Quando Morremos Sorrimos
TECENDO O SABER!
O amor nasce da admiração e quando perdemos, este belíssimo sentimento também vai se embora. CLARIANO DA SILVA (2017).
Esta mentalidade tem que findar, quando se fala em direito autoral no Brasil exclui ou esquece das artes plasticas e visuais. Assim como o mercado de arte, deve abandonar a falsa ideia que os herdeiros dos artistas são oportunistas e aproveitadores quando exercem seus direitos legais e constitucionais.
..."A paciência só é uma virtude quando a ferrugem da inércia não corrói a atitude." ... Ricardo Fischer.
"A tristeza machuca, machuca derepente, derepente é quando você mas sente, por que felizes estávamos."
Quando você começar a ver as coisas boas da vida e não as coisas ruins, sua vida terá outra perspectiva.
TECENDO O SABER
Quando somos indiferentes uns com os outros, a vida se apequena além de torná-la sem sentido. CLARIANO DA SILVA (2018).
Na hipocrisia mundana, quando um alta classe precisa,muitos correm para ajudar,mas quando é de classe baixa,muitos se escondem.
Quando não obedecemos ou nos rebelamos contra nossos líderes, estamos bloqueando o processo de cura, libertação e ajuste de caráter.
Ninguém vai lhe perdoar suas faltas todas as vezes. Quando se encherem de você, tchau e pronto. Tudo tem limite.
Não é tão difícil tornar-se um curador, principalmente quando curar significa você primeiro. Procure e tente.
Hoje vejo muitas pessoas pelas costas, pois na caminhada da vida, estão muito a minha frente. Quando eu estiver lá, vou olhar para trás e dizer: “ Vem que você consegue! ”
Os seus conselhos só irar ser válidos quando forem ultilizados por vc mesmo. Fora isso não passar de palavras que supostamente terá um bom benefício!
O inverno chega
E eu ainda não me esqueci de você
Quando sento ao seu lado no frio agoniante
Acabo por remoer memórias já enterradas
E construo túmulos no formato de casas
Para abrigá-las novamente junto de ti
Pergunto a mim mesmo se temo a morte
Como você temia a deus e ao ser humano
A primavera chega
Trazendo consigo a esperança
Sentei na beirada do trem
E abri buracos em minha cabeça
Todo o conteúdo do meu cérebro se espalha
Por favor, dê isso a ela
E tire-a desse sono que não acaba
Para que ela possa ter mais um dia ao meu lado
