Quando Morre Alguém que Amamos
A vida é uma historinha bonitinha, em que todo mundo morre no final.
Morre quem falou bem, morre também quem falou mal.
Por que ligar pra tudo isso, então?
O motivo que faz a diferença, mais do que muita gente pensa
É que a viagem não termina aqui, onde tudo está de passagem
O que diferencia tudo, na verdade
É que algumas pessoas viveram com dignidade
Outras não.
Baila, tempo.
Corre pra longe
Morre em outra dimensão
Vai lá, nos confins da última madrugada
Mostra o nada que são nossas vidas
E depois volta pra cá
Vem mais depressa que a luz
E depois nos entrega
A cada qual nossa cruz
A cada mal que se oculta
Em cada bem que carrega
Vem pra perto e se desfia
Desfila o nada bem diante dos nossos olhos
Nossos duros e imaturos corações
Quem sabe, assim que se enxerga
O quanto é incauto quem te desafia
Cada qual com sua bússola insular
Que faz perder, que desnorteia
Às vezes um soar de sino
Anunciando o sândalo da noite
Tu, que és tão forte, que derrete a neve
De sorte que cada segundo passa a ser tão breve
Leva contigo a marca da idade deste mundo
Só tu tens lugar no sem fim
Desembarca, tempo
Conta pra nós nossas vidas
E baila e dança e não descansa e depois volta
Vai lá, tempo velho e nos desaponta
Desponta lá no longe
Afronta esse universo e cada estrela sem porteira
Sem eira nem beira e tribeira e tão rico e tão leve
Livre, como o sol da primeira manhã
Tão forte, que move o moinho que mata a fome
Não negue que mata o homem que mata a morte
Leva minha vida nas mãos
Vai, que eu fico igual a todos
Entregue à própria sorte.
Edson Ricardo Paiva.
Edson Ricardo Paiva
Um pai morre um pouquinho a cada tropeço de um dos filhos (as) e renasce a cada conquista de um deles.
Cenografia: o cenário nasce nos primeiros quinze dias, e morre, num tédio visual, em menos de alguns meses.
Lembre-se a sua alma não morre!
O seu corpo desce a sepultura e se desfaz na terra, e só existem dois lugares para alma, gozo eterno, ou sofrimento eterno, a escolha é sua.
Quem ousa perder, é quem mais ganha,
Quem morre pra si, vive com alma tamanha.
E embora o caminho certo pareça doído,
É nele que se encontra o sentido perdido.
Muita gente morre hoje
Por conta de um mal mundial
Poucos falam das coisas boas
De vitórias, nascimentos e tal
Um dia as lágrimas secam, sua leveza morre e tudo que resta são espinhos a lhe rasgar a alma. Nesse momento, a única forma de se resguardar é matar também os sentimentos e transformar o coração em uma pedra de gelo.
O ser histórico do bem e do mal dificilmente morre pois com tempo parte de sua doutrina mesmo que adaptada ou distorcida reaparece por meio de seus seguidores, aproveitadores e admiradores.
Existi uma lei que é bem simples de se enteder: tudo na vida nasce, cresce e morre...
Realmente nascemos para vida, crescemos fisicamente, mas esquecemos de crescer interiomente e acabamos perdendo oportunidades que a vida nos dâ e quando chegamos no fim não teremos do que nos gloriarmos!!!
A amizade é um amor que nunca morre, se no início fizermos dela como uma semente que pode ser plantada em terra fértil, que se for regada, adubada e cultivada com todas as benesses necessárias, germinará, dará flores e frutos, de um jeito tão marcante, que nunca morrerá.
De nada vai adiantar falar em amizade, se queremos apenas ter amigos, e não ser amigos.
Ser amigo é estar juntos, ainda que separados fisicamente, é preocupar-se com o outro, é arrumar uma forma de se falarem, de se ajudarem e não emitir nenhuma cobrança por isso, mas fazer, pelo simples fato de saber quem é quem.
Na amizade verdadeira não há imposições, porque já se conhecem os limites do outro, não há julgamentos, porque já se sabe que ninguém é dono da verdade e acredita-se que depreciar um amigo pode causar danos irreparáveis, deixando cicatrizes profundas.
Na amizade verdadeira não existe egoísmo. Não se faz um amigo por puro interesse, para satisfação e realização de seus desejos e necessidades, pois seria uma estupidez querer colher frutos de uma árvore que não se plantou.
Na amizade verdadeira não se dá ênfase a conflitos e divergências. Quando existe diferença de valores, crenças e credos, não há discordância, pois não existem debates, não há persuasão, porque há o respeito e a tolerância e, sobretudo, sabe-se que amizade é para ser preservada e opinião respeitada.
A amizade se torna real e se eterniza quando consegue ultrapassar e superar todas as barreiras que o ser humano, imperfeito como é, consegue colocar.
É quando ela se expande e cria laços, deixando impresso no coração um do outro toda a reciprocidade que existe nessa relação, compreendendo que cada um é livre para percorrer seu caminho, sabendo que, na hora da necessidade, cada um saberá desempenhar o seu papel de amigo com toda a empatia, amor e benevolência.
Amizade verdadeira a gente reconhece, ela nos conecta ao coração, não importando as latitudes e as longitudes. O que importa são as atitudes generosas disponibilizadas para que esse relacionamento perpetue, estabilizando-se com o tempo.
A amizade verdadeira não exige que sejamos inseparáveis, mas que, quando separamos, continue tudo igual, e quando sentimos a dor da ausência do amigo distante, ele aparece e fica ao alcance de nossos braços e abraços nos fazendo sorrir, trazendo à tona toda a essência desse prodígio, ressaltando a grandeza dessa amizade envolvida na nobreza e sabedoria, nascida e cultivada na vivência do bem-querer e respeito mútuo, compartilhada vida fora.
Verdadeiras amizades devem ser cultuadas e celebradas a qualquer momento como uma raridade.
Valorize suas amizades e seus melhores amigos, faça disso um grande acontecimento, então ela será um amor que nunca morrerá.
A gente não morre quando deixamos de existir fisicamente.
Mas sim quando sentimos que não somos mais importante por quem amamos.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
O pior do pro ser humano não quando ele morre.
Mas sim quando ele deixa o coração falece.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
"Morre o cão acabou a raiva. Assim é também nossa CARNE quando é governada no Espirito. Mansidão reinando."
—By Coelhinha
Morre-se de tudo e de qualquer coisa. Para morrer, aliás, basta estar vivo – assegura o dito popular. Mas a gente vai vivendo, vai insistindo em, apesar de tantos perigos, porque a vida vale muito a pena ser vivida.
Viver é o verbo mais gostoso de conjugar. Mais que verbo, é uma experiência. Mais que experiência, é uma aventura. Mais que aventura, é um milagre. Enfim, é uma arte – mistura de dom com (boa) vontade.
Porque a vida nos dá a oportunidade de fazermos coisas e, assim, de fazermos a nós mesmos. Mais e sempre, até o momento derradeiro... quando, normalmente, já deu tempo de fazermos uma porção de coisas – mais boas que más, de preferência, de sorte que a morte pode chegar, na surdina, e levar o que temos de mais precioso: a vida.
Quanta ilusão! A morte, na verdade, só abate uma parte ou uma terça parte de nós, porque, durante seu curso, a vida teve tempo de sobra para ramificar, de modo que, ao final, ficam os ramos que espalhamos por aí, contra os quais a morte não pode nada. Ramos de amizade, saudade, amor, hereditariedade, boa ação, bondade, alegria e família, contra os quais – repito – a morte pode muito pouco.
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