Que meus Pes me Levem
Sol escaldante, terra rachada, pés descalços homens e mulheres de fibra, que aprende na sua vida, que valor é ser forte, é ter coragem para lutar contra as ações do tempo que insiste em provar que mesmo com todo sofrimento somos felizes, assim é o Sertão.
' Quando eu viajo no tempo, não tenho data prévia de chegada. Desfruto bem pensando em lugares e pessoas que me fizeram feliz e que o tempo nem a distância ainda não conseguiu apagar.'
—By Coelhinha
O sol já não brilha mais
O dia já não e mais tão claro
A lua não e mais branca e sim negra
As pessoas não amam mais
Eu já nao sinto o mesmo que antes
No mundo so existe raiva,ódio,tristeza e rancor
O mundo ja esta sem luz,sem vida
Sem amor.
Seja criança quando precisar, mas não viva em um mundo de fantasias, pois a realidade requer pés no chão.
Não e Fácil desistir das pessoas que a gente Ama,Mas as vezes e Necessário, Porque nem sempre as pessoas que a Gente
Ama .São as que vão Nos fazer Felizes.
Nunca vivi meio amor, meia vida ou meio sentimento, pois pode sujar e sabão está caro;
Vivo de pés no chão para então viver e conhecer tudo por inteiro, pois sabonete é bem mais barato;
O que move seus pés e te faz trilhar por algum caminho? Sua vontade, sua certeza, influência, interesse, sentimento ou simples curiosidade?
O que faz abrir seus lábios e dizer palavras doces que não estão em lugar nenhum dentro de você? O que mantém seu rosto sereno e pálido ao contar uma mentira? Não te atinge de nenhuma maneira ver que você pode estar fazendo mal a outra pessoa?
De onde sai a sua força de vontade pra levantar depois de uma queda e se esforçar para colocar um sorriso no rosto? Vale a pena? Adianta lutar por uma felicidade que você nem sabe se realmente existe? Quantas pessoas você já ouviu dizer que são felizes? Poucas? As pessoas só sabem reclamar, cada um de nós - e você também - não tem consciência da preciosidade da vida que temos. Preciosa pra quem? Esta não é uma boa pergunta, ninguém se importa com você a ponto de abrir mão de qualquer coisa. A sua vida é preciosa pra você. Não por que o mundo seja maravilhoso ou por que a vida seja linda, longe disso. A sua vida é preciosa pra você, por ser a única coisa realmente tua. Você vai passar quanto tempo dela reclamando? Você já sabe que ninguém merece nada, pois nunca vão reconhecer nada, e quer saber? Nem você. Você é tão imperfeito quanto todos os outros. No fim, de qualquer jeito, você vai acabar com a sua vida, nunca vi alguém que saísse dela plenamente satisfeito. Nada vale a pena, tudo causa dor.”
Nem mesmo preso pelas mãos e pelas minhas pernas e pés, amarrados, foram suficientes para deixar de esboçar um sorriso escondido enquanto o senhor do engenho teimava em gritar e a marcar em minhas costas o seu destempero e a sua brutal ignorância. Já percebia as mãos daquela linda mulher que começara a puxar meu espírito para o alto, desprendendo-me daquele corpo mal tratado, fétido e queimado pelo sol dos dias passados. Nem mesmo as pesadas correntes puderam me segurar mais ali...
São vários os passos e diversos os caminhos, sendo que a variável comum serão os pés que irão caminhar.
Devemos voar com os pés no chão, porque se alguém vier e cortar nossas asas não vai existir tombo e sem tombo a gente não quebra a cara.
Pés
Afora estes pés outros pés,
milhões de passos...
Pés macios e calejados,
feios, bonitos,
diferentes, amortecidos,
lentos e apressados.
Pés idosos, milenares,
fincados na terra mãe
e outras terras densas...
Pés sutis, voláteis,
vagando outros lugares,
provocando emoções...
Por ora, examino a realeza e a bruteza
dos pés calçando este caminho
entre a diversidade de sensações.
Estarão sempre buscando levezas?
Sim... não?
Sua vida... perdida.
Somente despedidas,
seus pés se negam encontrar uma saída.
Sua vida... desprotegida,
sempre becos sem saída.
Sua vida... de vida despida,
completamente invertida.
Sua vida destruída.
