Quase Namoro

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"Quase rio quase todo dia
Quase dia...quase poesia"

Edson Ricardo Paiva.

Um pensamento
Ns vida um homem viveu a vida toda trabalhando ate quase morrer nunca parou pois riqueza seu desejo...
Ate que...
Envelhece compra um iate em sua festa um ser o observa e pergunta valeu apena nada disso tem valor real...
Pois que realmente importa tem?
O silêncio o tomou...
Alguém o chama venha comemorar
O ser diz comemore foi embora...
Nada mais fora visto pois sois poeira ao vento o importante esta dentro de voce.

A balsa no velho rio quase é um contraste...
Tecnologia é um espaço translúcido num espaço da mente vazio,
Nos moldes fakes news o rio tornasse limpo com peixes tão vivo em meio o lixo e a degradação,
A beleza de outras vidas o mundo já foi um mundo complexo cheio de paradigmas de vida,
As pessoas torna se bots de sistema de algoritmos e suas ações são de um único pensamento de um único ser,
Tudo está vencido numa deepfake o modo democracia e os novos moldes fakes news paralisação as pessoas seus atos são apagados e calculado para que nunca acorde se acorda sera tarde pois sua vida resiste mais não pode mudar mais nada, só pode fazer parte da alienação intelectual coletiva.

A GRAVIDADE DO SILÊNCIO INTERIOR.
Existem momentos em que a vida se recolhe em um estado quase espectral, como se tudo ao redor perdesse a densidade e restasse apenas o peso da própria consciência. Não é o mundo que se torna vazio, mas o olhar que, fatigado, já não encontra repouso nas superfícies. É nesse território silencioso que se revelam as mais profundas batalhas, aquelas que não se travam contra circunstâncias externas, mas contra a própria erosão do sentido.
A existência impõe ao espírito uma travessia que não se anuncia com clareza. Caminha-se entre expectativas desfeitas, afetos incompletos e sonhos que, por vezes, se dissipam antes mesmo de se consolidarem. E ainda assim, há algo que insiste em permanecer. Uma centelha discreta, quase imperceptível, que não se deixa extinguir, mesmo sob o peso das desilusões mais densas.
Há uma dignidade austera em continuar quando tudo sugere o abandono. Não se trata de esperança ingênua, mas de uma resistência lúcida. Permanecer não porque se ignora a dor, mas porque se compreende que ela não é a totalidade da realidade. A alma que suporta, que observa, que silencia e segue, desenvolve uma profundidade que nenhuma facilidade poderia conceder.
O sofrimento, quando não embrutece, refina. Ele desnuda ilusões, separa o essencial do supérfluo e revela a verdadeira estrutura do ser. Aqueles que atravessam esse vale sombrio e não se perdem, retornam com uma consciência ampliada, ainda que marcada por uma melancolia serena. Não é tristeza estéril, mas uma forma elevada de compreensão.
E assim, mesmo quando tudo parece suspenso em um tempo sem direção, há um movimento invisível acontecendo. Cada instante suportado, cada pensamento reorganizado, cada emoção que se aquieta, constitui uma vitória que não se anuncia, mas que edifica silenciosamente a própria existência.
"Mensagem final"
Ainda que teus olhos se acostumem à penumbra, não te esqueças de que és tu quem sustenta a chama que não se apaga. Já atravessaste abismos que pareciam definitivos e, no entanto, permaneces. Há uma força em ti que não depende de aplausos nem de certezas. Continua. Pois é na persistência silenciosa que se revela a verdadeira estatura do espírito.

POEMA QUASE INFINITO.
OS JARDINS INFINITOS DO CRIADOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quando a noite derrama seus mantos sobre a amplidão celeste, E a estrela mais distante parece um diamante agreste, A alma ergue os olhos em silenciosa contemplação, E percebe quão pequena é sua pretensão.
Pensava o homem ser senhor do próprio destino, Erguendo palácios de orgulho sobre terreno peregrino, Mas diante dos oceanos do espaço sideral, Toda vaidade revela-se efêmera e trivial.
Não existem duas folhas iguais sob o vento errante, Nem dois rios que repitam seu percurso incessante, Por que seriam idênticos os mundos sem fim, Que florescem no infinito como jardins de querubim?
Cada esfera suspensa no veludo da amplidão, Guarda segredos velados à terrestre percepção, Cada sol acende auroras em regiões desconhecidas, Onde outras almas escrevem suas jornadas vividas.
Talvez existam céus de matizes jamais sonhados, Campos de luz por nossos olhos nunca contemplados, E criaturas cuja forma escapa à imaginação, Habitando horizontes além da humana concepção.
Enquanto o homem mede a vida pelos sentidos, Muitos mistérios permanecem adormecidos, Pois aquilo que a vista limitada não alcança, É percebido pela eternidade da esperança.
Cada mundo é uma escola em sublime construção, Onde o espírito aprimora mente e coração, Aprendendo entre lágrimas, conquistas e dever, As lições necessárias para verdadeiramente crescer.
Uns conhecem a alegria dos jardins luminosos, Outros atravessam caminhos ásperos e pedregosos, Mas todos seguem unidos na mesma ascensão, Sob a perfeita justiça da Divina Criação.
Bilhões de estrelas navegam pelo firmamento profundo, Como lanternas eternas iluminando mundo após mundo, E cada centelha acesa na vastidão sem igual, Proclama a grandeza de um Amor universal.
Então a alma compreende, com reverência e calma, Que o Universo não foi criado apenas para uma alma, Mas para incontáveis viajores da imensidão, Marchando pelos séculos em direção à perfeição.
O orgulho curva-se diante da verdade revelada, Como folha que retorna ao chão após a alvorada, E nasce a humildade, serena e fecunda, Ao contemplar a majestade dos espaços sem segunda.
Cada estrela talvez seja um lar resplandecente, Onde pulsa a mesma busca que habita nossa mente, E cada luz distante que cintila sobre o véu noturno, É um convite ao progresso em movimento diuturno.
Assim seguimos todos pela estrada incomensurável, Entre mundos e eras de valor inestimável, Aprendendo que a grandeza não está em dominar, Mas em reconhecer a sabedoria de amar.
E quando a consciência tocar os confins da amplidão, Verá que o Universo inteiro é uma única canção, Cantada pelas galáxias, pelos sóis e pelo infinito, Em louvor ao Criador, eternamente bendito.
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#geeff #cems #espiritismo #pluralidadedosmundos #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #vidaaposamorte

