Que meus Pes me Levem
O que seriam dos meus dias sem suas poesias....seus dramas...suas reflexoes, seriam como praia deserta, sem sol, jogados ao marasmo ao vento e a poeira !!!
Meus olhos não escondem como estou...
Se gosto ou não...
Se vou ou fico...
Confio em você...
Mas não no meu olhar...
Meus Medos
Dos dias que vivi
Pude ver
A fome, a miséria do povo.
A triste luta para sobreviver
È muito aterrorizante a destruição do ser humano
Todos procuram à perfeição
A luta para ser melhor
E esquecem da humanidade
Esquecem o espírito de carinho
De amor
E partem a esmagar outros iguais
É tão apavorante pensarmos
Que a loucura esta em nós
Uma grande cidade
Vemos luzes, prédios altos.
Construções em busca de mais e mais
Caminho sem fim
Essa grande luta é pelo que?
O que através disso tudo procuramos
Se a morte nos levará tudo
Andando pelo vale das sombras a selva de pedra
Vejo o total esquecimento do sentimento
Pessoas nascem e crescem
Vivem como robôs
Do sistema a selva de pedra
Essa corrida desesperada
Traz descontrole
Traz a loucura
Vejo gritos gemidos de dor
Vitimas inocentes sofrem
Esta ai a destruição do ser humano
O louco
Que parte aterroriza
Vejo o medo das pessoas que sofrem em ataques
Os gritos desesperados ao abrir de suas bocas
Seus olhos se abrirem e o medo à vista de todos
Gritos espalhados, gemidos de dor.
O frio sem calor
Pessoas dormem aos chãos
Tornam-se invisíveis
Esquecidas pelo sistema
Passar uma noite tremula com frio cortante na carne
E bater dos dentes
O choro o esquecimento
O frio a dor
A loucura é tão grande imensa
Que os céus já não são claros como antes
As estrelas do céu já não iluminam mais
A selva de pedra
Na noite sem fim no dia que já é noite
Ando pelos túneis de terra
Vejo muitos olhos perdidos
Sem vida
Atormentados
Pelo atraso
Pela luta
A loucura
Ruas o grito
A irritação pela busca do tempo
Sem sono
Não temos mais compreensão
Não temos mais paz
Nem alegria
Na corrida sem fim o melhor lugar
É fugir da selva de pedra
Essa selva é o castigo
A loucura
É o tempo que corre a luta que nos esmaga
O descontrole que bate a nossos olhos
A vontade de sumir
Deitado em minha calma
No escurecer da noite
Procuro entender
E partir a procura da paz interior
Ao esquecimento
A anestesia da dor
Ouço uma canção e choro
A lembrar e ver toda essa dor
Sinto minhas mãos tremulas
O corpo cansado
Lagrimas a escorrer pelo meu rosto
Por longo tempo
Até o cansaço me levar
Apagar
Desmaio.
Nos meus sonhos um belo mar a natureza sem fim
O canto dos pássaros amacia meu ouvido
O barulho das folhas o cheiro do perfume
Deitado na areia sentindo a água aos meus pés ao paraíso cheguei.
Chorei de alegria, sorri gritei acordei.
Era tudo um sonho.
Saudade que Ficou
Se os seus olhos pudessem ver os meus olhos
Certamente choraria, certamente entenderia.
Nada passa dos dias em que viveu por perto
E ainda vive aqui, enraizado em mim.
Nunca me deixou para trás,
Mesmo quando a guerra já estava perdida.
Nunca se mostrou incapaz,
Mesmo quando minhas verdades[
eram uma grande mentira.]
Nunca deixou de semear girassóis,
Ainda que eu escolhesse andar por campos de sal.
Nunca ignorou a minha incompreensível voz
E sempre conseguiu me fazer pintar o bem[
da mais espessa sombra do mal.]
Se saudade é amor que fica,
Onde ficou a alegria?
Prefiro meus desesperos, minhas desgraças, minhas lágrimas, meus exageros, a ouvir você falando de você.
Hoje
Hoje tu voltas-me ao rosto se ao teu lado passo
e abaixo meus olhos se ti avisto. Assim fazendo com que tudo isso pudesse varrer nosso passado.
Aquele que enflorou minha vida de suprema aventura e encantamento ,hoje me ferez porque esquecida nunca mais me teras no pensamento.
aquele que de Amor me deu um mundo de sonhos e quimeras meu viver se transformou nos caos profundo.
Aquele que me prostou no isolamento repousa em meu olhar sem eu querer jamais no pensamento.
Amo-te não deu certo...tu foste uma miragem deslumbrante que em meu sonho sonhei tão perto e desfe-se deixando-me diante da tristeza vazia do DESERTO.
E eu que lutei contra os meus desejos cruéis, não encontrei mais nada para me libertar. Não havia mais em quem confiar, não tinha mais chance de encontrar a saída para qualquer lugar, onde nada fizesse meu mundo desmoronar. Foi difícil, olhar e não encontrar mais aquele sorriso, ele nunca mais se mostrou. Se distanciou... e foi assim que eu encontrei a dor que sempre existiu em mim. Os dias voaram, eu continuo com o lápis na mão escrevendo nessa mesma página a meses, não adianta olhar para o relógio, os minutos parecem sempre os mesmos. É um sufoco andar pelos mesmos lugares, ver os mesmos rostos, mais não o rosto que eu preciso ver.
Quando minha boca se cala, meus pensamentos se expandem, a minha face adormece, e escrever é a solução.
"... Coração dispara, as mãos suam o rosto começar arde, já não tenho mais chão. Meus pensamentos já não me pertencem, a única coisa que consigo enxerga é a sua boca, a vontade incontrolável de beijá-lo é mais forte que eu. Sinto o seu cheiro, seu hálito mais perto e o calor do seu rosto no meu, me faz desejar cada vez mais. Suas mãos por trás da minha nuca aos poucos envolvem meus cabelos e com um toque suave e outro agressivo você me aproxima do seu corpo e me beija sem parar, já não tenho a menor oportunidade de um respiro, não posso me controlar estou envolvida em seus braços. Aos poucos você se afasta e pronuncia doce e maldosas palavras que entre os teus lábios é que a minha loucura acode. Te desejo, te sinto, te quero, preciso grita bem alto pra que você acorde e me acompanhe nesse ritmo enlouquecedor. Mas na realidade sou eu que tenho que acorda... Era apenas um sonho, era apenas mais um dos meus delírios. ".
Quando te vejo, meu coração dispara, minha perna treme e meus olhos brilham, acho que isso se chama "Felicidade".
