Quase Morto
Que amor é esse que se faz tão complicado?
Amor insano... quase profano...
amor todo atrapalhado?
Que amor é esse que tira meu chão,
faz bater forte meu coração?
Que amor é esse que aceita amar sem ser amado?
Pensei em tudo. Esvaziei os sentimentos, ou quase isso. Pensei na música e tentei me aprofundar da maneira mais secreta possível.
Minha loucura é boa, mas o caos está querendo acabar, e me diz para abandonar. O que fazer, se não posso desperdiçar isso num mundo tão vazio e solitário como esse?
O medo está me consumindo, e daqui a uns dias minha vida vai se consumar. E nada vai existir, nem os pensamentos soltos e inúteis.
Talvez meu segredo esteja escondido onde nem eu mesma saiba. Talvez isso tudo foi feito para assustar. Talvez os sentimentos não são sentimentos.
Mentir para mim é a forma mais verdadeira de esclarecer esse terror, que anda assombrando minha cabeça, com seus terríveis gritos finos.
O mundo já virou um caos. O mundo está cheio de pessoas vazias.
Vou tratar de não procurar mais nada, além de mim. Vou tentar me achar novamente e encher esse espaço de amor. Mas talvez esse não seja o certo. Não me importo. Se continuar no escuro, vou entender que a luz não foi feita para se procurar, e sim, para sentir e apreciar.
Vivemos na era do descarte, da obsolescência programada
O cultivo da semente quase não existe mais,
O concerto sai mais caro do que o preço da carne nova
Economia emocional é mais que universal
Jogamos nossas coronárias no lixo
Jogamos nossos corpos no ventilador
Fazemos de tudo para não corremos riscos
Despistamos a discussão, não criamos confusão
Nos tornamos ovelhas medrosas, caladas, inimigas
Fracas e nunca crentes em utopias
Preferimos viver de falsos prazeres do que de dores reais
Nos limitamos a fazer somente o facilitado
Mortos, morremos
Obsoletos
Vazios
Efêmeros
Alzheimer infantil
Entupidos de morfina, não sentimos mais nenhuma batida
O amor se esvaiu...
Amigo é quase tudo de bom. Um amigo está conosco onde menos esperamos, tanto nos bons e maus momentos. E quando encontrarmos alguém assim, é preciso dar volta aos miolos, enaltece-lo e sermos afável. Pois, nem todos os dias é que encontramos algo igual.
"Se passando álcool na mão você fica imune a algumas bactérias... Bebendo então você fica quase indestrutível."
Quase tudo que sempre precisei, sempre esteve comigo, o tempo todo estava na minha mente, dependia mais de mim mesmo, do que dos outros, eu só não conseguia compreender o que hoje sou capaz.
12/01/2011 – 12/01/2012 – Um ano de mortes...
Amanhã estará fazendo um ano que quase mil pessoas morreram na Região Serrana do Rio de Janeiro.
Quando acordar lembre-se que muita gente não faz mais isso.
Quando votar lembre-se que o idiota só estar no poder porque um imbecil votou nele.
Afastou-se de mim vagarosamente, quase que de uma forma imperceptível. Deixou-me triste, magoado, com lágrimas nos olhos, ainda acreditando em possibilidades e buscando uma maneira de inverter as coisas. Agora, evita-me, escolhendo caminhos distintos dos meus, fugindo de mim... e o que me resta? Apenas um coração dilacerado pelas ardentes chamas do amor.
Uma nova nota.
Pego uma folha, num bloco quase esquecido.
E começo um novo texto, algo que penso.
Procuro uma nova idéia, num zilhão de pensamentos.
O momento certo, tudo me influência.
Insetos, folhas de arvores, vejo e lembro momentos.
Lembro das pessoas importantes, escritores, pensadores.
Algo que complete o meu novo texto.
Do qual ainda nem mesmo começei a escrever.
Coloquei o papel em cima da mesa, mas a inspiração é pouca.