"A vida raramente se revela em clarins. Quase sempre ela se anuncia no canto de um pássaro, na luz de uma janela ou na coragem silenciosa de quem decide levantar-se mais uma vez."

"A alegria raramente é um acontecimento grandioso. Quase sempre é apenas o instante em que uma dor se recolhe. Dar alegria a alguém é oferecer-lhe esse breve repouso onde o espírito respira."

Somos a versão que quase ninguém vê.


Somos o que dizemos sobre os outros quando eles não estão por perto para ouvir. Somos o resultado das batalhas que travamos em silêncio, dentro de nós mesmos.


Somos, muitas vezes, aquilo que criticamos nos outros, mas praticamos às escondidas. Somos um pouco do que as pessoas enxergam em nós, mas também muito do que escondemos do mundo.


Somos os desejos que guardamos por medo de sermos julgados, os sonhos que não confessamos, os gostos que preferimos manter em segredo.


Somos a forma como enfrentamos os nossos próprios conflitos e, ao mesmo tempo, a maneira como julgamos os conflitos alheios.


No fim, somos um conjunto de luzes e sombras, de verdades e contradições. Conhecer quem realmente somos exige coragem, porque a nossa essência nem sempre está naquilo que mostramos, mas principalmente naquilo que fazemos quando ninguém está olhando.

A mente mente. E quase sempre mente sobre você para você.

Pais que educam para agradar quase sempre desagradam o futuro. Pais que educam para o futuro quase sempre desagradam o presente. A diferença entre um e outro chama-se caráter.

“Pais que educam para agradar quase sempre desagradam o futuro.”

O Modus operandi de algumas “igrejas” não contribui em quase nada para uma fé fiel às Escrituras, a Sã doutrina e aos pais da igreja até o terceiro século. Pois algumas dessas “igrejas” fazem apologia a conceitos filosóficos, maniqueísmo, gnosticismo e ideologias impregnadas de conceitos pagãos do cristianismo de Constantino. Nele, que nos chamou para pregar o Evangelho do Reino.⁠

⁠A pregação do Evangelho está quase desaparecendo de alguns púlpitos, os mandamentos da mutualidade não existem mais, a espiritualidade está sumindo de algumas comunidades e uma parcela enorme daquilo que se chama “igreja” está funcionando por meio de entretenimento, performance, efeitos especiais e manipulação das massas via redes sociais.

⁠Muitas empresas da fé que ainda funcionam hoje não têm mais credito algum na sociedade, estão quase que totalmente descartada pela nova geração, elas ainda se sustentam apenas pela força da propaganda, do entretenimento, dos shows, dos artistas e pelas muletas e escoras de coaches que prometem sucesso e riqueza aos seus frequentadores.

⁠No Brasil tem muita celebração de evangélicos e quase nenhuma celebração do Evangelho!

⁠Em tempos de quase nenhuma inteligência intelectual e emocional, quem tem inteligência acima da MÍDIA já deu um salto quântico para não ser manipulado.

Esse nosso sentir
quase profano
de incrível
psicodelia
dos nossos
olhos nus
parecem não mais estar
causando o mesmo efeito.⁠

Já senti tanta dor,
que ela deixou de ser dor,
Virou cicatriz, virou morada.
Hoje, quase nada me abala...
Só o amor, esse ainda dói,
mas só enquanto amor.
Rapidamente vira dor...
E eu não sinto mais nada!

« Jesus morreu por amor a nós.
Paulo morreu por amor a Jesus.
Áquila e Priscila quase morreram por amor a Paulo.


E eu e você?
Morremos pra esse mundo por amor a Deus? »

“Performance ruim quase sempre é sintoma, não causa.”