Quase
"Quase nunca me fio nos primeiros pensamentos que me vêm à mente.René Descartes
Positivo, temos que elaborar melhor (analisar), para então, colocarmos em prática.
Quem foi ele
Ele foi o amor
Que no fim, me causou dor
Foi o quase
Que me encantou
E o fim
Sem vontade de desistir
Mais, se existir dor
Não é pra ser amor
O amor não desgastar
E ele desgastava
O amor é feliz
E eu já tava sendo infeliz
Mesmo querendo felicidade
O amor é incrível
E ele já não tava sendo incrível
O amor dele era alegria
E no fim, foi apenas
Parte de uma poesia
E quem sabe no fim
Talvez seremos só amigos
Ou talvez só conhecidos.
SOMOS PEDAÇOS DE QUASE TUDO QUE EXISTE NA TERRA
É preciso observar atentamente os contrastes e conflitos de cada um de nós para compreendermos como somos multipedaços de quase tudo que existe na Terra. Vivemos constantemente em transformações sendo agentes do ocaso, do acaso e do caos. Não observamos tudo de imediato e simultaneamente, mas podemos ver muito mais do que se percebe e se acredita através do nosso cotidiano existencial de que somos um animal imperfeito, mas um animal especial dotado de razão, inteligência, reflexão, com capacidade de pensar sobre um modo inteiramente diferente que as outras espécies de animais.
Nenhuma ciência, filosofia, religião ou qualquer outro campo do conhecimento é capaz de definir a profundidade e complexidade da existência humana. Somos, de fato, compostos por elementos que se encontram em toda a Terra e no universo. Nossa capacidade de transformação e adaptação é notável, e isso nos torna agentes tanto do acaso, do ocaso e do caos.
Embora não possamos observar tudo de imediato e simultaneamente, nossa percepção e entendimento do mundo ao nosso redor são ampliados pela nossa capacidade de reflexão e raciocínio. Como seres humanos, somos imperfeitos, mas essa imperfeição é parte do que nos torna únicos e especiais. Nossa inteligência e habilidade de pensar de maneira complexa e abstrata nos diferenciam de outras espécies.
Tudo na espécie humana é múltiplo, fragmentado, não podendo haver certeza, objetividade, segurança, mas espectros específicos em relação às definições, às ideias que mostram em permanente mudança as maneiras próximas de se apropriar da coisa-homem. E os saberes se constituem e têm uma história de contrapontos em uma série de opostos irreconciliáveis sobre os seres que somos.
A espécie humana é, de fato, marcada pela multiplicidade e fragmentação. Nossa existência é composta por uma infinidade de experiências, perspectivas e contextos que tornam impossível alcançar uma certeza absoluta ou uma objetividade completa. Em vez disso, navegamos por espectros de entendimento e interpretação que estão em constante mudança quanto, por exemplos, os tópicos descritos abaixo.
Cada indivíduo possui uma história única, moldada por suas vivências, cultura, educação e ambiente. Isso resulta em uma vasta gama de perspectivas e interpretações sobre fragmentação, multiplicidade, diversidade de experiências. O conhecimento humano dividido em inúmeras disciplinas e subdisciplinas, cada uma com suas próprias metodologias e paradigmas, reflete a complexidade do mundo e a nossa tentativa de compreendê-lo nos leva à subjetividade, e consequentemente, à incerteza. Subjetivamente, nossas percepções e interpretações são influenciadas por nossos valores, emoções e contextos pessoais. Isso significa que duas pessoas podem ter visões completamente diferentes sobre o mesmo fenômeno. Relativamente à incerteza, a ciência e a filosofia nos mostram que nossas certezas são temporárias, portanto, sujeitas à revisão. Novas descobertas e ideias estão em permanente renovação do nosso entendimento sobre o que é velho e novo, enquanto o velho ainda não é arcaico.
Concluindo, as definições e ideias sobre o que significa ser humano estão em constante evolução. Questões como identidade, gênero, e ética são reavaliadas à luz de novos conhecimentos e contextos sociais e a maneira como nos aproximamos e nos apropriamos do conceito de humanidade é dinâmica. Utilizamos a arte, a ciência, a filosofia e outros campos do conhecimento para explorar e redefinir o que significa ser humano. E essa complexidade e dinamismo são o que tornam a experiência humana tão rica e fascinante.
Na vida quase tudo não passa de mera ilusão; a única concretude é a presença de Deus nos mostrando a direção exata da Salvação.
O SER HUMANO Não CONSEGUE DESPERTAR Por ESTAR
CONDICIONADO, QUASE DOMESTICADO!MAIS DE 80% De Buscas NA INTERNET é ENTRETENIMENTO. "VAMOS Rir De NŐS MESMOS"... Entre UM Intervalo E
OUTRO DA SÉRIE DO FILME, A DOR Surge E SE FAZ Presente NA SUA TELA Mental. QUE Continua Atormenta-lo POR TODA A VIDA.
Deitada na minha cama,
Lembro das noites quentes, quase esquecidas.
Eu só queria te ver sorrindo, pelo menos uma vez.
Eu só quero ser uma espécie de amigo, menina.
Seria melhor você abrir sua mente,
E me deixar te guiar.
Você é a única que me faz sentir
Tão real e feliz.
Oh! O que eu devo fazer, minha pequena?
