Pulo
"É aqui um salto triplo mortal de costas que se pretende fazer nesse caso, sem nenhuma prova, sem nenhuma instrução, partir-se para uma presunção absoluta que existe a organização nessa ou naquela extensão e que Tício ou Caio ou Simprônio (fulano, beltrano e sicrano em italiano) seriam os líderes dessa organização criminosa”.
[Janot sugeriu que há uma tentativa de se buscar, pelo plenário do STF, um "salto triplo mortal de costas" ao se questionar a validade da delação da JBS]
~Só queria uma chance, e que dessa chance conseguisse sair do chão com um salto que me levasse diretamente ao futuro...
Você é um atentando contra o quanto eu não te tenho tentado.
"O maior salto que já dei na vida, foi quando meus olhos saltaram nos seus..."
Nícolas Teslas disse que quando a humanidade começar a estudar o invisível, ela dará um salto inimaginável. Mas é ridículo a perda de tempo ( o óbvio é a coisa mais difícil de enxergar) para estudar algo cuja INEXISTÊNCIAS é visível em todos os lugares.
Aprendemos que na vida o único objetivo de andar para trás é para pegarmos impulso para um salto ainda maior para que possamos ter um futuro grandioso, nunca olhe para traz, a menos que for para dar risada, arrependimentos temos quando não tentamos e nunca quando deixamos de acreditar em nos mesmo, valorize seus sonhos e olhe sempre adiante para ele.
Nesta noite, iremos dar um salto bem alto e viajaremos até a lua. Quando chegarmos lá, recolheremos todas as estrelas do céu e iremos construir sonhos brilhantes. Sonhos que durarão uma vida inteira. Depois, voltaremos pra casa e reconstruiremos juntos os mesmos sonhos brilhantes, com todas as estrelas do céu. Para que um dia, eles possam ser concretizados.
Torço para que o próximo salto cognitivo de nossa espécie esteja vinculado a habilidade de nos desprendermos de preconceitos com nossos semelhantes. Este processo evolutivo entregaria à extinção seres que não merecem mais ser chamados de humanos.
Tempo ao Tempo.
Abismos.
Tenhamos cautela ao pularmos um abismo.
O salto deve ser preciso, caso contrário acordaremos assustados.
A moda nos anos de 1960 para os rapazes era calça boca de sino e sapato com salto plataforma. Com muito custo eu consegui comprar os dois, mas desfrutei por pouco tempo. A droga era que, um foi feito para outro. casal perfeito. Não dava para imaginar uma pessoa vestida de calça boca de sino sem os sapatos plataforma. Pois então, a calça eu consegui primeiro. Ela era feita de um tecido azul claro, cintura alta para poder usar sem cinto, muito bonita. O par de sapatos com salto plataforma demorou um pouco mais, talvez uns dois meses para eu conseguir. Me lembro como se fosse hoje o dia que estrei o conjunto. Devo ter crescido uns dez centímetros com aquela plataforma de couro. Naquele dia choveu muito e as ruas estavam um barro grudento e pegajoso; uma cola, melhor dizendo. Saí de casa com uma altura e cheguei na praça com outra;tinha tinha crescido com o barro que foi grudando nos nos sapatos. Quando isso acontecia, a gente tinha a prática para tirar aquele torrão do salto do sapato; era só bater com força que ele se soltava, mas para meu azar, quando bati o salto plataforma no cimento, fiquei manco. O salto se desprendeu e saiu feito um bólido para o meio da rua. Demorei mais uns dois meses para voltar a usar o conjunto. Tive que comprar outro par de sapatos plataforma. Nunca encontrei o salto do primeiro. Ivo
Veste de alto estima, coloca um salto 15 e vai ser feliz menina...passa aquele batom que te favorece demais...se veste de si, se enche de confiança, levanta essa cabeça e bora ser feliz que a vida não espera!!!
Amo por que existo, sonho e quero tocar.
Amo como quem se joga em um salto livre, sem paraquedas.
Sabendo que esse sentimento me fará tal e qual a um albatroz.
Nasci larga profunda, gosto de se esparramar na vida, usar salto, mas andar descalço, também.
Vivo com intensidades
Mas as vezes tenho a sensação que a vida que eu vivo não foi a que escolhi, as vezes é estranho. Encolho com essa certeza, mas peço proteção.
Acredito muito nas pessoas, sou da fé naquilo que diz:
"na vida, o que possuímos de verdade é aquilo que doamos."
Infelizmente ando duvidando disso. Tenho visto muita gente falsa por ai. Mostra um coisa e no raso é outra.
Gente sem profundidade e com superficialidades.
Gente que não é de verdade.
Haja coragem, rogo a mim.
Haja fé, rogo a Deus.
