passou. É o que estou construindo e a forma como ele está agora. A forma que ele vai ficar. Ou quando ele estiver pronto. Eu vou dizer adeus a muitas coisas, sim, e eu pretendo começar dizendo adeus a mania de achar que sonhar uma aventura é o mesmo que vive-la.

Inserida por carolgray

Meus olhos tem a cor, o sabor e a aparência da saudade

Inserida por lauramello

Adeus ao Poeta

Terça- feira, 16 horas.
Faltou luz no escritório.
Se fechar meus olhos, volto num instante àquele dia.
Abri a porta do escritório que emperrava no chão. Seu barulho rasgava o tecido fino do barulhinho de chuva que sussurrava naquela tarde.
Meu chefe se assustou. Ele estava sentado em sua poltrona que ficava bem em frente a porta.
Uma vela iluminava a sala repleta de livros.
Tudo estava delicado - olhos delicados, susto suave, respiração lenta, limpa e branca.
Senti uma ternura imensurável quando o avistei.
Pediu-me que sentasse ao lado de sua poltrona para que conferíssimos as cartas que seriam enviadas no dia seguinte. Peguei a vela para iluminar uma das cartas enquanto líamos.
Meu chefe, poeta, em meio aos seus 92 anos, era personagem principal daquela tarde cinzenta. Nela, ele escrevia, lindamente, o último parágrafo da sua história.
Tudo escuro em volta. A vela criava um mundo paralelo, onde só existia ele.
Tive a nítida sensação de estar sentada num imenso teatro. Ele no palco, em sua poltrona antiga. Escuridão - foco nele. Sua última poesia sem palavras. Sua última poesia, era ele.
Comecei a observar suas veias, sua pele fina e enrugada. Cada linha de velhice, me contava uma parte da sua história. Naquele momento, o Dr. Barreto me apresentava, sem querer, toda a sua biografia. Nos tornamos, assim, velhos conhecidos.
Quando terminamos, ele se levantou. Guardei algumas coisas em sua pasta. Ele pegou seu guarda-chuva e
foi saindo devagar. Como aquele dia cansado, porém, com o aspecto de missão cumprida, fazendo uma combinação perfeita com o poeta que tinha poesia até nas linhas de velhice das suas mãos.
"Até amanhã...", disse ele.
No dia seguinte, pela manhã, não havia mais Dr. Barreto. Só a poesia e o cheiro da vela no escritório. Poesia essa que, sem saber, ele escrevera para mim. Naquela tarde chorosa, que tanto chorava porque do poeta despedia-se em silêncio...

Essa é uma singela homenagem ao Poeta e Fundador do Movimento Poético Nacional, " Dr. Sebastião da Silva Barreto", que tornou nosso curto tempo de convivência tão grandioso que ficará eternamente gravado em minha memória.

Inserida por arianasliva

E quando fecho os meus olhos eu posso ver, não o mundo como ele é, mas como deveria ser!

Inserida por HudAas

No silêncio dos meus pensamentos encontrarei a resposta que procuro diante de tantas perguntas!

Inserida por eug