Provocação
0561 "Ditadura se autodenominar 'República Popular' é desaforo, é provocação e pode ser piada de péssimo gosto."
Chega de provocação, vou acalmar o coração,se não posso morrer de paixão ,queria agora segurar sua mão e dizer com grande emoção,me da seu coraçao!
A provocação é de grande monta, pra ajustar a própria dor, um aprendizado de ensino pra se olhar, edificando a interdependência do situar.
Ao recebermos uma provocação, o silencio é muitas
vezes a resposta mais adequada, pois o objetivo do
provocador geralmente é apenas desestabilizar-nos....
O DESPREZO DO SILENCIO
Marcial Salaverry
O desprezo do silêncio
é nossa melhor defesa,
doi mais ao agressor,
do que uma resposta à altura,
pois o que ele espera,
e nesse pensar até se desespera,
é o prazer de nos haver atingido,
de sentir nosso viver ferido...
Dando apenas nosso desprezo,
calar-se-á mais fácilmente...
Assim, o silencio somente,
faz calar essa infeliz mente,
realmente, uma mente demente...
Para fazer a mudança não é preciso estabelecer uma revolução, mas é necessária a provocação! Um revolucionário apenas cria o embate onde dois lados se confrontam, o provocador estabelece o debate, onde todos os lados se encontram.
A Provocação:
Mora em um pobre coração.
Silencie. Ignore. Seja razão.
__Sophia Vargas ♥
02/01/2010
Orkut antigo ( Família ) Saudade
Pontualmente cada ser altera-se frente a uma provocação.
Pergunte-se, sempre se você merece sofrer instigando o semelhante!
Porque egos inflamados o revide é eminente.
A provocação retira do observador a energia que sorrindo liberta, vibração contrária, emperra a sabedoria que em atraso iguala-lhe ao calejado conhecimento, modificando a estrutura criativa e doadora do sansara e ou imaginação.
Quando uma provocação desafia sua mente, os inteligentes ficam curiosos, os sábios ficam empolgados e os ignorantes ignoram.
ALÉM DOS EXTREMOS LIMITES DA REALIDADE
( Uma provocação para você refletir )
Por Nilo Deyson
A filosofia estuda todas as coisas para lhes descobrir os princípios fundamentais. "Estudar todas as coisas " : em que sentido se emprega a palavra "tudo" ? Não é necessário grande esforço para descobrir, neste ponto, problemas árduos e importantes.
Não há dificuldade em compreender as expressões seguintes: " todos os homens ", "todos os vivos", " todos os corpos". Mas quando se fala de " todas as coisas" , encara-se uma síntese imensa: não deixa escapar a mínima coisa a nenhum título; é "absolutamente " completa, pois, implicando tudo, já não pode referir-se a nada; estende-se para além de toda categoria particular e, neste sentido, ultrapassa, " transcende " todo limite. Mas, que devemos pensar desse todo "absoluto ", dessa síntese " transcendental "?
Começamos por estar a braços com um problema de ordem psicológica, indicado mais acima: essa pretensão de atingir, pelo conhecimento, todas as coisas se justifica? É bem verdade que o espírito humano, trabalhado pelo desejo de unificar, se transporta de bom grado até aos extremos limites da realidade e não pode abster-se de formular problemas concernentes ao conjunto dos seres: busca-lhes principalmente a origem primeira, o destino final, o sentido profundo. Mas nem por isso pensa-se em negar a imperfeição visceral do conhecimento humano. Como então pretender que ele atinja tudo? A síntese transcendental não passaria de uma pura ficção do espírito?
Reflita...
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
