Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Não importa quanto tempo demore. O castelo dos sonhos pode ser reconstruído quantas vezes se achar necessário!
"Ela é tão bela e fascinante quanto as fases da lua .
Ela é princesa ou é rainha ou é uma Dama ? Não importa qual ela seja, sim que ela tem o seu valor
Menina ou mulher deixa dúvidas a qualquer um a que a deseja
De uma coisa eu sei e tenho a certeza ela é tão bela que nem mesmos as palavras fascinantes é capaz de descreve- la" !
Se a gente soubesse o quanto o batido de nossas asas assopram o coração de alguém, seríamos todos borboletas.
Quero um amor vivo como o fogo e não morto e sólido quanto gelo, se água da vida, o fogo é a magia que a motiva a viver.
Sou muito tua.
Tão tua q não sei quanto ainda me pertenço
Vc sorri com os olhos
E meu coração quase me mata
Aquele sorriso tímido que transborda tanto amor e sensibilidade
Que me faz mergulhar nesse oceano de mistérios e encantamento que é vc.
Quanto maior a distância do objeto consagrado, maior a sua percepção de perfeição. As imperfeições mais sutis se revelam na convivência ou na observação demorada dos seres.
Não sei por quanto tempo ainda versarei
Nem se esta é a melhor versão de mim
Só sei que verso, nesta ou noutra versão
Foi, e sempre será assim.
BMelo✍🏼
O dedo na rama e o sol na cama:
quanto vale o dia de quem ama?,
quanto? passá-lo em sua faina de
amor lado a lado, moita, mão, e
o sol derramado?
Filho,
não importa quanto o tempo passe, é o abraço que conforta, o beijo que alegra, o cheiro que acalma, é o coração e o ar de uma mãe!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
“Se não dissermos nossas intenções e o quanto estamos dispostos, a relação estará fadada ao óbvio – o afeto ordinário. Porém, se fizemos de forma translúcida e declarada, as portas do amor estarão escancaradas para a descoberta infinita”
A ciência desde fim dos anos 90 quanto fazia o curso superior já não trata o homo sapiens como evolução dos demais homo e sim como povos humanos diferentes, o sapiens sobreviveu os demais não. Existem hoje vários estudos na biologia sobre os motivos, mas também estudos arqueológicos com subsídios antropológicos.
“Quando conquistamos algo, não é o QUANTO e sim o COMO conquistamos. Porque o importante é o MÉRITO da conquista”