A Trapezista
Tua presença sempre foi de altura,
leveza que desafia a gravidade,
um salto no vazio —
sem medo,
sem rede,
como quem nasceu para voar.
E eu, aqui embaixo,
no chão firme das palavras,
apenas te assisti:
dançar entre os arcos do ar,
girar entre os cabos invisíveis,
flutuar como quem não pertence a lugar nenhum.
Teu nome, nome de trapezista,
já anunciava a tua sina:
voar, encantar, desaparecer.
Fui plateia e fui aplauso,
fui silêncio e fui espera.
Olhei teus saltos,
teus riscos,
tua beleza suspensa,
sabendo que, um dia,
o espetáculo acabaria.
E acabou…
mas o picadeiro da memória permanece armado,
as luzes seguem acesas,
e teu vulto, tão etéreo,
ainda atravessa os meus pensamentos
num voo perfeito,
num giro interminável.
Se um dia voltares,
não precisas de rede,
nem de cordas,
basta o espaço entre meus braços
pronto,
aberto,
para te acolher no pouso
ou te lançar,
outra vez,
ao céu.
Raízes firmes, mesmo no topo a brilhar, o salto alcançado, mas sem se desviar. Sucesso e futuro, metas a alcançar, mas lembrando sempre quem te fez chegar.
Livro: O Respiro da Inspiração
Como confiar novamente depois de um término.
Confiança não é um salto no escuro, nem um presente que alguém entrega de mão beijada. É uma semente que nasce da terra mais árida do nosso peito — aquela que parece impossível de florir depois de tanto sofrimento.
Eu sei que você está cansada. Cansada de promessas vazias, de palavras que voaram, de silêncios que doem mais que qualquer grito. Cansada de se entregar e, no fim, ficar com as mãos vazias, o coração ferido, a alma despedaçada.
Mas a verdade que ninguém te contou é que confiar de novo não é esquecer as cicatrizes. É aprender a carregar cada uma delas com leveza, como medalhas de quem sobreviveu a batalhas que pareciam impossíveis.
Confiança começa no silêncio da sua alma, quando você decide olhar para dentro e dizer: “Eu me escolho. Eu mereço um amor que não me diminua.”
É nesse momento que você planta a primeira semente. Um amor por você mesma — que não precisa ser perfeito, mas precisa ser verdadeiro.
Não se apresse em preencher os vazios com alguém que não respeita seu tempo, sua dor, seu processo. O amor que cura espera, não atropela.
Você já é inteira, mesmo com suas feridas. Já é forte, mesmo quando se sente frágil. Já é luz, mesmo quando a escuridão insiste em rondar.
Confie na sua força, no seu tempo, na sua capacidade de se reinventar a cada amanhecer.
Quando a confiança voltar, ela não será um risco cego, mas um caminho consciente, suave, onde você pode caminhar de mãos dadas com o amor que você merece — aquele que acolhe, respeita e transforma.
E, até lá, seja gentil consigo mesma. Permita que seu coração se cuide, se ame e se prepare para florescer de novo.
Porque você merece florescer.
Com todo meu carinho,
monja de salto-agulha
encontra o teu destino
imola-te na laça poeira
do celeste e laço doce
uno absorvente e único
das infinitas cadências
porque virão galáxias
e cometas invisíveis
velar a mulher densa
untada do encarnado
quente e magmático
resplandecente corpo
onde a mulher morta
dá lugar ao vaticínio
há mil anos escrito
no sangue e no fogo
o universo ressurge
enquanto a deusa nasce
da kundalínica nébula
que os povos adorarão.
(Pedro Rodrigues de Menezes, "monja de salto-agulha")
Poema dedicado a Sheila
O amor é a porta para os sorrisos, o salto para os encantos, a faxina da alma, a estrada dos sentimentos perfumados. Não me entregaria ao amor, se ele não fosse tão transformador. Não se ama e continua como era antes. Todo mundo tem a capacidade de mudar, mas quando se está amando, o amor muda o mundo da gente pra melhor.
São as que riem alto.
As que dançam sem salto.
As que fazem da vida o seu palco.
As que desafiam o status quo.
As que não se conformam.
As que questionam. O caminho, as regras e a si mesmas.
As que se atrevem, e depois veem no que dá.
As que rasgam o verbo, seguem a voz de dentro
fluem com a vida e se confundem com o vento.
As que confiam na força do tempo.
As que se jogam, mergulham,
mas se levantam, se refazem
se reinventam.
São as que chegam de mansinho
e, de repente, te preenchem por completo.
São elas, de quem é gostoso estar perto.
As que têm o poder de iluminar,
aquecer ou de queimar.
Tudo depende da chama que você ativar.
Amigas da leveza,
eternas buscadoras de si.
Camufladas na multidão,
elas são puro coração
e estão espalhadas por aí:
sempre atrás do que as faz sorrir.
