Que meus Pes me Levem
...era como o rugido da multidão, o eco , o choro de meus colegas gritando de longe ,mas em mim permaneceu o silêncio estranho, que só foi desligado por Rebecca, a garota cuja arte, paixão, beleza tinham mudado a minha vida. Naquele momento, meu triunfo não foi a conquista, mas a clareza simples. A constatação de que nós estaríamos sempre juntos e todos os instintos de outra forma, teriam sido.Negadas as verdades: que eu era e sempre serei apaixonado por Ela.
AMAR ATÉ O FIM MATÉRIA
Quando meu incantar de paixão
se desencantar
Talvez desmanchará meus olhos em prantos
Talvez trincará minha alma em dor
Amanha talvez passe
Suspiro de alivio vai surgir
Porém saberei
Cada dia uma surpresa
Cada instante um acontecimento
Conscientizo
Mil vezes vou chorar
Mil vezes vou sorrir
Mil vezes hei de me apaixonar
Mil vezes hei de esquecer
sempre pensar que tudo é possivel
Ser feliz mil vezes
Até se espatifar no destino de variedades
Amar mil vezes
Enquanto o amor houver
Até o fim da matéria.
De mim, levaste um pedaço do coração. Na mente, tua lembrança não sai. E dos meus olhos as lágrimas caem. Até o sono chegar e ter a tua visão. O meu, encontrar com o teu, coração.
Não tenho vergonha de postar sobre meus sentimentos.
Aliás não tenho vergonha de tê-los comigo.
Pois, mesmo que o sentimento dure pouco, ou seja mutável,
Se em algum momento ele me deu razões para escrever,
Então, apenas por isso, já valeu a pena sentí-lo.
Sinto medo. Não pela venda negra que cobre meus olhos impedindo-me de ver a realidade, mas sim pela insegurança de que um dia não terei você ao meu lado.
Meus agradecimentos ao Bondoso PAI celeste, que cuida de seus filhos com o amor mais puro e sincero, por mostrar mais uma vez o caminho da oportunidade a uma de suas ovelhas que não conseguia enxergar, obrigado pai por nos dar o dom da vida, para que pudéssemos apreciar todas as maravilhosas obras que o SENHOR fez.
Quero gritar, mas a minha voz insiste em se calar
Meus poucos instantes de felicidade acabam
Murchos em algum canto da alma
Não sei lidar com esse vazio que cresce
Maltrata e me deixa seca como uma figueira
Que levou do tempo apenas o vento
Soprado nas noites quentes e adormecido
No quase nada de dias partidos
Iludir-me parecia ser a coisa certa a fazer
Mas como um vício, percebi que necessitava
Do estado de alma momentâneo para logo
Em seguida voltar a sofrer o vazio angustiante
Lamber as feridas causadas pelo orgulho e
Arrancar da pele as marcas deixadas por toques
Que dificilmente abandonarão os recônditos da memória
Ver-me sufocar na noite engolindo lágrimas
E acordar para o dia cinza com restos de ontem
Loucas as minhas vontades e absurdamente infeliz
Minha verdade transvestida de nada com luz
Bruxuleante e esmaecida
Pobre vida desperdiçada e esquecida.
Permito-me o sorriso nos lábios, porque as lágrimas não existem mais em meus olhos.
Se sim, são de alegria e, estas, não contam como ponto negativo. Conto sim, a quantidade de vezes que fiquei sem ar de tanto rir. De nada... do nada!
É tão bom estar leve.
Os problemas (se é que são) são outros e, com certeza, mais amenos.
Vida que realmente segue.
Tristeza retrai...
E nossa vida deve estar em constante avanço.
Podem me critica, nunca vão me entender mais nunca vão me proibir de acreditar nos meus sonhos que espero que virem realidade.
