Puro
"Pode deboche nenhum apagar a luz de quem tem o coração puro e a consciência tranquila de estar fazendo a coisa certa pelo caminho da honestidade."
"Quem tem o coração puro e acorda cedo para vencer honestamente vale muito mais do que quem precisa diminuir os outros para tentar provar algum valor."
"Quem critica uma pessoa humilde de coração puro, que só quer fazer o certo, está cometendo um erro muito maior do que qualquer limitação que tenta ridicularizar."
Que o mais puro azeite que existe nos céus e na terra faça pousada em sua casa hoje e para todo sempre. Amém!
O Verso Puro do Coração
Um poema de amor, um sopro, uma canção,
Versinho singelo, com toda a pureza do meu coração.
É a paixão que pulsa, a verdade que se revela,
É a música, a canção mais bela.
Não é só um poema, é a melodia ardente,
Que a tua essência despertou em mim, de repente.
Tu és o acorde, a rima, o refrão...
A doce melodia é a eterna paixão .
Em ti encontro o fogo, a ternura, a calma, as doideiras ,as loucuras e a Paz,
O encaixe perfeito, o abrigo para a alma.
E nada mais 😔😢
AlexsanderNascimento
Na calada da noite,te grito,te exclamo,te almejo!
Meu singelo e mais puro desejo!
Tú és a minha vida,a minha sina,o meu destino... O anjo que Deus me enviou,como abrigo;
Amante de minha alma,sem sua presença, não sei viver,sem ti é igual morrer!
Saudades de você!!!
- Izadora Hoffmann
Toco o céu com a mão
Com tanta inspiração...,
E tão puro contentamento
Vou ao sabor do vento
Em busca de alento...
Alma forte como [ventania,
Assim é a alma austríaca.
Alma leve que rodopia...,
Ao som da valsa é [alegria.
Artesã da palavra poética,
Filósofa do tempo poema,
Amante de vida em expansão,
Escrevendo a poesia própria,
Cheia de paixão e sentimento.
Alma forte tão [alpina,
Assim é a alma austríaca,
Alma doce que fascina...,
De um acorde que [harmoniza.
Sabe ser feliz ao seu jeito,
Como poesia que [valsa
Talvez não tão perfeito,
Mas amor não faz [falta].
Mesmo que digam
que não exista,
Todo mundo precisa
de um amor puro
com sabor de fruta
fresca colhida
depois da chuva.
Suri Sicuri
Oruro vem dançante
Extasiante
...
Vem com tudo
Wititis por Oruro
É amor puro
...
Ah, Sampoñaris!
Por Oruro não pares,
Dancem milhares!
...
Ai, Tarqueada!
Sim, por Oruro toda:
enamorada.
Sei que ainda é cedo. Mas mesmo assim é tarde para chorar o que deixamos de fazer ontem por puro orgulho.
(Saul Beleza)
E se a Enxurrada de Tragédias estiver substituindo as outras por puro capricho em testar a nossa Humanidade?
Talvez uma das dores mais difíceis de suportar no nosso tempo não seja apenas a sucessão de tragédias, mas a velocidade com que uma atropela a outra, como se o sofrimento tivesse entrado numa lógica perversa de reposição imediatista.
Mal nos comovemos verdadeiramente com uma ferida, e outra já se abre diante dos nossos olhos, exigindo atenção, indignação, lágrimas e até nos cobrando posicionamento.
Não porque a dor anterior tenha cicatrizado, mas porque o mundo parece ter se acostumado a empilhar ruínas sem nos dar tempo de recolher os cacos.
E então surge uma inquietação amarga: e se essa enxurrada não estiver apenas acontecendo diante de nós, mas também revelando algo dentro de nós?
Porque cada nova tragédia não testa só a resistência de quem sofre diretamente, mas também a sensibilidade de quem assiste.
Testa nossa capacidade de não transformar o horror em rotina, de não banalizar o luto, de não trocar a compaixão pela pressa e nem a memória pelo próximo escândalo.
Há algo profundamente desumano no modo como o excesso pode nos anestesiar.
Quando tudo vira urgência, corre-se o risco de nada mais tocar com profundidade.
A alma, cansada, começa a se defender como pode: seleciona dores, relativiza outras, acostuma-se ao absurdo, faz do espanto um gesto breve e do esquecimento uma necessidade funcional.
Mas é justamente aí que mora o perigo.
Porque a Humanidade não se perde apenas quando alguém pratica o mal — ela também se enfraquece quando os demais já não conseguem sentir o peso dele.
Talvez o maior teste não esteja na tragédia em si, mas no que ela encontra em nós quando chega.
Se encontra indiferença, estamos falhando.
Se encontra seletividade, estamos adoecendo.
Se encontra apenas espetáculo, opinião apressada ou conveniência emocional, talvez já estejamos permitindo que a dor alheia seja consumida como paisagem.
Ser Humano, nesses tempos, talvez seja resistir à tentação de tratar cada tragédia como conteúdo passageiro.
É se recusar a permitir que a repetição da barbárie reduza nossa capacidade de sentir, de pensar e de cuidar.
É entender que não honramos nenhuma dor apenas reagindo a ela por alguns instantes, mas preservando nela o seu peso, sua gravidade e sua dignidade.
No fim, talvez a pergunta mais incômoda não seja se as tragédias estão testando a nossa Humanidade.
Talvez seja: quantas delas ainda serão necessárias até percebermos que a prova nunca esteve no acontecimento, mas na forma como escolhemos permanecer Humanos depois dele?
"Parem de zombar de quem tem o coração puro e escolhe a verdade; a maldade que vocês aplaudem hoje será a vergonha de vocês amanhã."
"A maldade pode até ganhar palco momentâneo, mas jamais terá a paz de um coração puro que escolheu caminhar com Jesus."
Ser nobre é manter o caráter puro mesmo quando o mundo tenta nos corromper em troca de uma falsa prosperidade.
