Quanto Vale um Abraco
Um Gerenciamento de Riscos de Ocupacionais que não está preparado para o erro humano, tende ao fracasso. Uma vez que os processos são operados por pessoas e pessoas comentem erros.
Um dia o homem
Foi a lua
Era de noite
Levou flores,
Levou taças...
Contou para o mundo
Inteiro....
E a lua completamente
Nua estava minguante
Não cabia tanta gente
O homem era poeta!
(um mentiroso na presidência)
a derrocada final
do quase indômito menino
chamado Brasil...
Vencido...
Vencido por pessoas
Vencido por pessoas hipócritas
Que dizem defender a pátria
Que fingem defender a família
Que nunca conheceram Deus
pobre Brasil
nas mãos dos filhos seus..
vejo um lindo por do sol, vejo uma linda petola daquela rosa a evermelhada cheia de espinhos, quem sou eu para jogá-la? Uma rosa sem espinhos? Um lindo por do sol? Não, sou apenas uma pequena flor esperando o renascente do sol renascer outra vez🥀☘️...
O impulso de formas biológicas em atribuir a criação do universo a um ser onipotente é muito curioso. Na escala subnuclear é bem natural para flutuações quânticas criar matéria e energia onde nada existe!!!
Irancop Silva
Um covarde, por definição, é aquele carniça que dá o tapa e esconde a mão, a mesma mão que, um dia, usou para afagar o ombro daquele que, hoje, ele malha covardemente, sem dó, com seu libambo.
Se você pedir para um executivo falar sobre as iniciativas do seu negócio em 45 minutos, mais de oito em cada dez deles não mencionarão treinamento. Eles falam sobre o investimento no novo software. Mas se eu tivesse que escolher, colocaria meu dinheiro em treinamento e desenvolvimento de pessoas.
Por que esse som de primavera persegue você? Me deixe sozinha e floresça em um rio distante.
-renascimento sob a escuridão
Como uma célula louca, que se volta contra o próprio corpo, se tornando um câncer,
Assim é o homem que agride a natureza, sem dar-se conta que ele está contido nela.
"O preço da lágrima".
Um líquido valioso, estampada no semblante, no riso, na dor tenebrosa massante, no processo doloroso, quanto custa a lágrima, 1% água, 99% sentimento, pouco vezes fugaz e vaga, maior parte muito sofrimento, redigir uma redação do significado, é viajar com precisão, uma psicologia de quem tem coração, quanto dilema, tantas vertentes, fragmentos, tantos que pela experiência, que nada sei, ela vem, nao eacolhe endereço, a lágrima, a dor, a lágrima e seu preço.
Giovane Silva Santos.
10/09/2022 17:56hs.
Deus abençoe a todos.
Quartzo humano
É como um mar
capaz de vitimar
mesmo sem saber nadar
eu vou-me aventurar
Entre sobreviver e viver
hei-de arriscar
com determinação e vitalidade
irei triunfar
Não descansarei
não repousarei
não adiarei
E te encontrarei
E finalmente te encontrar
Será esplêndido
poder novamente respirar.
Óh meu Quartzo Citrino
Instantaneamente tatuei-te
apelei-te, amei-te e procurei-te.
Beber-te com meus olhos mansamente
Embarquei em tua mente
como alguém que escondesse.
Óh sentimento sem idade
Nota - Sentimentos de um coração não compreendido
Quando eu digo que te amo, que te quero, não é da boca pra fora, não é por comodismo, não é por satisfação com qualquer tipo de situação, boa ou ruim. Quando digo que te amo, realmente é algo que sai do fundo dos meus sentimentos, da minha essência, do meu eu.
Me entristece ter que escutar que não estou fazendo o certo, o suficiente, o capaz para te agradar, não, não é uma nota de vitimismo, mas é o que eu sinto, que existe uma cobrança para ser alguém que o tempo não me permite ser. Hoje já sou um adulto, por mais que sustentado pelos meus pais, já tenho compromissos que não podem ser ignorados com qualquer facilidade ou jeito. É muito complicado, principalmente escutar um tipo de reclamação diferente, mas do mesmo aspecto, a cada dia.