Entre um cigarro e outro, uma frase.
Vejo que é uma fase, como aquelas que passam.
Mas não passa, nada passa e quando vejo já passou o tempo.
Olho nos olhos, vejo a cara de insonia, e as 3:17 um novo pensamento.
Como o medo é capaz de me tomar o folego.
Medo de não ter do que escrever, de não escrever o que penso.
Medo de pensar e de perder o pensamento a qualquer momento.
Queria eu eternizar, penso.
Eternizar os momentos, eternizar a lembrança.
E então tudo muda.
Numa sensação de ver e viver tudo de novo, talvez um dejavu da minha própria vida.
Esperança, a espera de algo que ainda virá.
Fé, acreditar, falta.
E me falam que eu procuro demais no vazio coisas que nem mesmo sei o que quero encontrar.
Que irei entender quando vivenciar, mas é como vivenciar o que nunca vi antes.
Como aprender algo novo sem nunca ter ouvido falar.
O sol nasce, ainda estou tentando entender o porque de escrever quase nada sobre o agora.
Agora é tão relativo, e quando pensamos no agora já passou o que queriamos mostrar.
Cada segundo deveria ser filmado, gravado na memória.
Mas como pensar em filmar quando você ainda está tentando viver o momento.
Perderia a graça então ver novamente o momento?
Nas várias vezes que vessemos o momento já passaria outro momento, e perderiamos o tempo de fazer algo novo.
Algo como escrever numa folha, num bloco quase esquecido e que nunca mais lembrariamos de ter escrito.
Textos que foram lidos e agora, são ainda momentos a se aprender.
É muito complicado abstrair o que tenta te incomodar... Mas quase sempre a paz interior contribui para isso
"Algumas mulheres" são um ser bastante estranho. Passam a vida quase toda sem querer nada sério com ninguém e quando chegam nos 30 querem cobrar em um momento certas coisas que só podem ser cobradas em no mínimo 10 anos.
Engraçado que amanhã é o dia do Amigo ! vai ser falsidade a solta, quase clima de fim de ano. gente que nem olha na tua cara, mandando uma mensagem que achou na internet .
Livra-nos de tanta hipocrisia . amém *_*
Esses caminhos da enfermagem são diversos. O bom é que as opções agradam a quase todos.
Digo e ja ouvi dizerem que não escolhemos a enfermagem, e sim é ela que nos escolhe... digo isso porque realmente não é uma profissão fácil quando vc se compromete a ser um bom profissional.
Nosso reconhecimento no mercado é bem pequeno. Alguns autores até dizem que a enfermagem entra não como uma profissão, mas sim como uma sub-profissão. Isso porque nossa história está diretamente ligada à prática médica. Sempre fomos os auxiliares dos médicos e essa cultura ainda é bem forte. Em alguns serviços, mesmo com a distinção entre técnicos, auxiliares e os enfermeiros de fato, desempenhamos sim um papel submisso ao médico, detentor do poder e do maior conhecimento.
Isso para alguns é uma tortura quase insuportável, para outros não passa de um detalhe de "lutas de ego".
Outro lado não tão empolgante é o "reconhecimento" financeiro. A enfermagem ganha muito mal comparado à outras profissões do segmento.
Contudo quando se escolhe a profissão com uma visão além-material, além-ego, além-eu e sim com a visão no outro aí a história muda. Vejo uma oportunidade incrível de desenvolver a arte do cuidar, do amar, do se importar.
É na profissão que vejo a oportunidade de desenvolver a humanidade que nos é a essencia, muitas vezes escondida e esquecida. O outro, ou os outros mais de 8 bilhões espalhados pelo mundo merecem nosso olhar, nossa atenção. Somos seres dotados de amor e isso nos proporciona a oportunidade de nos entregar ao outro. Acho que é por isso que admiro tanto o 'Enfermeiro', pois vemos no trabalho deles toda essa humanidade acima citada. Todo esse amor, essa atenção ao outro.