Porque estou tão viciado em você, no amor e na paixão.
Oh! O que eu devo fazer?
Oh! O que eu devo fazer, me diga, minha pequena?
Por que você faz isso comigo, menina?
Você se lembra dos momentos que passamos juntos?
Menina…
E então descobri que você nunca me amou,
Seu amor pertencia a outras pessoa.
Só falei do tempo
Não sabia que era adeus,
Nem mesmo despedida,
Como quase nunca se sabe,
O adeus nunca te avisa.
Então falei só sobre o tempo,
Do dia da chuva de vento.
Só falei sobre o tempo,
Do ocupado momento.
Falei e falei do tempo,
De como o tempo passa.
Apontei as nuvens do tempo
Da janela da sua casa.
Não sabia que era adeus,
Não sabia que era despedida,
Então falei o de sempre
Como sempre a gente fazia
Falei do tempo todo o tempo,
Não lembrei de me desculpar
Pela caneca que quebrei
E por tanto te fazer chorar.
Hoje, falar do tempo dá saudade,
Fantasias da minha idade.
Deveríamos, sim, ser imortais,
Para que nunca houvesse adeus de verdade.
Eu sei que é difícil reconhecer o treinamento quando estamos mergulhados no oceano, quase nos afogando. Mas a cada emoção que enfrentamos, nos tornamos mais fortes.
Após vivenciar a perda de alguém querido, o medo de perder a próxima pessoa se torna quase inevitável, porque o luto, com toda a sua intensidade devastadora, nos ensina o quanto somos vulneráveis. Esse medo cresce silenciosamente, como uma sombra que acompanha cada relacionamento, porque o sofrimento causado pela ausência é profundo demais, dilacerante. A dor do luto nos faz perceber que, quando alguém se vai, levamos muito tempo para nos recompor, e essa fragilidade emocional nos faz temer constantemente a possibilidade de reviver essa experiência dolorosa. O medo transforma nossa percepção, criando um estado de alerta, onde cada vínculo parece cercado pela incerteza e pelo pavor da perda.
DIALÉTICA
Eu, tão insolente,
Quase insólito.
Você, ali, evidente.
Ângulo, cortês.
Teses a mim!
Em síntese,
Pises de mansinho
Pode estar meu
Coração.
Quando eu peço ajuda a alguém, é quando nada posso fazer. Quase sempre eu me curo sozinha. Já me decepcionaram demais e eu sempre percebo que a única pessoa que posso realmente confiar, sou eu mesma. Fugir não é sempre ruim, às vezes me faz mais forte.
A escuridão me chama, perdi minha luz há anos e já quase perdi minha alma, mas n importa o quanto tente, nunca perdi a vida...
Mas já perdi amor, família e amigos, e sempre estou errando mais e mais. Desculpa por n estar aguentando mais a vida 🖤
O Refúgio do Agora
Há uma arte esquecida, quase secreta, no turbilhão de nossos dias – a arte de pausar a mente e simplesmente ser. Em um mundo que se move em ritmo frenético, onde o passado é uma sombra que persegue e o futuro uma tempestade no horizonte, existe a sublime graça de viver no presente.
Não é uma fuga, mas uma redescoberta, um retorno ao núcleo da existência, onde o passado, com suas palavras não ditas e amores não revelados, perde seu poder de afligir. Na quietude do agora, o "eu te amo" não dito se transforma em uma promessa para o momento seguinte, e os arrependimentos se dissolvem na luz da consciência presente.
As ansiedades, medos do escuro, preocupações sobre a pobreza, a doença, as guerras e a miséria – todos eles têm seu tempo e lugar, mas não precisam ser os senhores de nossos pensamentos. Há uma fortaleza dentro de cada um, um santuário interno onde podemos nos refugiar e observar o caos do mundo como uma tempestade vista de uma janela segura.
Flutuar acima das turbulências da vida é um ato de rebelião sutil. É encontrar paz na respiração, um ritmo constante que nos lembra da vida pulsando dentro de nós. É na meditação, nesse encontro silencioso consigo mesmo, que descobrimos a serenidade. Como disse um sábio, "a paz não é a ausência de caos, mas a presença de equilíbrio".
E a leitura, ah, a leitura é o bálsamo para as almas inquietas. Cada livro é uma janela para outro mundo, uma fuga, um refúgio, uma lição. Com um bom livro e uma xícara de café, sentados confortavelmente enquanto as notas suaves de um jazz ou as harmonias complexas de Bach preenchem o ar, encontramos um tipo de contentamento que é quase celestial.
Neste refúgio, os problemas do mundo parecem distantes. Não que sejamos indiferentes a eles, mas porque aprendemos a arte de não permitir que nos consumam. Conhecemos a maldade e a ignorância do mundo, mas escolhemos não permitir que envenenem nossos corações.
Em suma, é na capacidade de estar plenamente presente, de se apossar do momento atual, que encontramos nossa maior força. É um estado de ser onde cada respiração é uma afirmação da vida, cada batida do coração uma melodia de resistência contra o caos do mundo. No refúgio do agora, somos verdadeiramente livres.
Acho quase impossível existir alguém nesse mundo que não tenha alguma coisa a ensinar, algo diariamente a aprender, alguém querido para lembrar e muita coisa para esquecer.
Perco o rumo quase
Por tentar entender
Como te perdi sem nunca te ter