Quando digo que você tem reclamado mais que o normal, digo que sinto minha paz sendo afetada. Como te disse, em todo instante que não estou ocupado, estou falando com você, te ligando, conversando, mas a rotina não permite que esse tempo exista com a frequência que existia antes...
Eu não quero mais problemas na minha vida, sou uma pessoa que evita todo tipo de encrenca, todo tipo de confusão, estar em paz com você é como estar no paraíso, por isso eu me mantenho tão feliz, mas o contrário é extremamente doloroso. Se tornou uma cobrança que eu faço para mim mesmo, algo dentro de mim me alertando que já passei muito tempo sem falar com você e sinto medo de brigarmos por isso.
Quero um relacionamento pacífico, comigo te amando e você me amando, sentindo o calor do outro, sentindo o desejo do outro, realizando todos os nossos sonhos, mas, no momento atual da minha vida, eu estou fazendo o meu melhor, tudo que eu posso, tudo que eu não posso, faço de tudo por você, já provei e provaria quantas vezes fossem necessárias.
Não existe uma pessoa que me conheça melhor que você. Não existe mesmo, você sabe quando estou triste, quando estou feliz, quando estou preocupado ou tranquilo. Enfim, você conhece cada centímetro do meu eu, interno e externo. Não gosto dessa frequência de discussões, de brigas, de confusões... minhas noites tem sido em claro, com certa dificuldade para dormir com medo da situação se alarmar da sua parte e já não aguentar a minha pessoa...
Terminar nunca esteve nos meus planos e nem estará, isso é uma garantia que eu tenho comigo mesmo que nem preciso ficar demonstrando para você, mas se for preciso, repetirei quantas vezes precisar, meu amor.
- Nota escrita com All Around Me em Background sound.
Eu planejo um futuro incerto
Coisas que não se realizarão
Todos os motivos de esperança
Acaba destruindo meu coração
O amor aos inimigos é uma atitude consciente, esse amor não é um sentimento é fruto de racionalidade baseada na moral Cristã, na ética do Evangelho.
Era sempre com um sorriso simpático que os crocodilos
nos aguardavam para um "papinho amigo". Nunca quis
estreitar os laços de amizade com eles, e é por essa razão
que estou aqui contando a história...
Ósculos e amplexos,
Marcial
NOSSA VIDA EM KINSHASA
Marcial Salaverry
Pode-se dizer que Kinshasa era uma cidade moderna, com tudo que pode ter em uma cidade moderna. Peço não esquecerem que vou dar uma visão da cidade e da vida que levávamos lá, há 50 anos atrás. Como está hoje, não tenho muita idéia, pois as coisas mudaram muito.
Na época, a vida social em Kinshasa era intensa. Como já tive oportunidade de dizer, os diversos núcleos europeus que lá existiam levavam uma vida meio segregacionista, não se misturando muito. Os núcleos maiores eram logicamente os belgas e os portugueses que, aliás, não se afinavam muito.
Havia também um grande número de gregos, paquistaneses, americanos, franceses e, em menor número, italianos, espanhóis, dinamarqueses (maioria eram as enfermeiras dinamarquesas). E em meio a essa Torre de Babel, alguns brasileiros doidos.
O interessante é que quase não havia mistura. As escolas eram separadas (por questão linguística e de afinidades, meus filhos estudaram na Escola Portuguesa).
Até mesmo para diversão, cada colônia tinha suas preferências e se concentravam mais em determinados clubes ou boates. Havia o "Manhattan Club", mais frequentado pelos portugueses, e era o mais movimentado. Já os belgas, preferiam o "Scotch Club". Claro que ambos eram frequentados por pessoas de todas as colônias lá existentes, e apenas os jovens que se discriminavam com um pouco mais de ênfase, principalmente em casos de "paqueras internacionais". Embora surgissem pequenas rusgas, geralmente tudo era levado a bom termo.
A princípio estranhava um pouco essa "separação", acostumado que estava com a mistura que sempre existiu no Brasil, mas logo me acostumei, e por ser brasileiro, circulava entre todas as colônias sem qualquer problema. Mesmo entre os sempre elitistas norte-americanos.