Como a morte,
uma vida de vida destituída.
Eis a sua sina: total falta de sorte.
Eu danço, como as folhas que caem no caminho
Como o dia, que no horizonte se encerra
Os pés descalços tocam devagar a terra
A boca doce, ainda com o gosto do vinho
Diário querido, hoje fraturei uma parte muito importante do meu corpo. O que me impressionou nas pessoas foi o fato de não me perguntarem se estava bem, se eu queria ajuda. Foi a desumanidade delas apenas por não ter sangrado. Sangue não houve, mas aqui dentro de mim parece ter passado um furação, uma onda tão grande que arrastou e jogou tudo pro alto. Estivesse caindo muito nesses últimos meses, acho que o mundo nunca esteve ao meu lado. Posso dizer que tentei ir em diversos médicos, tomar vários remédios para tirar a dor e de nada adiantou. Uma dor forte que provoca ânsias de vômitos terríveis e me joga para dentro de casa no escuro de meu quarto. Que me derruba na cama e me bate, me espanca. Que tira meu folego e arranca lágrimas. Essa droga de coração está batendo lento, sinto que está ameaçando parar. Mas já dizia os velhos sábios; ninguém morre de amor. O que mata é o que sobra dele. Maldito coração, apronta e quem sofre sou eu. E o pior, é que se ele voltar te ver amanhã, vai se apaixonar novamente. Mal se cura de uma ressaca e já é risco de querer tomar mais doses dessa droga de amor. Acho que ando precisando isolar, trancafiar meu coração, quem sabe assim consegue aprender ter mais amor próprio antes de tentar se aventurar por ai sabendo que o resultado vai ser um belo de um tombo.
Vamos mudar de ares?
Moldamos nossos corpos às nossas roupas,
nossos pés aos nossos calçados,
ficamos acostumados...
Não nos arriscamos,
não nos aventuramos,
não nos expomos,
simplesmente nos habituamos.
Isso é bom ou é ruim?
Depende:
Quando há perigo à vista...
mas quem não arrisca também não petisca ;)
Creio que o ideal seria que durante a nossa curta permanência por aqui, tratássemos bem todas as pessoas, mas não nos apegássemos em demasia a ninguém. Embora fosse o mesmo que pedir para que as pessoas não amassem por inteiro e sim pela metade. A vida pode ser resumida em dois momentos: o encontro e a despedida!
Meu tempo de criança.
As plantinhas dos pés no chão, já ao acordar, roupa remendada; porém limpa. Batata assada no borralho do fogão, broa de fubá e café,era a merenda matutina antes de ir à escola. Que delícia! ia com os coleguinhas cantarolando e conversando. Bornal no ombro, carregando os caderninhos, lapes partido ao meio; pois a outra metade para o irmão. A
realidade era esta. Outro pedaço de lapes,só ganharia quando não dava mais para segurar. Com carinho guardava e não perdia. Naquele tempo a professora era a segunda mãe, e era respeitada. Os ensinamentos eram feitos com todo amor, e o salário era apenas para sobreviver. O pais apoiavam todo corpo docente da escola.
No jardim da infância, aprendi ler, escrever, e fazer as primeiras continhas.
Nesta tenra idade, com nove anos, após chegar da escola, almoçava e ia ajudar o pai na roça. De pés descalços, com enxadinha no ombro subia e descia colina, até chegar ao milharal. O sol a pino, meio dia,era o início da jornada.
À noite estudava e fazia a lição com luz de lamparina.
Às vinte horas mais ou menos, meu pai contava estorinha antes de ir dormir, juntamente com outros irmãos. Que pai maravilhoso! A mamãe fazia broa e café para cearmos. Muitas vezes antes de deitar, socávamos arroz, ou debulhávamos milho à mão, para no dia seguinte ter o que alimentar. Com tudo isto, vivíamos felizes. Estudava, trabalhava e brincava. Nos finais de semana, tinha mais tempo livre para brincar.
Hoje as crianças têm tudo. Têm tempo de sobra para fazer coisas erradas. Não podem trabalhar, ou mesmo ajudar os pais; mas podem vender drogas e outras mais. Não podem ganhar um tapa dos pais, mas quando crescem podem apanhar da polícia. Que inversão de valores!. Eu era feliz e não sabia...
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