Para o chamado lazer familiar, havia uma grande variedade de locais e recantos, alguns paradisíacos, vamos falar um pouco de cada um deles, pois vale a pena. Afinal, já dizia uma velha música, "Recordar é viver"...
Lac Ma Valée, trata-se de um lago, situado a alguns quilômetros de Kinshasa. Para chegar-se lá, era necessária uma boa dose de vontade de chegar, pois a estrada tinha um grande trecho "tipicamente congolês". Valia a pena o sacrifício, pois o local era lindo demais. Muito verde, natureza quase intocada. Água clara, limpa, podia-se pescar deliciosos "capitães" (não, claro que não eram do exército. É um peixe chamado "capitão"). Um local adequado para churrascos. Geralmente formávamos um grupo para ir lá. Ruy, Lucy e Stella Hasson, Eneida e Luigi e os Tornero. Na volta, fim da tarde, parada obrigatória na "Boulangerie du Parc N'Binza". Uma confeitaria no meio da estrada, mas onde quase todos se reuniam nos fins de semana, para saborear os melhores doces portugueses que já comi em minha vida. Coisa de louco mesmo. Vidinha difícil e sacrificada...
Les Chuttes, ou seja, "quedas". Um trecho do Rio Congo, que formava umas corredeiras de um visual muito bonito. Era um local mais adequado para passeios curtos, tipo depois da piscina, com o intuito de "esticar" a tarde. A água apesar de convidativa não nos atraia, devido à possível presença de nossos queridos amiguinhos crocodilos. Não tinha qualquer interesse em estreitar os laços de amizade.
Esses os locais que mais marcaram. Havia outros, como os jardins do Palácio do Governo, situado na colina "de l'OUA (Organization de l'Unité Africaine)". Numa de suas muitas crises de megalomania, o Presidente Mobutu resolveu fazer uma réplica dos famosos Jardins de Versalhes. Ficou realmente um jardim muito bonito, de uma manutenção cara demais para os padrões congoleses (onde será que já vi isso?) e que enchia os olhos dos visitantes estrangeiros, mas que deixava o povo se roendo de raiva. Fazer o que? Parece que o poder sempre mexe com a cabeça dos pobres mortais. E Mobutu nunca foi uma exceção, muito pelo contrário.
E, finalmente, os clubes sociais, com suas piscinas e quadras para prática de diversas modalidades esportivas. Enfim, o que não faltava eram opções de lazer. Havia para todos os gostos. Do que sentíamos muita falta, era de cinemas, pois os poucos existentes, além de desconfortáveis ao extremo, ainda tinham um som péssimo. Um dos únicos filmes que consegui assistir, foi o comemorativo da Copa de 70. Valeu a pena o sacrifício.
Outro passatempo muito "praticado", era o passeio aos "Libre Service" (shopping da época). Como sempre havia falta de muita coisa lá, esse era um "passeio" necessário, pois existia a necessidade de ver-se as novidades, comprando o que, e quando surgisse. Geralmente tínhamos o serviço de informações, sempre que surgia alguma coisa interessante, um avisava o outro, e lá ia a procissão...
Havia também o chamado "Mercado do Marfim", onde podia-se comprar lindas peças de marfim entalhado, cujo comércio aliás, era ilegal, mas praticado às claras (continuo achando um quê de familiar...) Nesse "Marché du Ivoire", encontrávamos também magníficos trabalhos em madeira, bem como telas preciosas, e sobre o trabalho dos artistas, sejam os pintores, escultores, há que se dedicar uma atenção especial, o que será feito em capitulo à parte pois, realmente é algo digno de nota. Podem aguardar.
Relembrando as coisas lá vividas, posso asseverar que foi um experiência de vida muito válida, e que me faz procurar ao máximo bem aproveitar a oportunidade e procurar fazer de cada dia, sempre UM LINDO DIA, vivendo "um dia de cada vez", pensamento que sempre tive lá, e me ajudou a viver e sobreviver para poder contar a história...
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